Mostrando postagens com marcador banco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador banco. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Falando nisso... Bancários de Florianópolis e região planejam greve a partir desta terça-feira.

Categoria reivindica aumento de 12,8% no salário, o que equivale a um ganho real de 5%.



Os bancários de Florianopópolis e região aprovaram em assembleia, quinta-feira, dia 22, a greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira. Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8% no salário, o que equivale a um ganho real de 5%. Já a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propõe um reajuste de 7,8% sobre os salários, o que representaria 0,37% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no período. A greve foi aprovada por ampla maioria na assembleia desta quinta-feira e vale para os bancos públicos e privados.

Na região de Blumenau, os bancários também se reuniram e decidiram aderir à greve.
NOTA: O Banco do Brasil parece já estar em greve!

Fonte: DC

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Bancos privados vão desafiar a caixa em crédito imobiliário.


O aprimoramento dos processos internos e a redução dos prazos para a liberação dos recursos são as armas das instituições privadas para tentar tirar mercado da Caixa Econômica Federal no financiamento imobiliário. Em 2010, o banco público elevou para 76,05% a sua fatia no crédito imobiliário, ante 74,9% do ano anterior.




Esse crédito possui margens financeiras inferiores ao de outras modalidades. No entanto, é interessante aos bancos porque possibilita a fidelização do cliente durante o prazo do contrato, que pode chegar a 30 anos. O mutuário, além do financiamento para compra do imóvel, tende a adquirir outros produtos e serviços, como seguro residencial e crédito pessoal.

Além da importância comercial, o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Luiz França, lembra que uma maior pulverização nessa modalidade de financiamento é importante para o desenvolvimento do setor. "Um mercado irrigado e com grande número de agentes é bom para a população. Todo mundo está trabalhando para elevar a participação", diz.

Elevar essa participação significa ser mais agressivo nas concessões das linhas de crédito com recursos da caderneta de poupança, principal fonte de financiamento do setor e que possibilita margens maiores. A outra fonte é o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas esses recursos são limitados às famílias com renda de até R$ 4,9 mil mensais, valor abaixo do que alguns bancos querem atingir.

Objetivos

O Banco do Brasil é novato neste mercado, entrou em2008, e espera estar entre os três principais fomentadores do crédito imobiliário até 2014. Neste ano, o objetivo é dobrar a carteira de financiamento para a compra da casa própria para R$ 6,8 bilhões. Para conseguir isso, o banco aposta nas parcerias com grandes construtoras.

O vice-presidente da instituição, Paulo Rogério Caffarelli, explica que o mercado em geral possui 60% da carteira destinada a pessoa física e 40% para construtoras. "Hoje temos só 15% de pessoas jurídicas, mas achamos que o ideal é chegar a 60%", diz.

Além de parcerias com grandes construtoras, os bancos também tentam se aproximar dos clientes ainda no momento da procura pelo imóvel. Foi essa razão que motivou o Itaú a fechar parceria com a Lopes e criar a CrediPronto! Em outubro do ano passado, o HSBC fechou acordo coma empresa de intermediação imobiliária Brasil Brokers.

Outro passo é dar maior agilidade à liberação de recursos. Para isso, a CrediPronto!, por exemplo, implementa um processo de digitalização de documentos. Hoje, o consultor,mesmo que fora de São Paulo, precisa enviar a documentação do pretendente ao crédito para a área de análise, o que pode demorar alguns dias. Esse processo será feito de forma digital. A implementação será gradual, a partir do interior paulista. "A velocidade na liberação do financiamento é importante porque nosso cliente enxerga isso como um atendimento diferenciado", diz Bruno Gama, diretor da CrediPronto!.

LIDERANÇA

76,05% era a participação da Caixa no crédito imobiliário total do país em dezembro de 2010. Esse percentual mostra um avanço em relação a 2009, quando era de 74,9%.

CRESCIMENTO

51% é quanto deve crescer a utilização dos recursos da poupança nos financiamentos imobiliários em 2011. A caderneta é a principal fonte de recursos do segmento.

DESEMBOLSOS

R$ 85 bi devem ser os recursos da caderneta de poupança destinados para a compra da casa própria. O total inclui crédito para construção e para aquisição do imóvel.

Fonte: Jornal Brasil Econômico/BR 

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Termina a greve dos bancários em Santa Catarina.




Seguindo o movimento de outras associações do país, o Sindicato dos Bancários de Florianópolis decidiu pelo fim da greve da categoria em assembleia nesta quarta-feira à noite. A partir desta quinta-feira, os bancos privados e públicos retomam o atendimento, depois de 15 dias de paralisação.

Em uma assembleia no Clube 12, os bancários da Capital definiram pelo fim da paralisação. As decisões referente às agências privadas, da Caixa e do BB foram feitas separadamente porque existem diferenças nas propostas para cada um dos bancos.

determinação sobre a Caixa foi definida às 20h30min, e a do BB saiu apenas às 21h10min. A categoria aceitou as propostas nacionais, que preveem um reajuste salarial de 7,5% para quem ganha até R$ 5.250, no caso dos bancos privados. Acima dessa faixa, a oferta é uma parcela fixa de R$ 393,75 ou a correção da inflação (4,29%), o que for mais vantajoso.

Banco do Brasil e Caixa vão reajustar em 7,5% independentemente do salário. Além disso, os bancários da Caixa passam a ter um salário de entrada de R$ 1,6 mil, mais um reajuste de R$ 39 para todos os funcionários e uma promoção de 2,3%, o que resulta em um ganho de aproximadamente 12%, segundo Clovis Mena Dutra, presidente do Sindicato dos Bancários de Florianópolis.

A proposta dos bancos inclui ainda reajuste de 7,5% para todos os benefícios. A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) também será corrigida em 7,5%, com exceção do limite individual da Parcela Adicional, em que o valor passará de R$ 2.100 para R$ 2.400 (14,28%).

Os primeiros sindicatos a aceitarem a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foram os da Bragança Paulista, no interior de São Paulo, e o de Criciúma. Mesmo antes da decisão, o coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro, já afirmava que a proposta dos banqueiros era "satisfatória" e sugeria que todas as assembléias aceitassem o reajuste.

Fonte: DC




quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Bancários mantêm greve em Santa Catarina






Em Florianópolis, 65% dos trabalhadores de bancos públicos aderiram à paralisação




Os bancários mantêm a greve por tempo indeterminado em Santa Catarina. A categoria não aceitou a proposta de reajuste da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de 4,29% e decidiu pela paralisação. Com a greve, os atendimentos nos bancos foram prejudicados em Santa Catarina, segundo informações do secretário geral do sindicato dos bancários de Florianópolis e região, Cássio Ricardo Marques. No Estado, bancos de Criciúma, no Sul, Joaçaba, no Meio-Oeste, São Miguel D'Oeste e Chapecó, no Oeste, Itapema, no Litoral Norte, e Blumenau, no Vale do Itajaí, e Grande Florianópolis interromperam as atividades. Na Grande Florianópolis, dos bancos públicos, abriram nesta quarta-feira apenas as agências do Banco do Brasil da rua Nereu Ramos, no Centro, e da Caixa Econômica Federal no bairro Trindade, na Capital, e do bairro Kobrasol, em São José. Não há informações confirmadas sobre funcionamento dos bancos privados. Para esta quinta-feira, o sindicato não confirma quais agências devem funcionar. De acordo com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), os clientes podem consultar telefones e endereços de agências no site Busca Banco para se informarem sobre o atendimento.A Fenaban não confirma o total de bancários paralisados no Estado. De acordo com o Marques, na Grande Florianópolis, 2.6 mil trabalhadores dos bancos públicos estão em greve — cerca de 65% da categoria. Com a paralisação dos serviços, os atendimentos a clientes em agências estão suspensos. Em algumas agências, os caixas eletrônicos também não podem ser acessados. De acordo com o sindicato, não há risco de os caixas em funcionamento ficarem sem dinheiro para atender aos clientes. Em Florianópolis, funcionam as centrais de autoatendimento nas ruas Nereu Ramos e dos Ilhéus, no Centro de Florianópolis. Os caixas de banco 24 horas também funcionam em todas das cidades. Conforme a Fenaban, a greve ocorre no início do mês, quando os bancos atendem maior público para o pagamento de salários e de aposentados e pensionistas do INSS que recebem o benefício pela rede bancária. A entidade e os bancos devem adotar medidas legais para garantir o acesso e o atendimento da população nas agências e postos bancários, e não prejudicar o pagamento dos clientes. 

Reivindicações

Os bancários dizem que só voltam às atividades se houver acordo com a Fenaban. Eles reivindicam reajuste salarial de 11%, abertura de concurso público para os bancos públicos, mais contratações para as agências privadas, participação nos Lucros e Resultados (PLR), vale-refeição, vale-alimentação, auxílio-creche, pisos maiores, auxílio-educação para todos, segurança contra assaltos e sequestros e melhores condições de trabalho.Segundo a Fenaban, os grevistas abandonaram a mesa de negociações, apesar de a Federação ter garantido reposição da inflação a fim de negociar aumento real. A entidade diz também que aceita discutir os benefícios da convenção coletiva, inclusive a participação nos lucros e resultados. De acordo com a Fenaban, os bancários vêm recebendo aumento real, acima da inflação, todos os anos, desde 2004, e contam com a melhor convenção coletiva de trabalho do país, a única de âmbito nacional e garantia de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A entidade aponta também que os bancários têm a maior lista de benefícios, incluindo a menor jornada de trabalho do país, de seis horas e cinco dias por semana (30 horas semanais, enquanto a jornada legal para outras categorias é de 44 horas semanais). 

Alternativa para clientes

Quem precisa retirar dinheiro ou pagar contas pode recorrer às lotéricas e terminais de autoatendimentos "autônomos", situados fora das agências bancárias, em shoppings e postos de combustíveis.

Fonte: DC