Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Prospectar clientes em redes sociais exige criatividade do corretor de imóveis

Especialista alerta que é preciso sair da zona de conforto para que as ações tragam bons resultados.



A prospecção de novos clientes é um desafio árduo que requer paciência e também um toque de criatividade. Com um alto número de clientes acessando diariamente as redes sociais, os corretores de imóveis veem em plataformas, como Facebook, uma grande oportunidade de alavancar negócios. A questão é: como fazer isso?

O palestrante em vendas e especialista em desenvolvimento pessoal, André Vinícius da Silva, constantemente observa os corretores de imóveis na arte de prospectar via internet, mas ainda lamenta os resultados.

“A ação é sempre assim: postam informações sobre produtos, compartilham e passam horas na internet fazendo a mesma coisa, todos os dias, para os mesmos contatos. Mas se você tem 200, 300 ou 500 contatos no Facebook e diariamente posta as mesmas coisas, do mesmo jeito, utilizando as mesmas estratégias, fica claro que seus amigos já sabem o que você vende. Então por que insistir da mesma maneira?”, indaga André Vinícius, em seu blog.

O que muita gente ainda não entendeu é que a internet é uma grande ferramenta para vender mais, mas não é a única. “Ficar compartilhando produtos nas redes sociais é muito mais cômodo do que ligar para clientes, visitar investidores ou fazer qualquer outra prospecção que exija sair da zona de conforto. O problema não é prospectar nas redes sociais. O problema é quando você não está tendo resultados e insiste no erro”.

Fonte: Redimob


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Usuários de smartphones estão mais propensos a transtornos psiquiátricos, defende psicólogo

Narcisismo, vício, depressão, ansiedade, isolamento e timidez são alguns dos males a que os usuários estão sujeitos.

Se você é acostumado a andar sempre acompanhado de seu iPhone, conferindo cada atualização de status no Facebook ou no What's App, sem desgrudar um minuto do aparelho, talvez nem perceba que já está completamente dependente. E isso pode vir acompanhado de males ainda mais profundos, de acordo com estudos e relatos de casos feitos pelo psicólogo norte-americano Larry Rosen.

Ele estuda os efeitos da tecnologia no comportamento humano desde 1984, quando a internet era só uma bruma no horizonte. Em "iDisorder", seu novo livro - cujo título é uma referência aberta às terminologias adotadas pela Apple - ele sugere que os gadgets potencializam problemas psiquiátricos nos usuários.

Entre as patologias mais comuns estão o narcisismo, a depressão e a obsessão. Em entrevista à Folha, ele afirmou que algumas pessoas chegam a apresentar sintomas de depressão quando não têm coisas interessantes para publicar no Facebook, por exemplo.

Ele alerta que problemas assim sempre existiram, independente dos gadgets. "Quero mostrar que eles geram a aparência de que temos um transtorno psiquiátrico, mesmo quando não temos", afirmou à Folha. Outros problemas que podem estar relacionados ao uso exarcebado de dispositivos móveis, estão o narcisismo, obsessão, timidez, e tendência ao vício e ao isolamento social.


Fonte: Portal da administração


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Uso do Instagram no setor imobiliário implica em despertar a emoção do público

É fundamental conhecer o perfil, gostos e preferências do cliente, além de usar criatividade, para potencializar as ações.

De diversão para ações estratégicas. O aplicativo gratuito Instagram, que permite aos usuários a captura de fotos e posteriormente compartilhar as mesmas em diversas redes sociais, vem ganhando espaço nas ações estratégias das empresas do setor imobiliário. 

“Há ações inteligentes e inovadoras no mercado que criam formas envolvente de ativar o público de interesse, sem necessariamente estar focado em vendas e sim na provocação de sentimentos e desejos e esta é uma das principais oportunidades do Instagram”, afirma o especialista em Gestão Empresarial, Guilherme Machado.

Antes de pensar em estratégias para atrair compradores de imóveis em potencial, é necessário que a empresa conheça as funcionalidades do aplicativo para que o resultado da ação tenha êxito. Confira as dicas do especialista.

Identifique como quer ser visto - As imagens dizem muito sobre a personalidade e a identidade de uma pessoa ou empresa. Saiba como quer ser visto para construir um relacionamento sustentado com o seu cliente.

Construa desafios para os seus clientes - Crie campanhas que gerem o envolvimento do seu público. Mas lembre-se: foque na imagem e não na venda.

Tags: o caminho da relevância - Assim como no Twitter, o Instagram permite a utilização de tags. Saber empregá-las adequadamente é uma ótima estratégia para aumentar a visibilidade. É importante frisar que as tags no Instagram funcionam como um álbum.

Desperte emoções - Desperte a emoção do seu público por meio das fotos, provoque sensações e sentimentos. Mas para isso, conheça muito bem o seu cliente, seu perfil, gostos e preferências para potencializar essas ativações. Usar a criatividade é fundamental.





Fonte: Redimob


terça-feira, 14 de agosto de 2012

A rendição aos aplicativos: a web vai morrer?

Num mundo que será dominado pela mobilidade e telas pequenas, objetividade, rapidez e utilidade serão as palavras-chave, acredite você ou não que a web está morta.

Afirmar que estamos cada vez mais dependentes de nossos celulares é comprovar o óbvio. Passageiros em ônibus e trens, pessoas andando nas ruas, em corredores de shoppings e infelizmente motoristas em seus veículos, colocando em risco vidas além da própria. Um fato que me tem chamado a atenção é a revolução silenciosa, baseada em teclados QWERTY e principalmente toques em telas sensíveis de smartphones. Tráfego de dados em vez de voz parece ser a tendência - apesar da modalidade pré-paga e das promoções insanas tipo: pague pouco e fale muito, as quais têm colocado o sistema de telefonia celular em xeque.

Para comprovar tal movimento, trago dados da consultoria Strategy Analytics, segundo a qual foram habilitadas mundialmente, no 2° trimestre, 154 milhões de smartphones, ou seja, um aumento de 42,1% comparado com o mesmo trimestre do ano anterior. Não obstante os resultados positivos, há ainda muito espaço para crescimento, considerando a penetração de 37,9% no volume total de celulares. Quanto aos tablets, 25 milhões de unidades foram adicionadas, com crescimento de 66,2%. Em ambos os casos a Apple ainda lidera, porém o crescimento da plataforma aberta Android é algo notável e preocupante para a marca criada por Jobs.

Esta migração dos desktops e notebooks para tablets e smartphones trouxe consigo o conceito de mobilidade, na qual informações e soluções estarão cada vez mais na palma das mãos dos usuários, literalmente. Tal mudança fez com que Chris Anderson, editor-chefe da renomada revista Wired, mencionasse em seu controverso artigo: The web is dead, que o acesso à internet através de navegadores tipo Explorer, Firefox e Chrome será cada vez menor, enquanto crescerá via aplicativos ou Apps.



Apesar das críticas pelo tom alarmista do texto, prestar atenção aos comentários do criador de termos como Cauda Longa e Freemium, duas tendências comprovadas no mundo digital, é no mínimo prudente. Modelos de negócios como Netflix, no qual os grandes hits foram substituídos por milhares de filmes e a rede social de negócios Linkedin, onde uma pequena parte de assinantes paga o custo da maioria, comprova a visão futurista de Anderson.

Um marco que corrobora tal afirmação ocorreu nos Estados Unidos, onde o tempo despendido pelos internautas em aplicativos foi maior que o gasto em browsers, pesquisando a web. Intrigante a princípio, pode ser comprovado por você mesmo caso possua um smartphone ou tablet. Conte quantos Apps baixou em seu aparelho nos últimos tempos. Jogos, compras, previsão de tempo, mapas, filmes, notícias, entretenimento, serviços financeiros, músicas e redes sociais. Duvido muito que não tenha pelo menos dois ou mais dos aplicativos: Angry Birds, Google Maps, Fruit Ninja, Talking Tom Cat, Twitter, Skype, iBooks e Facebook, verdadeiros hits da web. Compare agora com o tempo que passa navegando na web. Goleada para os Apps, os quais tem se tornado motivo de conversa em diversas rodas de amigos e conhecidos.

Empresários têm uma grande chance neste promissor segmento. O site da Apple, por exemplo, conta com mais de 550 mil opções, enquanto o Google Play 450 mil e o Windows Phone Marketplace com 90 mil. Saliento que as oportunidades vão muito além de Apps voltados para pessoas físicas. O filão corporativo é também muito interessante, no qual desenvolvedores criam soluções para empresas aumentarem sua produtividade, reduzirem seus custos e atenderem melhor seus clientes, considerando que grande parte da força de vendas e operações hoje trabalha com dispositivos móveis em seu dia-a-dia, sejam smartphones, tablets, notebooks ou coletores de dados.

As empresas, a possibilidade de se aproximarem de seus consumidores através de aplicativos que facilitem seu dia a dia, promovendo seus produtos ou serviços diretamente ou indiretamente através de assuntos correlacionados. Trânsito, saúde, segurança, receitas, viagens, bem-estar e economia são alguns exemplos. Num mundo que será dominado pela mobilidade e telas pequenas, objetividade, rapidez e utilidade serão as palavras-chave, acredite você ou não que a web está morta.


Fonte: Portal da Administração


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Casas inteligentes: tecnologia já está disponível

A maior parte das tecnologias para as casas inteligentes já está disponível no comércio. O que falta é um controle central.





Os edifícios inteligentes já têm o seu lugar na agenda da arquitetura e da construção civil.

Mas, e as casas, quando elas também começarão a ficar inteligentes?

Não há mais o que esperar, garante a engenheira Diane Cook, da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos.

Em um levantamento realizado para a revista Science, Diane fez um inventário de todas as tecnologias já desenvolvidas e que podem ser utilizadas para dar um pouco mais de inteligência às casas.

Segundo ela, não falta muito para que nossas casas façam o papel de "agentes inteligentes", dotados de sensores e programas de computador para antecipar nossas necessidades e fazer automaticamente tarefas que podem melhorar nossa saúde, facilitar nossa interação social e, sobretudo, ajudar a economizar.

Casa que pensa

Muitas casas já possuem a maior parte do aparato mais complicado necessário para essas tecnologias: os sensores, que já vêm embutidos em fornos de microondas, aparelhos de TV e timers para ligar e desligar aparelhos eletrodomésticos.

O que falta é interligar tudo.

"Nós queremos que sua casa como um todo 'pense' sobre o que você quer, e use esses componentes para fazer a coisa certa no tempo adequado," disse ela.

Essa é exatamente a especialidade da engenheira, que vem aplicando inteligência artificial em sistemas de automação residencial.

Seu laboratório atual é um conjunto de 18 apartamentos na cidade de Seattle, onde ela está testando um sistema de monitoramento de idosos que dispensa a presença física do acompanhante.

Os sensores espalhados pela casa alertam o cuidador, pela internet ou pelo celular, caso o morador tenha deixado de lado qualquer tarefa programada.

Isso inclui hora de acordar e dormir, horário das refeições, dos medicamentos e até se o vovô está deixando o banho para o outro dia.

Com a tendência mundial de envelhecimento da população, o cuidado aos idosos é visto como um dos mercados mais promissores para novas tecnologias.


Skype em todo lugar

Outras tecnologias já em testes incluem o agendamento de equipamentos como máquinas de lavar roupa e louça, secadoras, a manutenção da temperatura da água nos reservatórios e o alerta caso algum aparelho seja ligado ou desligado.

No lado da interação, a ideia é usar tecnologias como o Bluetooth e o WiFi para permitir a comunicação remota, sem precisar usar as mãos, de qualquer lugar da casa.

Será a era do "Skype em qualquer lugar," diz Diane, o que, segundo ela, inclui câmeras espalhadas por todo lado.

Assim será mais fácil monitorar os idosos e as crianças.

Privacidade e segurança

Mas a pesquisadora também pondera sobre as questões de privacidade e segurança, como o risco de ter imagens, voz ou dados bisbilhotados por observadores indiscretos.

"As tecnologias das casas inteligentes, assim como muitas outras, estão enfrentando o desafio clássico de serem aceitas e adotadas," diz ela.

Em suas pesquisas, os dados mostram que a maior resistência vem dos moradores mais idosos. Eventualmente porque ninguém gosta que outros fiquem vigiando a hora que você toma banho - ou não toma.

"Em última instância", diz ela, "quando as pessoas tiverem uma compreensão melhor do que essas tecnologias fazem, e verem uma utilidade que contrabalance a sua intromissão, a adoção irá começar. Eu acredito que algumas tecnologias vão ganhar impulso tão logo começarem a ser usadas."




Fonte: Redimob


sexta-feira, 18 de maio de 2012

QR Code integra rapidez e criatividade na divulgação do imóvel

Confira dicas para explorar a ferramenta, que se consolida como aliada para o crescimento do mercado imobiliário.


A tecnologia vem permitindo novas e criativas maneiras do consumidor ter acesso à informações completas sobre o produto. O Quick Response Code, mais conhecido como QR Code, vem ultrapassando fronteiras e se consolidando como uma ferramenta de grande potencial para o crescimento do mercado de imóveis.

Rapidez na informação. Esta é a principal vantagem da utilização da ferramenta, na visão do consultor e especialista em gestão empresarial, Guilherme Machado. “A utilização do código cria uma integração entre o material, que pode ser um folder, um tapume de uma obra entre outras possibilidades e o online, o que instiga no cliente o desejo de interagir com o empreendimento”, comenta.

Hoje, o mercado depara-se com várias experiências que estão gerando bons resultados para os negócios. No entanto, é necessário saber se o público possui o perfil e as condições que propiciem a interação com o QR Code.

Machado dá algumas dicas em seu blog para utilização da ferramenta com sucesso.

1 - Uso do QR Code em folder, tapumes e panfletos - Uma das estratégias mais utilizadas é a impressão do código neste tipo de mídia. “Esse é um importante recurso, pois esses meios de comunicação contam com espaço limitado, no qual não é possível explorar todas as potencialidades de um empreendimento”, diz Machado.

2 - Aplicação no cartão de visitas - Esta é uma das formas de estreitar o relacionamento entre o cliente e o corretor de imóveis. “O QR Code, nesse caso, pode direcionar o cliente para o site da empresa ou até mesmo um mapa de como chegar ao escritório, contatos telefônicos ou mensagens de boas vindas, por exemplo," explica.

3 - Criação de um cartão QR Code para empreendimentos específicos - Depois de visitar um imóvel, o profissional da intermediação pode entregar para o seu cliente o Cartão QR Code, no qual é possível ser direcionado para informações detalhadas sobre o imóvel que acabou de visitar. “Assim, pode-se analisar com mais calma todos os benefícios e características de determinado empreendimento, otimizando o tempo do cliente”.

4 - O QR Code com informações relevantes - De nada adianta investir na utilização do QR Code se as informações contidas nele não forem relevantes ou não condizerem com o imóvel no qual o código foi aplicado. “O cliente resolve tirar o celular do bolso e fotografar o código, pois está interessado em mais detalhes. É imprescindível a realização de testes antes da publicação do QR Code”, finaliza.


Fonte: Redimob


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Facebook fixa preço de ação para IPO entre US$ 34 e US$ 38

Rede social aumenta valor de papéis do que pode ser a maior oferta pública do Vale do Silício



SÃO FRANCISCO - A rede social Facebook aumentou a faixa de preço da maior oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do Vale do Silício, para levantar mais de US$ 12 bilhões, o que pode avaliar a empresa em mais de US$ 100 bilhões. A companhia fundada em um dormitório de Harvard por Mark Zuckerberg e seus amigos elevou a faixa de preço das ações para entre US$ 34 e US$ 38 por papel em resposta à forte demanda.

Anteriormente, a faixa ia de US$ 28 a US$ 35, segundo informações da companhia enviadas nesta terça-feira à Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado mobiliário americano. A rede social informou nesta terça-feira à SEC, em novos documentos, que vai vender 337,4 milhões de ações.

O aumento da estimativa de preço pode avaliar o Facebook em entre US$ 93 bilhões e US$ 104 bilhões, rivalizando com potências da internet como Amazon e superando o valor combinado das empresas Hewlett-Packard e Dell.

No ponto médio da faixa, o Facebook pode levantar US$ 12,1 bilhões, superando o arrecadado pelo IPO da Google em 2004.

Wall Strett já esperava que a rede social aumentasse a faixa de preço diante do interesse dos investidores. O Facebook pretende encerrar o período de reserva de seu IPO no final desta terça-feira, dois dias antes do previsto, num sinal de que a operação atraiu forte demanda de investidores, segundo uma fonte informou à Reuters ainda na segunda-feira.

A rede social deve divulgar o preço por ação na quinta-feira e os papéis devem começar a ser negociados na sexta-feira.

Roadshow segue de Chicago para Kansas e Denver

O Facebook planeja vender 337,4 milhões de ações, isso significa que venderá 12,3% da empresa e a meta de arrecadação de capital supera de longe a de outros IPOs de gigantes de internet. A Google levantou tímidos US$ 2 bilhões em 2004, enquanto no ano passado o Groupon arrecadou dos investidores US$ 700 milhões e a Zynga US$ 1 bilhão - duas start-ups.

O IPO acontece em meio a preocupações de alguns investidores em razão de o Facebook ainda não ter lançado uma forma de ganhar dinheiro com acessos via dispositivos móveis. Há um número crescente de usuários que acessam a rede social em tablets e smartphones, tendência mundial.

Os executivos da empresa reuniram-se com potenciais investidores em Chicago na segunda-feira e estão programados para viajar para Kansas City e Denver, antes de voltar a Menlo Park, Califórnia, onde é a sede Facebook.

Há vários bancos de Wall Street subscrevendo oferta pública de ações do Facebook como Morgan Stanley, JPMorgan e Goldman Sachs. As ações do Facebook serão negociadas na Nasdaq sob o símbolo "FB", diz a agência.

ISE oferecerá opções de ações a partir de 29 de maio

Plataforma de negociação International Securities Exchange (ISE, na sigla em inglês) disse nesta terça-feira que pretende oferecer opções de ações do Facebook a partir de 29 de maio, pouco mais de uma semana após a esperada estreia dos papéis da rede social na Nasdaq, prevista para sexta-feira (18).

Outras ofertas de opções de ações devem se seguir ao anúncio da ISE. A data de listagem de opções depende da conclusão bem-sucedida do IPO do Facebook. A ISE é controlada pela bolsa de derivativos Eurex.


Fonte: O GLOBO

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ferramenta on-line de controle financeiro: por que você ainda não usa?



Cada vez mais o brasileiro passa a utilizar os cartões de crédito ou débito como forma de pagamento. De acordo com recente pesquisa divulgada pelo Datafolha, em associação com a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviço), 72,4% dos brasileiros já têm algum tipo de cartão. É o “dinheiro de plástico” emplacando e deixando de lado o velho talão de cheques.

Um dado interessante apresentado na mesma pesquisa é que, atualmente, 50% do total de pagamentos realizados já são feitos utilizando algum tipo de meio eletrônico. A realidade parece ser incontestável: rapidamente a forma como lidamos com a organização financeira está mudando e se tornando mais dinâmica, ágil e integrada à tecnologia. Já está em curso, por exemplo, o pagamento com o celular  outra coisa nova e que promete mudar nosso cotidiano.

Meios eletrônicos: tendência para pagamento e gestão financeira

Se a forma de efetuar o pagamento está mudando com a adesão aos cartões e outros meios de pagamento eletrônico, dá para crer que essa tendência pode e deve ser seguida na forma como lidamos com o planejamento e a organização financeira. Mas ainda não é. Vejo que muitos brasileiros ainda são resistentes à ideia de utilizar os gerenciadores financeiros on-line. Puro preconceito, que gera perda de tempo e eficiência.

A possibilidade de transformar dados em informações relevantes que o ajudarão a tomar decisões importantes é, sem dúvida, um ativo que precisa ser melhor aproveitado – principalmente se essa informação puder ser acessada em qualquer momento e de qualquer lugar através da Internet. Não há como negar que ver graficamente a evolução de seu fluxo de caixa e patrimônio, bem como gerenciar as contas de forma integrada e direta facilitam a gestão financeira.

Falta de informação e medo do novo?

Já tive a oportunidade de conversar com algumas pessoas que são adeptas do controle através de planilhas, “caderninhos” e outras ferramentas off-line. A maioria, que diz se sentir insegura ao disponibilizar informações financeiras na Internet, não pensa duas vezes ao ostentar nas redes sociais fotos e informações pessoais – dados que, dentro desse contexto, podem ser tão ou mais sigilosos e que demonstram características valiosas para os aproveitadores.

Muitos que não utilizam deste tipo de ferramenta ainda lamentam a não integração dos serviços disponíveis no Brasil com as operações bancárias: os dados precisam ser inseridos manualmente ou através do download e importação do extrato. O modelo de sucesso é a ferramenta Mint.com, que nos EUA e Canadá já faz essa integração, que de certa forma facilitou a vida do usuário, e é totalmente gratuito.

Voltando para a nossa realidade, nem mesmo essa desculpa relacionada a não automatização é 100% convincente. Afinal, quem utiliza a velha planilha também tem que inserir seus valores e dados manualmente e gastar um pouco de tempo trabalhando para transformar tantos números em informações interessantes.

O problema não está na ferramenta!

Assim, o fato de ter que alimentar uma ferramenta qualquer (on-line ou off-line) não pode ser encarado de forma negativa. Esse tempo e dedicação, quando bem utilizados, criam um controle ajustado para a realidade de cada pessoa e determinante para o processo de tomada de decisões e planejamento financeiro familiar.

O importante é lembrar que boa parte dos erros cometidos quando tomamos decisões relativas à gestão do dinheiro estão relacionados à:

Falta de disciplina para criar um planejamento e dedicar um pouco do tempo para construir e conhecer melhor as possibilidades financeiras para construir patrimônio;

Falta de objetivos claros e metas relacionadas ao futuro financeiro, o que faz com as decisões de poupar sejam interrompidos na primeira oportunidade de consumo.

Bons ventos sopram, felizmente…

Aqui no Brasil, aos poucos vamos rompendo as barreiras tecnológicas e culturais. Utilizar uma ferramenta de gestão financeira pessoal é uma oportunidade única. Insisto: se bem aproveitada, tem potencial para lhe proporcionar muitas facilidades. É claro, as ferramentas podem e devem melhorar e, quem sabe, com apoio das instituições financeiras buscar a sonhada integração. A segurança, principal preocupação, já tem níveis satisfatórios e semelhantes aos dos sites dos bancos.

Se você está disposto a buscar uma boa ferramenta de controle financeiro, nada melhor do que pesquisar e experimentar as diversas opções que existem no mercado. E, mais, faça contato com os administradores das ferramentas e solicite maiores informações. Aproveite e faça sugestões, ajude a criar uma ferramenta que poderá ser adaptada às suas vontades e necessidades.

Que tal aproveitarmos este texto para discutir e oferecer nossas opiniões sobre as ferramentas on-line. Você já utilizou? Utilizaria? O que acha que precisa melhorar? O que precisa ser feito? Melhor do que simplesmente não usar e se negar a experimentar é tentar construir uma alternativa que faça sentido, para você e para os demais. Não acha? Use o espaço de comentários abaixo e faça sua parte!

Fonte: Blog Tecnisa

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mobile marketing: por que investir?

Custo reduzido, segmentação do público e personalização são algumas das vantagens proporcionadas.


Estamos na era da mobilidade. Um relatório divulgado pela Anatel afirma que o Brasil fechou o mês de setembro com mais de 227 milhões de acessos à telefonia móvel. A mudança atinge o comportamento do consumidor e também os planejamentos de marketing. Afinal, qual a vantagem de utilizar o mobile marketing para atingir o público-alvo? 

Para o publicitário com pós-graduação em Novas Mídias, Rádio e TV, Israel Degásperi (@idegasperi), as vantagens em utilizar estratégias de mobile marketing são inúmeras, desde a quantidade de brasileiros que a possuem até o nível de interação que essas campanhas conseguem. “Esta é uma excelente tática e não deve ser ignorada. Ações envolvendo mobile marketing permitem a segmentação do público, o que eu acho bem interessante. Você consegue atingir só usuários de smarthphones ou usuários da classe D e E, por exemplo, com SMS gratuito ou com um valor bem acessível”, explica Degásperi.

Custo reduzido

Para a coordenadora de Marketing da Agência Digital InMeta, Camila Renaux (@camilarenaux),  o custo reduzido é uma das grandes vantagens da utilização do mobile. “Estas campanhas permitem atingir o público-alvo com um custo menor do que a utilização de outros meios de publicidade como a TV, que possui um custo absoluto muito expressivo”, comenta.

Confira outras vantagens em utilizar o mobile marketing, segundo Camila Renaux.

- Hipersegmentação: “O anunciante pode facilmente atingir seu público-alvo, selecionando alguns critérios como idade, sexo, escolaridade, hobbies.”

- Personalização: “Você pode enviar mensagens apenas para determinados grupos de consumidores, características demográficas ou agrupados de acordo com as necessidades em comuns.”

- Comodidade: “O telefone é um dispositivo que os usuários carregam com eles. Desta forma, você pode acessá-los a qualquer hora e em qualquer lugar.”

- Velocidade: “As campanhas movéis necessitam de pouco  tempo para por em pratica  e permite ter um controle imediato sobre a campanha.”

- Permanência: “A mensagem na caixa postal do destinatário, se ela for considerada interessante por eles, poderão transmiti-la para ampliar seu círculo de relações e de espalhar a mensagem."

- Mensuração: por ser marketing direto, tudo pode ser medido!

Os dispositivos móveis são um sonho de consumo brasileiro, que tornou-se realidade. “O acesso à internet por esse meio já é maioria entre a população e diversos produtos, como as buscas do Google baseadas em geolocalização, mobile commerce e o mobile payment,” finaliza Camila.

Fonte: Redimob

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A nova face da construção civil no Brasil.

No dia da Construção Civil, especialistas apontam os principais avanços do setor ocorridos no nos últimos anos.



No dia 25 de outubro, comemora-se o Dia da Construção Civil. Mas o que falar deste motor que impulsiona a economia do país?

A construção civil está num bom momento em vários aspectos. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou no mês de setembro crescimento de 0,91% em empregos no setor. Foram criadas 24.977 novas vagas no mês. No balanço dos últimos 12 meses, pode-se constatar que a construção civil gerou 226.629 vagas, com um crescimento de 8,7% no estoque.

Dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) também são otimistas. A indústria de materiais do setor obteve um crescimento de 7% no mês de setembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Com todos os indicadores a favor deste crescimento, o que podemos definir como a principal evolução da construção civil nacional? A pergunta é difícil pela abrangência, afinal não foram poucos os avanços do setor nas últimas décadas. Saiba o que pensam os especialistas do setor.


Tecnologia nos canteiros de obra

A mais importante evolução que a nossa indústria vem verificando nos últimos anos no Brasil é, sem dúvida, o desenvolvimento de novos processos de gestão, métodos construtivos, produtos e materiais mais sustentáveis e eficientes... Em suma: a introdução da inovação tecnológica nos canteiros de obras e ao longo de toda a cadeia produtiva. A construção no país ainda é uma atividade intensamente manufaturada. Mas a chegada de novas tecnologias está mudando rapidamente este cenário. Os ganhos são imensos e beneficiam não apenas as empresas, mas toda a sociedade brasileira. Ganham os trabalhadores que passam a exercer atividades mais qualificadas, ganham os moradores ou usuários dos empreendimentos construídos (públicos ou privados), ganha o meio ambiente com a redução e reciclagem dos resíduos gerados. O nosso desafio neste momento é assegurar, por meio de políticas públicas, que todo o universo de 170 mil empresas formais da construção no Brasil possam ter acesso à inovação, incluindo as médias e pequenas empresas.

Paulo Safady Simão
Presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção -CBIC



Melhorias no financiamento imobiliário

Um dos grandes impulsos da construção civil nos últimos 20 anos se deve ao sistema de financiamento de imobiliário, que até meados de 2004 era pouco disponível e com taxas não tão atrativas. A partir deste período, obtemos melhorias na lei nesse sentido, que garantiu ÀS empresas condições de lançar novos empreendimentos e movimentar a economia do país. 

A estabilidade monetária e o financiamento a custo acessível é uma ferramenta fundamental para este desenvolvimento. A partir disso, há possibilidade de investimentos em tecnologia e sustentabilidade, caminho este que é inevitável. Vamos caminhar cada vez mais em busca de processos construtivos inteligentes, resultando na melhoria da qualidade de emprego, trabalho, evitando perda de materiais e acidentes. 

Luis Fernando Pires, presidente do Sinduscon-MG



Concreto usinado

“Dizer qual foi a mais importante evolução da construção civil nos últimos anos é tarefa difícil, mas citaria o concreto usinado, um dos primeiros processos construtivos industrializados a se disseminar. Tanto que nem aparece na lista dos principais processos industrializados introduzidos na década de 90, remontando, ainda no final da década de 70, e tendo se estabelecido para valer no final da década de 80. 

Uma das principais razões do sucesso foi o fato de ter reduzido drasticamente o tempo de uma concretagem e, portanto, teve impacto na produtividade do processo construtivo.

Outro ponto positivo é o fato de, em tese, reduzir a possibilidade de erros humanos no processo de maior importância do canteiro, a fabricação do concreto, pois o traço (mistura de cimento, concreto, areia e aditivos - quando for o caso) é feita numa central fora do concreto e que, hoje, é 100% automatizada. O aspecto da segurança do traço deve ser enfatizado hoje em dia, quando a qualidade dos agregados utilizados na mistura (brita e areia) não é a mesma de anos atrás, dada a dificuldade de prospecção destas jazidas. O processo é bastante complexo, devido a rigorosas leis ambientais”.

Dionyzio Klavdianos
Vice-presidente do Sinduscon-DF e presidente da Comissão de Materiais e Tecnologia da entidade



De conservador ao moderno 

Ao longo de décadas, a construção civil brasileira no ramo imobiliário era bastante conservadora na aplicação de novas tecnologias e métodos construtivos, parte motivada pela disponibilidade de mão de obra a baixo custo. Era mais barato contratar diversos operários, mesmo com baixa produtividade, do que investir em equipamentos ou em desenvolvimento tecnológico. Parte disso pela dificuldade do brasileiro em aceitar novos produtos como paredes pré-fabricadas, por exemplo, em gesso acartonado (DRY Wall), ou mesmo em madeira, utilizado por vários anos nos Estados Unidos e Europa.


Seria um equívoco destacar um único motivo para a evolução na construção civil. Nos últimos anos, houve um investimento grande das construtoras no desenvolvimento e emprego de novas tecnologias, como paredes em concreto, formas metálicas, concretos de alto desempenho, instalações elétricas e hidráulicas com uso de mangueiras e materiais flexíveis, pisos  e tubulações com isolação acústica para evitar a transmissão de barulhos entre os vizinhos dos edifícios, entre outros. Há uma busca pelo aumento da produtividade, redução de desperdícios e custos, motivados pela falta de mão de obra e ganho de competitividade.

Podemos destacar também o investimento na criação de processos e procedimentos construtivos para garantir padronização e melhor controle da qualidade, uso de softwares para desenhar em 3D e cálculos de estruturais.

As construtoras oferecem diversas opções para o cliente personalizar o apartamento, alterando a planta, revestimentos, grandes terraços chamados “Gourmet” com churrasqueira e interligado com a cozinha. Os condomínios viraram verdadeiros clubes com infraestrutura de lazer e segurança.

Nos últimos cinco anos, com o aquecimento da economia, houve uma corrida pela abertura de capital de dezenas de construtoras, além do incentivo dos governos para fomentar a construção de moradia popular com crédito disponível para sustentar esse crescimento.

Para finalizar, destaco também a elaboração da Norma de Desempenho, que estabelece as garantias, durabilidade e conforto das residências e edificações.

Joelson Santos, gerente de engenharia da Tecnisa Engenharia.


Fonte: Redimob.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Facebook vai mudar bruscamente!





Mark Zuckerberg habituou o mundo a uma coisa e agora pretende mudá-la. O Facebook, a maior rede social do mundo, a caminho dos 800 milhões de utilizadores, vai mudar radicalmente. Na conferência F8, onde estiveram presentes milhares de programadores, o criador e CEO da rede mostrou a nova forma de interação com a rede social.



‘Timeline’ é a principal novidade

Basicamente, o Facebook passará a ser algo como um jornal pessoal de cada um. A ‘Timeline’ vem pra acabar com o velho perfil e transformá-lo na sua vida, autenticamente. Os utilizadores vão passar a publicar mais sobre a sua vivência, desde a nascença até aos dias de hoje. O objetivo principal é de fato dar aos outros a possibilidade de saber mais sobre si e sobre a sua história, permitindo-lhes saber mais sobre o seu passado, e não apenas sobre o que lhe acontece nos dias de hoje. O topo da página vai de encontro a isso mesmo, onde aparecerá uma fotografia sua preenchendo toda a tela.


Feed de notícias renovado e polêmico

Até agora, na primeira página do Facebook, você poderia ver as atualizações dos seus amigos, ou das páginas que segue. As opções não eram muitas, mas para grande parte, eram suficientes. Ou via as principais, que normalmente eram atualizações com datas até 48 horas antes, no máximo, ou escolhia as mais recentes, e estava a par de tudo, praticamente em tempo real.

É aqui que entra uma das principais modificações do novo Facebook, ao mesmo tempo uma das mais polêmicas.

A partir de agora, a forma como o conteúdo é disponibilizado muda radicalmente. No topo passamos a ter as notícias principais, e no fundo as mais recentes. As primeiras são controladas a partir de uma série de fatores como a relação que temos com o autor por exemplo. O conteúdo mais pobre, com menos comentários e gostos perde relevância.



Música junta amigos virtualmente

Outra das grandes novidades da F8, embora o rumor já circulasse há muito tempo na internet, é o serviço de música que o Facebook vai passar a disponibilizar. A partir de uma parceria com a Spotify, vai ser possível ouvir música na rede social, juntamente com amigos, como se tivesse com eles num bar ou numa discoteca.

Todas estas novidades foram apresentadas na F8, conferência anual da rede social. Algumas já fazem atualmente correr milhares de críticas ao Facebook. Grande parte dos utilizadores não concordam com as mudanças e alguns dizem-se até confusos.

Embora sejam as mudanças mais radicais na rede social, é certo que não são as primeiras. No passado, outras foram contestadas, mas os utilizadores acabaram por se habituarem às novas ‘leis’ de Zuckerberg. Segundo alguns especialistas, é tudo uma questão de tempo.

Como já é habitual, as mudanças serão implementadas de uma forma gradual nas próximas semanas.

Veja o vídeo de apresentação do 'Timeline':


quarta-feira, 23 de março de 2011

Estratégias do mercado imobiliário x mídias sociais.

Especialista afirma que não basta estar presente no meio digital, é necessário utilizar as mídias sociais como um canal de comunicação direta entre marcas e consumidores.




Com a revolução das mídias sociais e a internet consolidada como uma nova estratégia de marketing para fidelizar clientes e relacionamentos, as empresas se rendem ao mundo digital. Mas não é apenas uma empresa que pensa utilizar a internet para obter este destaque. E agora? Em meio a tantas informações, como empresas do mercado imobiliário podem se destacar no meio digital?


Segundo o diretor comercial da agência digital InMeta, Eduardo Luiz Prange Junior, a relação entre mercado imobiliário e mídias sociais está a cada dia mais consolidada. “Não consigo imaginar estratégias no mercado imobiliário sem falar em mídias sociais. As pesquisas estão aí e provam que hoje em dia qualquer pessoa antes de adquirir ou alugar um imóvel vai antes na internet para pegar referência e buscar a opinião de outros consumidores antes de tomar qualquer decisão.”

O relacionamento que pode ser promovido entre as redes sociais, as marcas e os usuários vão muito além de um alcance regional. “A internet não tem barreiras e nem fronteiras. Enxergo o mercado imobiliário nacional tão aquecido quanto o mercado de internet e tudo isto relaciono ao aumento do poder de consumo e da facilidade de acesso a informação da classe social predominante em nosso país, a Classe C,” afirma Prange Junior.

Rede Social não é modismo

A melhor forma das empresas se destacarem nas mídias sociais e mais precisamente, nas redes sociais é fazendo a utilização devida das ferramentas e trabalhando na essência destas que é o relacionamento. “Muitas empresas tratam as redes sociais como um modismo, como ferramentas pelas quais precisam estar presentes. Porém, o grande negócio dentro destas redes é utilizá-las como um canal de comunicação direta entre as marcas e os consumidores, afinal as redes sociais são movidas por pessoas que procuram falar e serem ouvidas,” explica.

Prange Junior acredita que tratar as pessoas como pessoas já pode ser considerado um grande diferencial. “Uma prática muito comum neste mercado está na automatização de respostas das marcas para com o público, onde os usuários são vistos como números e não como peças chave para o sucesso das empresas,” finaliza.

Por: Redação Redimob.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Palhoça Sustentável!!


Que tal transformar lixo em carvão vegetal? Esse é o projeto de Cidade Natureza Limpa que foi apresentado ontem (15) em Palhoça pelo empresário Mário Martins aos prefeitos catarinenses, no auditório da prefeitura.    



Os municípios de Palhoça e Santo Amaro da Imperatriz, da Grande Florianópolis, podem sair na frente em instituir, efetivamente, o modelo de Cidade Natureza Limpa. Em outras palavras: Palhoça e Santo Amaro podem a um curto prazo de tempo transformar o lixo em carvão vegetal. 

Esse foi o resultado da viagem da comitiva catarinense, liderada pelos prefeitos de Palhoça, Ronério Heiderscheidt, e de Santo Amaro da Imperatriz, Edésio Justen, na sexta, dia 10, ao município de Unaí, em Minas Gerais, quando visitaram a usina Natureza Limpa, que é um sistema revolucionário e sustentável que possibilita a produção de energia termoelétrica, através de briquetes de carvão. Trata-se na prática de receber o lixo, reciclá-lo, carbonizá-lo a temperaturas de 600 a 700 graus, o que gera produtos líquidos como alcatrão, óleo vegetal, liguinina, entre outros. Do produto sólido, o resultado é o carvão vegetal, que é o material usado na própria energização da usina.

O prefeito Ronério Heiderscheidt, disse que o investimento para transformar o lixo é de R$ 15 milhões e o prazo para a usina estar funcionando é de seis meses. Como destacou o prefeito Ronério, na realidade a idéia é formar um consórcio entre os municípios da região metropolitana interessados em dar um destino adequado e ecologicamente correto ao lixo.  

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Nokia e Microsoft se unem na guerra dos celulares inteligentes.

Nokia e Microsoft se uniram nesta sexta-feira para criar um rival para o iPhone, em uma tentativa de encarar Google e Apple no mercado de celulares inteligentes.


Em uma reviravolta estratégica, a Nokia anunciou que usará o sistema Windows Phone 7 da Microsoft como plataforma de software para seus celulares inteligentes, mudança que representa o ponto principal do esforço de seu presidente-executivo, Stephen Elop, para restaurar o terreno perdido pela maior fabricante mundial de celulares. "Agora a corrida tem três cavalos", afirmou Elop.



Os investidores não se deixaram convencer pela estratégia de Elop e as ações da Nokia caíram em mais de 11% como reação do mercado à informação de que 2011 e 2012 serão "anos de transição" e de estabelecimento da parceria.

O acordo terá impacto negativo sobre as margens da Nokia em curto prazo, disseram os analistas. A Nokia informou que sua margem operacional será de "10% ou mais" depois do período de transição.

"Eles anunciaram uma grande união com a Microsoft, mas ao mesmo tempo não reduziram seus gastos com pesquisa e desenvolvimento. Já que as pessoas que encaravam as ações da empresa de modo positivo antecipavam margens da ordem de 15% ou mais para os aparelhos em 2012, podemos ver alguns cortes nas estimativas", disse Richard Windsor, estrategista mundial de tecnologia da Nomura.

A parceria representa um grande avanço para a Microsoft, que vem há anos batalhando para se estabelecer no mercado de comunicação sem fio.
A plataforma Windows Phone, que tinha 2% do mercado no trimestre passado, é reconhecida pelos especialistas do setor como uma tecnologia avançada, mas não conquistou sucesso entre os consumidores.

A decisão de formar uma aliança com a Nokia pode levar outros fabricantes de celulares a optarem por não usar o software, mas os analistas afirmaram que, de modo geral, foi a Microsoft que saiu mais beneficiada do acordo.

"Não vejo LG, Samsung, HTC instalando o Windows Phone em seus aparelhos. Eles estão apostando no Android", disse Carolina Milanesi, analista do setor na empresa de pesquisa de mercado Gartner.

Com a parceria, a Nokia afirmou que vai usar o sistema de busca online Bing, da Microsoft como ferramenta de pesquisa em todos os seus aparelhos, potencialmente abrindo um enorme mercado para a gigante do software que busca se firmar como um desafio ao Google no segmento.

Analistas afirmaram que a Nokia, que investiu bilhões de dólares na construção de uma plataforma de serviços móveis de internet, efetivamente admitiu derrota nessa estratégia quando acertou a aliança com a Microsoft.

"Esta é uma admissão franca de que a estratégia da Nokia fracassou e marca a gravidade da posição da empresa. Tal parceria seria simplesmente impensável apenas 12 meses atrás", disse Geoff Blaber, da CCS Insight.

Na tentativa de reverte sua posição difícil no mercado de smartphones, o presidente do conselho da Nokia Jorma Ollila trouxe Elop da Microsoft, em setembro passado. O executivo de 47 anos é o primeiro não finlandês a comandar a companhia.

Elop afirmou que a parceria vai implicar em corte de empregos ao redor do mundo enquanto gasto com pesquisa e desenvolvimento também poderá ser cortado.

Fonte: Folha.com 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Engenheiros curitibanos constroem casa modelo em “wood frame”.

A tecnologia, vinda da Alemanha, traz um novo conceito em sustentabilidade, consome menos energia e tem durabilidade de 30 anos.



A construção civil busca constantemente novas tecnologias com o intuito de substituir materiais tradicionais por outros alternativos. Em Curitiba-PR, uma iniciativa inédita utiliza tecnologia sustentável avançada, vinda da Alemanha e que está presente em 90% das residências canadenses e suecas. São as casas em “wood frame”, que consomem menos energia e possuem qualidade e desempenho superiores às de alvenaria. “Estas residências podem ser construídas na metade do tempo de uma obra convencional e reduzem em até 80% a geração de resíduos sólidos,” explica o coordenador da Comissão Casa Inteligente, inserida na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), responsável pela implantação da tecnologia no Brasil, e também, diretor do Sinduscon-PR , Euclésio Manoel Finatti.

A busca pelo diferente

Finatti conta que após dois anos de pesquisas, um grupo de seis engenheiros de Curitiba-PR decidiu inovar e buscar um processo construtivo que já fosse testado e difundido nas principais economias mundiais. E motivos não faltaram para a nova aposta. “Esta é uma tecnologia desenvolvida a mais de cem anos e incorpora alguns dispositivos para racionalizar o consumo da água e energia, passando pela seleção de materiais que reduzem também o impacto gerado pelo ato de edificar e operar uma casa,” comenta Finatti. 

Em meados de 2009, este grupo foi convidado pelo Ministério da Economia de Baden Wurttemberg (estado alemão), e pela empresa Weinmann, a participar de uma comitiva brasileira que teve como objetivo o início da transferência tecnológica e o fomento de uma rede de negócios voltada para a implantação do modelo no Brasil e América Latina.

No mesmo período, juntamente com o SENAI, FIEP e 35 empresas entre construtoras e fornecedores, houve a criação da Comissão Temática Casa Inteligente, posicionada dentro da FIEP. “Assim, pode-se trabalhar questões relacionadas a financiamentos, mão de obra, matéria prima, divulgação e networking”, comenta Finatti.

A construção da casa modelo

Para fazer desse processo construtivo um sistema totalmente aprovado por todos os órgãos oficiais, foi executado uma casa modelo, que foi inclusive escolhido pela Revista Claudia um dos três melhores projetos executados voltados para sustentabilidade. Atualmente está sendo montada dentro da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) uma nova casa modelo.

“Iniciamos todas as discussões inerentes aos desafios do novo processo construtivo, que envolve o mercado e as tradições das construções no Brasil, questões financeiras para aprovação nos órgãos competentes, as pesquisas necessárias para tais aprovações, a aceitação do mercado consumidor, entre outras situações que fazem do processo um desafio a ser vencido em cada uma de suas etapas,” comenta o engenheiro.

A durabilidade da construção é de trinta anos, e os interessados não tardaram a aparecer. “Vários projetos de casas estão sendo estudados com clientes que tem interesse de fazer suas residências com este processo construtivo voltado a sustentabilidade,” comenta.

Fonte: Redimob