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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Compra de material de construção salta 534%

Linha de crédito Construcard no Estado gerou volume de captação acima da média do País.

Entre abril e agosto de 2012 a contração mensal da linha de crédito da Caixa Econômica Federal destinada ao financiamento de materiais de construção - o Construcard - cresceu 534% no Ceará, superando a média de incremento nacional que foi de 409% no mesmo período. Em dinheiro, o valor contratado pelos cearenses por mês passou de R$ 1,9 milhão, em abril, para R$ 12,2 milhões no último mês de agosto. O montante financiado no País aumentou de R$ 127 milhões/mês, em abril, para R$ 647 milhões em agosto.

Considerando o volume médio de contratação diária, proporcionalmente, a performance do Estado também superou a média nacional. Desde a última redução de juros do produto, em 23 de julho, a média diária de contratação no Ceará aumentou quase sete vezes ou 653,9% - de R$ 83 mil para R$ 542,8 mil.

No País, o aumento diário de contratação foi de 477,5% - de R$ 5,8 milhões para R$ 27,7 milhões, segundo a instituição.

Juro caiu

Além da baixa nas taxas de juros, a expansão do prazo de pagamento de 60 para até 96 meses também contribuiu para impulsionar a contratação do produto. No Ceará cerca de 522 clientes optaram pelo Construcard em agosto. No Brasil cerca de 35 mil clientes escolheram a mesma modalidade de financiamento para reforma ou ampliação de suas residências.

Mercado aquecido

Para Gisele Barreto, gerente regional de Pessoa Física da Caixa no Ceará, o incremento maior do produto no Estado é consequência do aquecimento do mercado imobiliário local. "Com o aumento da demanda do crédito imobiliário no Estado, tivemos uma maior contratação do produto, que prevê também, além do financiamento de material de construção, a venda de móveis e armários planejados. Ou seja, as lojas desses outros segmentos também estão autorizadas a receber o Construcard", afirma.

Móveis e eletrodomésticos

Segundo a gerente, em breve, os cearenses também poderão financiar outros móveis e eletrodomésticos para seus imóveis. "Foi lançado nacionalmente o Moveiscard para móveis e eletromésticos que não são planejados. Agora já vamos partir para credenciar lojas", antecipa.

O vice-presidente de Pessoa Física da Caixa, Fábio Lenza, diz que "os números demonstram o sucesso no reposicionamento do produto, reafirmando que a Caixa garante as melhores formas de acesso ao crédito para seus clientes e, no caso do Construcard, permite condições muito mais atrativas para construir ou reformar a casa". Com mais de 65 mil lojas credenciadas no País, o Construcard já beneficiou mais de 1,2 milhão de famílias nos últimos cinco anos, financiando cerca de R$ 15 bilhões nesse período. Até o fim do ano, a Caixa disponibiliza R$ 5 bilhões para a modalidade.

Como contratar

Para ter acesso ao financiamento, é necessário ir a uma das agências da Caixa e apresentar documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de endereço e de renda) para avaliação cadastral. A taxa mínima do Construcard é de 1,40% ao mês mais TR, e a máxima de 1,85% ao mês mais TR, variando de acordo com prazo de pagamento, que pode chegar até 96 meses, e do relacionamento do cliente. Não há limite máximo para o valor do financiamento, que dependerá da capacidade de pagamento mensal do cliente. Para clientes da Caixa Econômica Federal, em muitos casos o limite de crédito pode já estar pré-aprovado, bastando fazer a opção pela contratação do produto junto ao gerente.

Cartão

O Construcard é disponibilizado por meio de um cartão magnético para uso nas lojas de materiais de construção conveniadas em todo o Brasil.

Pode ser utilizado para a aquisição de material de construção, móveis embutidos e sistemas de aquecimento solar.


Fonte: Redimob

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Caixa tem lucro de R$ 2,8 bilhões no 1º semestre de 2012

Foi o melhor primeiro semestre da história do banco. Contratação total de crédito no semestre aumentou 33,3%.

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (9) ter registrado lucro líquido de R$ 2,846 bilhões no primeiro semestre de 2012 – o melhor primeiro semestre da história do banco.

O lucro do período representa uma alta de 25,2% em relação ao mesmo período do ano passado, quando ficara em R$ 2,274 bilhões.

"A Caixa conseguiu comprovar com este resultado que é possível reduzir juros, aumentar a base de clientes, aumentar a oferta de crédito, manter a inadimplência sob controle e até cair um pouco, manter a qualidade da carteira e ter o maior lucro da história do banco", disse o presidente do banco, Jorge Hereda. "Nossa estratégia está dando certo e vamos continuar nela", acrescentou.

A instituição atribui o bom resultado, principalmente, ao aumento de 33,3% da contratação total de crédito no semestre, que passou de R$ 102,7 bilhões nos primeiros seis meses de 2011, para R$ 136,9 bilhões.

A Caixa lembrou ainda que, em abril, foi lançado o programa Caixa Melhor Crédito, que promoveu redução de juros e ofereceu novas linhas de crédito para várias segmentos.

No crédito comercial para pessoa físsica, o crédito contratado no final de junho era de R$ 42,3 bilhões, alta de 56%. O segmento só ficou atrás do crédito habitacional, que atingiu R$ 45,9 bilhões contratados, com um crescimento de 35,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. No crédito para a pessoa jurídica, o volume contratado somou ao término do semestre 35,9 bilhões, avanço de 22,5%.

A carteira total de crédito do banco estatal registrou acréscimo de R$ 48 bilhões nos seis primeiros meses do ano e atingiu R$ 297,6 bilhões de saldo, um avanço anual de 44,6% em 12 meses. O volume contratado no semestre chegou a R$ 136,9 bilhões – uma alta de 33,3% na comparação com o semestre anterior.

Lucro de R$ 1,7 bi no 2º trimestre

Só no segundo trimestre deste ano, o lucro líquido da Caixa foi de R$ 1,7 bilhão, crescimento de 44,5% em relação aos três meses anteriores. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, a alta foi de 15,1%.

Poupança e inadimplência

A caderneta de poupança foi um dos destaques do semestre, de acordo com o banco, com captação líquida de R$ 6,7 bilhões, alta de 189,2%. O saldo da poupança foi de R$ 161,9 bilhões, uma alta de 189% na comparação com o mesmo período de 2011, o que colocou a Caixa com uma participação de mercado de 36,1%.

A inadimplência do crédito no banco ficou em 2,04% no final de junho. Em maio, era de 2,12%. Segundo a Caixa, a oferta de crédito com taxas menores tem represetado uma ótima estratégia de controle da inadimplência, uma vez que o banco tem conseguido atrair também um maior número de novos correntistas.

No semestre, o número de contas pessoas físicas cresceram 27% e o de pessoas juridicas cerca de 40%, com uma média de abertura de 66 mil contas por mês. A Caixa encerrou o semestre com uma base de 62 milhões de clientes, entre correntistas e poupadores, alta de 11,7% na comparação com junho do ano passado.

Perspectivas

O presidente da Caixa, Jorge Hereda, elevou a previsão de crédito contratado no banco para 2012. Da estimativa inicial de R$ 286 bilhões, o banco espera agora fechar o ano com R$ 320 bilhões em contratações de crédito, o que representará uma alta de 35% em relação aos R$ 238 bilhões de 2011.

A projeção da Caixa é terminar o ano com uma carteira total de crédito de R$ 354 bilhões, 42% maior do que no fim de 2011. Segundo Hereda, o banco já recebeu uma garantia do Ministério da Fazenda para um novo aporte de capital, que deverá ser feito ainda este segundo semestre, mas o montante ainda está sendo discutido.

A Caixa assumiu em março a terceira posição no mercado de crédito, fechando o semestre com participação de 13,7% no volume total de crédito disponível no país. A meta do banco é terminar o ano com 15% do volume de crédito contratado no Brasil. "Somos a terceira carteira de crédito do país e estamos encaminhando para nos próximos anos para ser também um dos três maiores bancos do país", afirmou Hereda.

O banco prevê abrir um total de 546 novas agências em 2012, o que elevará o número de unidades para 3.600. Até 2015, a meta é chegar a 5.100 agências e abrir 5 mil novas casas lotérias. "Não está na nossa estratégia a compra de outro banco a curto prazo", disse o presidente da Caixa.

Crédito Imobiliário

Hereda reconheceu que o ritmo de crédito imobiliário está um pouco menor que o do ano passado, mas destacou que a demanda segue grande no país. "O setor está entrando em um processo de menor crescimento, mas sustentável. Está dando certo e vamos continuar crescendo por muito tempo", disse o presidente da Caixa.

O banco informou em seu balanço semestral que o volume de novas contratações de crédito imobiliário cresceu 25%, na comparação com o primeiro semestre de 2011, avanço menor que o registrado pelos segmentos de crédito para pessoa física e pessoa jurídica que aumentaram, respectivamente, 53% e 65%.

A Caixa informou ter fechado o semestre com participação de 73% no mercado de crédito imobiliário e com uma taxa média de 8,35% ao ano.


Fonte: G1


terça-feira, 12 de junho de 2012

Prazo maior para pagar crédito imobiliário na Caixa entra em vigor


A Caixa passa, a partir desta segunda-feira, a financiar imóveis habitacionais em 35 anos para todos os tipos de contratos - até ontem, esse prazo máximo era de 30 anos. O banco também começa a praticar novas taxas de juros para financiamento habitacional.

Os novos juros praticados pela Caixa são: pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH - ou seja, imóveis com valor até R$ 500 mil) a taxa mensal de 8,85% ao ano (ante 9% anteriormente). Se o contratante for cliente do banco, a taxa pode chegar a 7,8%. Fora do SFH (imóveis acima de R$ 500 mil), os juros caíram de 10% para 9,9% ao ano (para o público em geral) e até 8,9%, se o contratante for cliente. Para todos os contratos, além da taxa de juros, incide também a Taxa Referencial (TR).

As regras ainda não valem para os contratos dentro do Minha Casa, Minha Vida nem para os financiamentos que usam recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Vale esclarecer que esta regra se aplica para a fonte dos recursos emprestados pelo banco. O contratante que tiver recursos do FGTS e quiser sacar para abater sua dívida, também terá acesso às novas taxas e prazo.


Empresas


As construtoras e incorporadoras também tiveram diminuição das taxas de juros para financiamento à produção de imóveis residenciais e comerciais. A taxa efetiva praticada para a construção de casas passou de 11,5% para 10,3% - que pode chegar a 9% se a empresa for cliente Caixa. No caso de imóveis comerciais, os juros passam de 14% para 13%. Se a empresa tiver conta no banco, a taxa cai para 11% ao mês. Os juros para empresas de qualquer ramo de atividade que quiserem comprar um imóvel comercial vão passar dos atuais 13,5% para 12,5%, ou até 11,5% se a pessoa jurídica for cliente do banco. O prazo de financiamento para as empresas também aumentou de 24 para 36 meses.


Entenda


  • A Caixa Econômica Federal ampliou o prazo para quitação de financiamento imobiliário de 30 para 35 anos, a partir desta segunda
  • O banco também reduziu os juros para este tipo de crédito
  •  Para contratos que se enquadram no SFH, a taxa caiu de 9% ao ano para 8,85% (ou até 7,8%, no caso de clientes da Caixa)
  •  Para imóveis que estejam fora do SFH, as taxas caíram de 10% para 9,9% ao ano (ou até 8,9% para clientes)
  •  Os benefícios não valem para contratos dentro do programa Minha Casa, Minha Vida ou que utilizem recursos do FGTS.

Fonte: Terra


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Caixa lança concurso público para arquitetos e engenheiros.

Provas para formação de cadastro reserva serão realizadas em todo o país. Salário mensal é de R$ 7.734.


A Caixa Econômica Federal (CEF) realizará concurso público para formação de cadastro reserva em todos os Estados do país, com vagas para arquitetos e engenheiros civis. Para as duas áreas, o salário mensal é de R$ 7.734 para 40 horas de trabalho semanais. O banco não informou o número de vagas disponíveis para cada local nem garantiu a contratação dos aprovados.

Para os arquitetos contratados, a principal função será "subsidiar a aplicação dos recursos destinados às operações de fomento e a criteriosa contratação e acompanhamento de obras e serviços correlatos, visando à homogeneidade e segurança nas instalações físicas e funcionais da Caixa". Já o engenheiro civil terá que "atuar como agente promotor do desenvolvimento do ambiente em suas diversas dimensões, de forma a contribuir para a garantia da viabilidade econômica e social dos projetos da Caixa".

De acordo com o edital, o processo seletivo compreenderá quatro etapas: aplicação de provas objetivas e discursivas, avaliação de títulos e exames médicos admissionais. As três primeiras etapas serão realizadas pela Fundação Cesgranrio e a última, pela Caixa. As provas serão realizadas simultaneamente nas capitais dos Estados no dia 15 de abril de 2012.

As inscrições poderão ser realizadas pelo site entre esta segunda-feira (27) e o dia 13 de março, sob o pagamento de taxa de R$ 73. Os resultados finais serão divulgados no dia 9 de julho de 2012.

Fonte: PINIWeb.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Caixa afasta risco de bolha imobiliária.


O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Fontes Hereda, afirmou hoje que o banco está passando incólume às turbulências econômicas, embora reconheça um arrefecimento no ritmo de concessão de crédito. "A crise não chegou à Caixa", afirmou, em evento pelo aniversário de 150 anos do banco. Hereda também voltou a afastar o risco de bolha imobiliária no País. "Não vejo possibilidade de bolha e acho que é muito saudável termos uma tendência de crescimento (na concessão de crédito imobiliário) para o ano que vem um pouco menor", disse. Até agosto, a alta na concessão de crédito imobiliário foi de 26% no ano em relação ao mesmo período do ano passado. O volume de financiamento no segmento deve chegar a R$ 90 bilhões neste ano, contra pouco mais de R$ 76 bilhões do ano passado. A alta esperada de 18% é menor do que nos anos anteriores, numa desaceleração programada pelo banco. "Não dava para sair de R$ 5 bilhões em 2003 (de volume financiado) para quase R$ 77 bilhões em 2010 e continuar neste ritmo", disse. "Estamos numa batida esperada e vamos continuar nesta batida".

No Programa Minha Casa, Minha Vida, o presidente da Caixa disse que uma portaria assinada ontem no Executivo permitirá a aceleração do programa na faixa de 3 a 10 salários mínimos. "O (programa até 3 salários) está deslanchando agora, um pouco depois do que imaginávamos. Já o de 3 a 10 (salários) está num ritmo melhor do que o esperado", disse.

Mas Hereda confirma uma redução no ritmo de concessão de crédito. Houve diminuição da velocidade de vendas em São Paulo. "São ajustes importantes. O preço dos imóveis está muito valorizado. Mas não haverá bolha, este é uma resposta que o mercado dá ao aumento do preço". No Rio, houve ainda crescimento na velocidade das vendas, disse.

O presidente da Caixa lembra que os imóveis passaram muitos anos depreciados no País e que a ascensão de 30 milhões de pessoas à classe média aumentou a demanda por financiamentos e impulsionou os preços de imóveis. Ele lembra ainda que em geral o financiamento no Brasil é feito para a aquisição do primeiro imóvel e que a concessão de crédito é segura no Brasil. "Não é como nos Estados Unidos, na Europa, em que estavam comprando a terceira moradia", disse.


Por falar nisso, que tal sair do aluguel em ótimas condições de pagamento pelo plano "Minha Casa, Minha Vida" da Caixa?

O Sollaris Konkreta, está na sua fase final, entrega em Dezembro/2011. Aptos de 54,35m², com dois quartos, sacada com churrasqueira, água e luz individuais. A melhor localização de Palhoça, no centro do bairro Aririú e ao lado de todo comércio, serviço e transporte. Acabamento em gesso nas salas, piso até o teto da cozinha que são separadas da sala e com total privacidade, interfone, pia de mármore com cuba de imbutir no banheiro, entre outros diferenciais.




terça-feira, 27 de setembro de 2011

Falando nisso... Bancários de Florianópolis e região planejam greve a partir desta terça-feira.

Categoria reivindica aumento de 12,8% no salário, o que equivale a um ganho real de 5%.



Os bancários de Florianopópolis e região aprovaram em assembleia, quinta-feira, dia 22, a greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira. Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8% no salário, o que equivale a um ganho real de 5%. Já a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propõe um reajuste de 7,8% sobre os salários, o que representaria 0,37% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no período. A greve foi aprovada por ampla maioria na assembleia desta quinta-feira e vale para os bancos públicos e privados.

Na região de Blumenau, os bancários também se reuniram e decidiram aderir à greve.
NOTA: O Banco do Brasil parece já estar em greve!

Fonte: DC

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O PBQP-H

O PBQP-H, Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, é um instrumento do Governo Federal para cumprimento dos compromissos firmados pelo Brasil quando da assinatura da Carta de Istambul (Conferência do Habitat II/1996). A sua meta é organizar o setor da construção civil em torno de duas questões principais: a melhoria da qualidade do habitat e a modernização produtiva.

A busca por esses objetivos envolve um conjunto de ações, entre as quais se destacam: avaliação da conformidade de empresas de serviços e obras, melhoria da qualidade de materiais, formação e requalificação de mão-de-obra, normalização técnica, capacitação de laboratórios, avaliação de tecnologias inovadoras, informação ao consumidor e promoção da comunicação entre os setores envolvidos. Dessa forma, espera-se o aumento da competitividade no setor, a melhoria da qualidade de produtos e serviços, a redução de custos e a otimização do uso dos recursos públicos. O objetivo, a longo prazo, é criar um ambiente de isonomia competitiva, que propicie soluções mais baratas e de melhor qualidade para a redução do déficit habitacional no país, atendendo, em especial, a produção habitacional de interesse social.

Arranjo institucional

O PBQP-H integra-se à Secretaria Nacional de Habitação, do Ministério das Cidades, e está formalmente inserido como um dos programas do Plano Plurianual (PPA 2008-2011).



Diversas entidades fazem parte do Programa, representando segmentos da cadeia produtiva: construtores, projetistas, fornecedores, fabricantes de materiais e componentes, bem como a comunidade acadêmica e entidades de normalização, além do Governo Federal.

A gestão compartilhada se dá de forma transparente, baseada fundamentalmente em discussões técnicas, respeitando a capacidade de resposta do setor e as diferentes realidades nacionais. Nesse sentido, o PBQP-H é um programa que se constrói sobre consensos, e sobre um arranjo institucional firmado na parceria entre setores público e privado.

Conceitos

O PBQP-H procura se articular com o setor privado afim de que este potencialize a capacidade de resposta do Programa na implementação do desenvolvimento sustentável do habitat urbano. Por isso, sua estrutura envolve entidades representativas do setor, compostas por duas Coordenações Nacionais, que desenham as diretrizes do Programa em conjunto com o Ministério das Cidades. Tais diretrizes são estabelecidas em fórum próprio, de caráter consultivo: o Comitê Nacional de Desenvolvimento Tecnológico da Habitação – CTECH, cuja presidência é rotativa entre entidades do governo e do setor.

O Programa não se vale de novas linhas de financiamento, mas procura estimular o uso eficiente dos recursos existentes, oriundos de diferentes fontes (OGU, FGTS, Poupança etc.) e aplicados por diferentes entidades (CAIXA, BNDES, FINEP, SEBRAE, SENAI, etc.). Por outro lado, o Programa conta com grande contrapartida privada, sendo os recursos do Governo Federal destinados basicamente para custeio, estruturação de novos projetos e divulgação

Uma das grandes virtudes do PBQP-H é a criação e a estruturação de um novo ambiente tecnológico e de gestão para o setor, no qual os agentes podem pautar suas ações específicas visando à modernização, não só em medidas ligadas à tecnologia no sentido estrito (desenvolvimento ou compra de tecnologia; desenvolvimento de processos de produção ou de execução; desenvolvimento de procedimentos de controle; desenvolvimento e uso de componentes industrializados), mas também em tecnologias de organização, de métodos e de ferramentas de gestão (gestão e organização de recursos humanos; gestão da qualidade; gestão de suprimentos; gestão das informações e dos fluxos de produção; gestão de projetos).

Outros princípios importantes do Programa são: atuação integrada do poder público, para ampliar a otimização dos recursos e das ações, com maior sintonia entre as políticas de habitação municipais, estaduais e federal; descentralização, para fazer com que as aplicações correspondam à realidade de cada unidade da federação, ampliando o controle e a efetividade das ações; parceria entre agentes públicos e privados, para cumprir uma tarefa que é de toda a sociedade, pois a ação do poder público, isolada, será limitada; participação da sociedade civil, para assegurar que as ações do poder público estejam em conformidade com as necessidades e prioridades da população, e contar com a experiência de diversos setores da sociedade.

Porque, e como participar...

A exigência crescente do mercado e o aumento da competitividade tornam cada vez mais importante a implantação de programas de qualidade e produtividade no setor da construção civil.

Nesse contexto, o PBQP-H propõe-se a organizar o setor da construção civil em torno da melhoria da qualidade e da modernização produtiva, gerando um ambiente de isonomia competitiva. Para isso, o Programa conta com a participação ativa dos segmentos da cadeia produtiva, agregando esforços na busca de soluções com maior qualidade e menor custo para redução do déficit habitacional no país.

Essa participação ativa do setor, construída pelo consenso entre entidades, parte de uma adesão voluntária ao Programa, por meio de um processo de sensibilização e agregação do segmentos produtivos, buscando-se responder aos diagnósticos sobre os problemas existentes no setor da construção civil, respeitando as diferenças dos setores envolvidos e as desigualdades regionais.


O programa é dividido em 4 níveis, A, B, C e D.

Distribuição das empresas qualificadas por nível na Região Sul


Hoje ficamos sabendo que nós da Konkreta, conseguimos entrar no programa, estamos no nível D, estamos fazendo de tudo para chegar ao nível A, para dar mais segurança e atenção aos nossos clientes, buscando sempre melhorias, e vocês irão saber de todo o passo-a-passo para chegar no nível A, aqui pelo blog!


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Profissionais do setor discutem as novas regras do Programa Minha Casa Minha Vida.


Foi confirmado este mês que será possível financiar através do programa Minha Casa, Minha Vida, imóveis em ruas não pavimentadas. O Ministério das Cidades editou no dia 11 de agosto, a portaria que desobriga a implantação de pavimentação definitiva nos conjuntos habitacionais realizados nos municípios com até 50 mil habitantes quando Poder Público for o agente organizador ou promotor e contem com doação de terreno ou infra estrutura.

O tema rendeu debate na área de perguntas e respostas do Redimob. O usuário Flávio Dantas questionou o que os profissionais achavam sobre o tema.

O Redimob aproveitou para estender a discussão e questionou profissionais do setor. O presidente do CRECI-SP, José Augusto Viana Neto, se diz favorável à liberação.  “Quando se fala em ruas não pavimentadas, imagina-se que se trata de casas na periferia, geralmente voltadas a atender à população mais carente visto que atendem a um público mais carente e que, normalmente, não tem acesso ao crédito imobiliário. Acredito que essa medida possa favorecer muitas famílias que anteriormente encontraram dificuldades para a aquisição do imóvel.”

O sócio-proprietário da Konkreta Construtora, Kim Mendes, afirma que mesmo com a liberação é importante que as autoridades competentes se empenhem em cuidar da infraestrutura dos municípios. “O cliente vai avaliar se vale a pena comprar em uma rua sem asfalto ou não, se em virtude disso vale negociar um preço menor ou procurar outra compra. Não basta a pavimentação, é fundamental garantir um serviço completo envolvendo tubulação, serviço de água e esgoto.

Fonte: REDIMOB.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

18º Salão do Imóvel - Financiamentos e consórcios.



Para garantir que os visitantes podem, no próprio evento, adquirir, comprar, reformar e decorar há também a participação do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Racon Consórcios e Sinosserra Consórcios. Todos trabalham com taxas e sistemas diferenciados no evento. 

A Caixa Econômica Federal financia todos os tipos de imóveis residenciais, comerciais e/ou terrenos. Na feira está com taxas a partir de 4,5% ao ano para imóveis novos que se enquadram no programa “Minha Casa, Minha Vida”. 


O Banco do Brasil faz simulações de financiamento e trabalha com taxas de 8,4% ao ano, podendo o financiamento ser destinado a imóveis ou a produtos da construção civil. 

Já a Racon e a Sinosserra estão com pacotes de adesão imediata para diversos tipos de consórcios. A Sinosserra, por exemplo, oferece soluções para quem busca comprar, construir ou reformar um imóvel, adquirir um veículo ou realizar um serviço de qualquer natureza. Trabalha com grupos de 100, 130 e 150 meses para imóveis novos ou usados. Já para os veículos, também novos ou usados, os grupos são de 36, 50, 60, 70 e 80 meses, sem taxa de adesão e sem juros. A Racon apresenta as vantagens do Sistema de Consórcios em comparação às demais modalidades de aquisição parcelada de imóveis. Enquanto o SFH (Sistema Financeiro de Habitação) pode ter juros de 12% ao ano, na Racon Consórcios a taxa de administração é menor que 0,17% ao mês. Tem uma equipe à disposição para fazer simulações comparativas entre o investimento em consórcios e o financiamento direto de imóveis. Os visitantes do estande concorrem a prêmios exclusivos.

Fonte: IBADE

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Feirão da Casa Própria passa de R$ 10 bi este ano.

O Feirão deste ano aconteceu em 13 grandes cidades brasileiras, e mais de 457 mil pessoas passaram pelo evento.
   

A sétima edição do Feirão Caixa da Casa Própria bateu recorde de volume de negócios, ao movimentar mais de R$ 10 bilhões, entre contratos assinados e encaminhados, informou ontem a Caixa Econômica Federal. Foi o melhor resultado desde o primeiro feirão, em 2005. Ano passado, foram R$ 8,4 bilhões em negócios. O Feirão deste ano aconteceu em 13 grandes cidades brasileiras, e mais de 457 mil pessoas passaram pelo evento.

A última cidade foi Florianópolis, que no último domingo encerrou o evento atingindo volume de negócios superior a R$ 400 milhões, com mais de 15 mil visitantes. São Paulo recebeu 73 mil pessoas e movimentou R$ 2,025 bilhões de 13 a 15 de maio, e o Rio de Janeiro teve mais de 66 mil visitantes, com movimento de R$ 1,16 bilhão de 20 a 22 do mesmo mês.

Este ano, até a última sexta-feira, a Caixa assinou no total 431.755 contratos habitacionais, somando R$ 29,15 bilhões em financiamentos. O banco registrou uma média de R$ 310,1 milhões e 5.229 contratos de financiamento ao dia, sendo que 51% das famílias beneficiadas têm renda de até 10 salários mínimos.

De acordo com a Caixa, para imóveis novos foram destinados 56% de todo o montante contratado no período, o que corresponde a R$ 16,32 bilhões. Na nova versão do programa "Minha Casa, Minha Vida" foram realizados cerca de R$ 9,43 bilhões em financiamentos, destinados à construção de 128,5 mil novas unidades residenciais, das quais a maioria se destina à faixa de renda de até seis salários.


Fonte: DCI / SP. Por: Paula Cristina 


Fotos:Empreendimentos da Konkreta no stand da Beretta Invest no Feirão da Caixa em Fpolis.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

A última parada do Feirão da Caixa será em Florianópolis, a partir desta sexta-feira, 10.


A sétima edição do Feirão da Caixa, a grande oportunidade para quem quer adquirir a casa própria, começa nesta sexta-feira, 10, no Centro Sul, em Florianópolis. Com oportunidades de negócios a partir de R$ 75 mil e prestações decrescentes, a expectativa é de que mais de 20 mil pessoas passem pelo evento e mais de 3.500 imóveis sejam comercializados.

Durante os três dias de evento, serão colocados à venda aproximadamente 15 mil imóveis, sendo 7 mil por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”. Há perspectiva de que os negócios fechados acumulem R$ 400 milhões, um aumento de 11,7% em relação ao ano passado.

Dos 15 mil imóveis, 500 são do condomínio Grand Ville Adair Francisco Thiesen, em Palhoça, na Grande Florianópolis. Serão 32 torres com 12 ou 16 apartamentos com prazo de entrega previsto de 22 meses.

Para saber se você pode financiar um imóvel ofertado no evento através da Caixa Econômica Federal, é preciso levar documentos pessoais (carteira de identidade e CPF), comprovante de renda e residência.

“A grande facilidade do Feirão é que ele reúne todos os envolvidos com a regularização dos documentos, o que inclui desde os cartórios de imóveis até a instituição financiadora, que nesse caso é a Caixa”, explica o superintendente regional, Roberto Carlos Ceratto.

As linhas de financiamento para a casa própria da Caixa atendem a todas as faixas de renda familiar, com prazo de pagamento de até 30 anos. Os juros podem variar de  de 4,5% até 13,5% ao ano, mais TR (Taxa Referencial), para todas as modalidades de financiamento.

Antes da Capital catarinense, o Feirão da Caixa já ocorreu em outras doze cidades, por onde passaram 411 mil pessoas. Nos dois primeiros finais de semana do Feirão, o total de negócios fechados ou encaminhados alcançou o patamar de R$ 9,3 bilhões. Ainda não foram divulgados os números referentes à Belém, que recebeu o evento no último final de semana.



Exemplo - O interessado em um imóvel de R$ 85 mil, com renda mensal de R$ 1.500, precisa oferecer uma entrada de R$ 7 mil e pode financiar o restante em 300 meses (25 anos). Neste caso, o valor inicial do financiamento será de R$ 450 (as mensalidades são decrescentes).





Os números mais expressivos

Rio de Janeiro - 66 mil visitantes / R$ 1,16 bilhão

Brasília - 41 mil pessoas / R$ 827 milhões

Recife - 44 mil pessoas / R$ 613 milhões

Belo Horizonte - 32 mil visitantes / R$ 840 milhões

Campinas - 21 mil visitantes / R$ 616 milhões

Fonte: Caixa Econômica Federal





Serviço:

O que: 7º Feirão da Caixa

Quando: Em Florianópolis, de 10 a 12 de junho

Onde: Centro de Eventos Centro Sul (avenida Gustavo Richard, 850, Centro)

Mais informações: www.feirao.caixa.gov.br

quinta-feira, 31 de março de 2011

Brasileiros poderão sacar FGTS em outros países.


Trabalhadores brasileiros no exterior poderão sacar o dinheiro das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A iniciativa, que começou com um projeto piloto no Japão, deve ser expandida gradualmente para outros países, segundo o Ministério das Relações Exteriores. Um acordo entre o Itamaraty e a Caixa Econômica Federal (CEF) sobre o assunto foi firmado nesta quinta-feira (24). Atualmente, somente os Consulados-Gerais do Brasil no Japão estão aptos a receber a documentação necessária para o saque de contas do FGTS. Naquele país, os emigrantes podem retirar os recursos em caso de aposentadoria e conta inativa por mais de três anos. A compra da casa própria não é permitida. O ministério não informou quando e em que países a decisão começa a valer, nem informou se as condições serão as mesmas implantadas no Japão.

Fonte: Estadão

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Bancos privados vão desafiar a caixa em crédito imobiliário.


O aprimoramento dos processos internos e a redução dos prazos para a liberação dos recursos são as armas das instituições privadas para tentar tirar mercado da Caixa Econômica Federal no financiamento imobiliário. Em 2010, o banco público elevou para 76,05% a sua fatia no crédito imobiliário, ante 74,9% do ano anterior.




Esse crédito possui margens financeiras inferiores ao de outras modalidades. No entanto, é interessante aos bancos porque possibilita a fidelização do cliente durante o prazo do contrato, que pode chegar a 30 anos. O mutuário, além do financiamento para compra do imóvel, tende a adquirir outros produtos e serviços, como seguro residencial e crédito pessoal.

Além da importância comercial, o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Luiz França, lembra que uma maior pulverização nessa modalidade de financiamento é importante para o desenvolvimento do setor. "Um mercado irrigado e com grande número de agentes é bom para a população. Todo mundo está trabalhando para elevar a participação", diz.

Elevar essa participação significa ser mais agressivo nas concessões das linhas de crédito com recursos da caderneta de poupança, principal fonte de financiamento do setor e que possibilita margens maiores. A outra fonte é o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas esses recursos são limitados às famílias com renda de até R$ 4,9 mil mensais, valor abaixo do que alguns bancos querem atingir.

Objetivos

O Banco do Brasil é novato neste mercado, entrou em2008, e espera estar entre os três principais fomentadores do crédito imobiliário até 2014. Neste ano, o objetivo é dobrar a carteira de financiamento para a compra da casa própria para R$ 6,8 bilhões. Para conseguir isso, o banco aposta nas parcerias com grandes construtoras.

O vice-presidente da instituição, Paulo Rogério Caffarelli, explica que o mercado em geral possui 60% da carteira destinada a pessoa física e 40% para construtoras. "Hoje temos só 15% de pessoas jurídicas, mas achamos que o ideal é chegar a 60%", diz.

Além de parcerias com grandes construtoras, os bancos também tentam se aproximar dos clientes ainda no momento da procura pelo imóvel. Foi essa razão que motivou o Itaú a fechar parceria com a Lopes e criar a CrediPronto! Em outubro do ano passado, o HSBC fechou acordo coma empresa de intermediação imobiliária Brasil Brokers.

Outro passo é dar maior agilidade à liberação de recursos. Para isso, a CrediPronto!, por exemplo, implementa um processo de digitalização de documentos. Hoje, o consultor,mesmo que fora de São Paulo, precisa enviar a documentação do pretendente ao crédito para a área de análise, o que pode demorar alguns dias. Esse processo será feito de forma digital. A implementação será gradual, a partir do interior paulista. "A velocidade na liberação do financiamento é importante porque nosso cliente enxerga isso como um atendimento diferenciado", diz Bruno Gama, diretor da CrediPronto!.

LIDERANÇA

76,05% era a participação da Caixa no crédito imobiliário total do país em dezembro de 2010. Esse percentual mostra um avanço em relação a 2009, quando era de 74,9%.

CRESCIMENTO

51% é quanto deve crescer a utilização dos recursos da poupança nos financiamentos imobiliários em 2011. A caderneta é a principal fonte de recursos do segmento.

DESEMBOLSOS

R$ 85 bi devem ser os recursos da caderneta de poupança destinados para a compra da casa própria. O total inclui crédito para construção e para aquisição do imóvel.

Fonte: Jornal Brasil Econômico/BR 

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida...



Entrevista de Kim Mendes, sócio-diretor da Konkreta concedida para a Redimob.



- Na sua opinião as mudanças que ocorreram dentro do programa Minha Casa Minha Vida eram necessárias? Por que?


R: Acreditamos que o programa precisava de ajustes, mas não no valor do  teto para os imóveis. Se pensar apenas no lucro, o imóvel a 130 mil nos dá possibilidade de atingir outro público, com uma renda melhor e quem sabe com uma margem maior, mas como cidadão não acredito que um plano voltado para a baixa renda precise ter esse valor. O que o governo poderia fazer é manter os valores antigos e isentar as construtoras de alguns encargos, como ITBI na hora da compra do imóvel ou conceder descontos no I.R, mas para isso precisaria de vontade política e parceria com os governos municipais. Dessa forma as margens das construtoras se manteriam, não sendo corroídas pela inflação que na construção civil foi muito alta e assim não seria necessário aumentar o teto para os imóveis. Outra idéia é dar benefícios fiscais a empresas que apenas trabalhem com imóveis dentro do programa. Muitas empresas nasceram voltadas a esse nicho, mas outras que nunca quiseram trabalhar com público baixa renda estão apenas surfando no bom momento.

Novamente como cidadão não acho que alguém que compre um imóvel de 130 mil ou 170 em cidades maiores precise de subsídio. Esse comprador poderia ser meu vizinho e eu não me acho no direito de receber subsídio de um programa popular. O que vai acontecer é cada vez mais gente tentando fraudar e encaixar a renda para fazer parte do programa. Como empresário vamos trabalhar para atingir esse novo público e nos enquadrarmos nessas mudanças.


- Acredita que terão certos prejuizos com as novas mudanças ou não influirá?

R: Quando o teto em nosso município, (Palhoça-SC) passou de 80 para 100 mil precisamos fazer alguns ajustes. Os donos de terrenos sabendo do aumento elevaram os valores pedidos, a mão de obra fez a mesma coisa, material de construção idem. Enfim, todos se acharam no direito de lucrar um pouco mais. O grande problema é que 99% de quem compra os nossos imóveis já tem dificuldade de pagar 95, 100 mil. A entrada pedida precisa ser parcelada, pois fica alta ou a renda muitas vezes já não permite o financiamento. Com esse aumento acredito que teremos uma nova onda de alta dos preços, mas que não poderemos repassar aos clientes na sua integralidade, afetando nossa margem de lucratividade. Nosso trabalho para equilibrar essa balança será cada vez mais criar processos que nos permitam reduzir custos, melhorar o tempo de entrega dos empreendimentos e agregar valor na hora da venda.



- Kim, e sobre as mudanças que exigem que as ruas não podem ser de terra. É obrigatório ser asfaltado ou pode ser pavimentado ou com lajotas ?

R: Aqui na região da Grande Florianópolis, segundo conversa com avaliadores da Caixa Econômica, tanto fará ser asfalto ou outro tipo de estrutura. O que mais importa é não ser rua de terra e ter a infraestrutura necessária para uma habitação de qualidade.
Acredito que a mudança é interessante pois forçará os municípios que querem crescer a agilizarem a infraestrutura, o que vai melhorar a qualidade de vida e ajudar a evitar desastres com as chuvas. Só não é correto penalizar quem já começou um empreendimento. A avaliação para os projetos em andamento deveria ser pela data do alvará do projeto e não da entrada do financiamento na Caixa conforme vem acontecendo em diversos casos.


- E essas mudanças vão impactar ou trazer prejuízo para vocês ?

R: Sempre antes de comprarmos um terreno pensamos em quem vai morar, conversamos com os vizinhos sobre o bairro, segurança, problemas com a chuva entre outras coisas. Visitamos o local de manhã e a noite, investimos um tempo para conhecer as facilidades de transporte público e comércio em geral. Isso nos leva a sempre construir em terrenos com a infraestrutura necessária, ou seja, essa mudança não irá afetar em nada nosso planejamento.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Caixa lança novos produtos para a construção civil.

Linhas de crédito são destinadas à produção habitacional e às pequenas e médias construtoras.

São Paulo, SP - Maria Carmem Amorim Madoz, gerente de clientes e negócios da Superintendência Nacional de Habitação da Caixa, apresentou aos empresários reunidos (31, janeiro) na sede do Sindicato da Habitação em São Paulo (Secovi/SP) duas novas linhas de financiamento, criadas pelo banco para o setor.

Uma das novas linhas é o Plano de Financiamento à Construção Civil (PEC), voltado à produção de unidades habitacionais, comerciais e mistas, com crédito direto às empresas do setor que apresentem faturamento fiscal anual acima de R$ 15 milhões. A segunda linha é destinada às micro e pequenas empresas, com faturamento fiscal bruto anual de até R$ 15 milhões.

O PEC atende empreendimentos de até 500 unidades, enquanto a linha para pequenas e médias destina-se ao financiamento à produção de até 50 unidades, exclusivamente para empreendimentos residenciais. Detalhes sobre os dois novos produtos podem ser conhecidos no material de apresentação da Caixa, disponível no portal do Secovi para download.

Fonte: Imovelweb


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Captação em poupança da Caixa bate recorde em 2010, liberando mais recursos para o crédito imobiliário.

A Caixa Econômica Federal teve uma captação líquida acumulada de R$ 9,8 bilhões no ano, até o dia 31 de outubro, Dia Mundial da Poupança. Esse é o melhor resultado dos últimos 10 anos e 60% superior ao obtido no mesmo período de 2009. Com esse desempenho, a CAIXA acumula um saldo total de depósitos de R$ 124,3 bilhões, o que garante uma participação de mercado de mais de 34%. 

Os recursos da poupança são uma das principais fontes para o crédito imobiliário no País- a Caixa é o banco que mais empresta para essa finalidade no Brasil. Com as 3,3 milhões de novas poupanças abertas de janeiro a outubro de 2010, a CAIXA alcançou o número de 40,4 milhões de contas ativas. A Região Sudeste permanece com o maior número de clientes, cerca de 50%, seguida por Nordeste, com 22%. Aproximadamente 40% dos poupadores têm entre 21 e 40 anos de idade e não há predominância de gênero. “Além da tradição e da segurança, o sucesso da Poupança da CAIXA está relacionado também à facilidade de abertura e manutenção da conta pelos poupadores, bem como à liquidez e rentabilidade que oferece a todos os clientes”, afirma o vice-presidente de Pessoa Física da CAIXA, Fábio Lenza. 

O Dia Mundial da Poupança foi criado durante o Primeiro Congresso Internacional de Economia realizado em Milão, no mês de outubro do ano de 1924, com o objetivo de lembrar ao consumidor a necessidade de disciplinar gastos e guardar algum dinheiro, a fim de estabelecer reservas para eventualidades ou mesmo realizar sonhos que dependam de um investimento maior.



quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Caixa prevê crescimento de 30% da carteira de crédito em 2011.

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O volume de crédito da Caixa Econômica Federal em 2011 deve crescer em torno de 30 por cento, segundo o vice-presidente de Finanças da instituição, Márcio Percival.Segundo ele, apesar de expressivo, o crescimento do volume total de crédito é inferior ao previsto para esse ano, acima de 40 por cento."Para o conjunto do crédito, estamos prevendo uma expansão perto de 30 por cento. Este ano estamos crescendo 44, 45 por cento. Com o aumento da concorrência, vamos desacelerar o nosso crédito", disse ele a jornalistas após evento.O executivo disse que a Caixa está finalizando os cálculos para avaliar o impacto das medidas anunciadas na sexta-feira pelo Banco Central para conter a expansão do crédito no país.

Percival adiantou que este impacto sobre o crédito para pessoa física será significativo."Acho que essa medida do Banco Central vai na direção de tentar segurar um pouco o crédito ... Você vai diminuir um pouco o ímpeto das pessoas pelo crédito, e com isso vai se criando condições para pensar no crédito de mais longo prazo, mais voltados para investimento e infraestrutura", afirmou."A gente ainda está calculando, mas podemos dizer que vai ser um impacto grande para a pessoa física, porque há um aumento do custo e a diminuição da demanda", acrescentou.Percival estima que o crédito para pessoa física vai crescer em torno de 20 por cento este ano, patamar considerado sustentável por ele para os próximos anos.Ele afirmou ainda que a carteira de crédito da Caixa para o setor imobiliário vai superar 60 bilhões de reais, contra aproximadamente 47 bilhões no ano passado."Já são mais de 800 mil casa do programa Minha Casa, Minha Vida contratadas", declarou. "Vamos crescer no ano que vem, mas não vai ser tudo isso", finalizou.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Termina a greve dos bancários em Santa Catarina.




Seguindo o movimento de outras associações do país, o Sindicato dos Bancários de Florianópolis decidiu pelo fim da greve da categoria em assembleia nesta quarta-feira à noite. A partir desta quinta-feira, os bancos privados e públicos retomam o atendimento, depois de 15 dias de paralisação.

Em uma assembleia no Clube 12, os bancários da Capital definiram pelo fim da paralisação. As decisões referente às agências privadas, da Caixa e do BB foram feitas separadamente porque existem diferenças nas propostas para cada um dos bancos.

determinação sobre a Caixa foi definida às 20h30min, e a do BB saiu apenas às 21h10min. A categoria aceitou as propostas nacionais, que preveem um reajuste salarial de 7,5% para quem ganha até R$ 5.250, no caso dos bancos privados. Acima dessa faixa, a oferta é uma parcela fixa de R$ 393,75 ou a correção da inflação (4,29%), o que for mais vantajoso.

Banco do Brasil e Caixa vão reajustar em 7,5% independentemente do salário. Além disso, os bancários da Caixa passam a ter um salário de entrada de R$ 1,6 mil, mais um reajuste de R$ 39 para todos os funcionários e uma promoção de 2,3%, o que resulta em um ganho de aproximadamente 12%, segundo Clovis Mena Dutra, presidente do Sindicato dos Bancários de Florianópolis.

A proposta dos bancos inclui ainda reajuste de 7,5% para todos os benefícios. A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) também será corrigida em 7,5%, com exceção do limite individual da Parcela Adicional, em que o valor passará de R$ 2.100 para R$ 2.400 (14,28%).

Os primeiros sindicatos a aceitarem a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foram os da Bragança Paulista, no interior de São Paulo, e o de Criciúma. Mesmo antes da decisão, o coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro, já afirmava que a proposta dos banqueiros era "satisfatória" e sugeria que todas as assembléias aceitassem o reajuste.

Fonte: DC