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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Prospectar clientes em redes sociais exige criatividade do corretor de imóveis

Especialista alerta que é preciso sair da zona de conforto para que as ações tragam bons resultados.



A prospecção de novos clientes é um desafio árduo que requer paciência e também um toque de criatividade. Com um alto número de clientes acessando diariamente as redes sociais, os corretores de imóveis veem em plataformas, como Facebook, uma grande oportunidade de alavancar negócios. A questão é: como fazer isso?

O palestrante em vendas e especialista em desenvolvimento pessoal, André Vinícius da Silva, constantemente observa os corretores de imóveis na arte de prospectar via internet, mas ainda lamenta os resultados.

“A ação é sempre assim: postam informações sobre produtos, compartilham e passam horas na internet fazendo a mesma coisa, todos os dias, para os mesmos contatos. Mas se você tem 200, 300 ou 500 contatos no Facebook e diariamente posta as mesmas coisas, do mesmo jeito, utilizando as mesmas estratégias, fica claro que seus amigos já sabem o que você vende. Então por que insistir da mesma maneira?”, indaga André Vinícius, em seu blog.

O que muita gente ainda não entendeu é que a internet é uma grande ferramenta para vender mais, mas não é a única. “Ficar compartilhando produtos nas redes sociais é muito mais cômodo do que ligar para clientes, visitar investidores ou fazer qualquer outra prospecção que exija sair da zona de conforto. O problema não é prospectar nas redes sociais. O problema é quando você não está tendo resultados e insiste no erro”.

Fonte: Redimob


terça-feira, 22 de maio de 2012

Como o corretor de imóveis pode se destacar nas redes sociais

Desenvolver campanhas com promoções, anúncios e interagir com o público são alguns passos para obter diferenciais.



Saber explorar as novas tecnologias é um dos segredos para o sucesso do corretor de imóveis no mundo online. Segundo a coordenadora de Projetos da Base Software, Gabriela Mizzarela, não basta estar presente nos canais sociais. “O corretor tem que interagir com seus fãs ou seguidores. É importante também não publicar a mesma informação no mesmo formato que publicou no Twitter, por exemplo. O corretor deve explorar as possibilidades”, afirma a especialista. 

Desenvolver campanhas com promoções, anúncios, também é outra alternativa. “O profissional pode publicar vídeos dos melhores imóveis disponíveis na carteira no Youtube e compatilhar no site. Capriche na apresentação e se destaque dos concorrentes”, comenta Gabriela.


• Crie e personalize sua página no Facebook. Inclua seu logotipo, uma imagem de capa e informações da empresa tais como: área de atuação, tempo no mercado, telefones, site. Caso você tenha criado um perfil para sua empresa, não se desespere. É possível fazer a migração clicando no link https://www.facebook.com/pages/create.php?migrate. Lembre-se: pessoa tem perfil, empresa ou negócio tem página.

• Crie uma conta no Twitter, inclua uma imagem de perfil e não esqueça de trocar a imagem de fundo (background).

• No Linkedin, se conecte a pessoas com o mesmo interesse profissional, participe de grupos, leia artigos, troque informações e experiências, mostre que você está envolvido na sua área de atuação. O Linkedin foi feito para você colocar informações profissionais, portanto tome cuidado com o que compartilha.

• Utilize o recurso “Facebook Questions” e promova enquetes relevantes para seus fãs.


Fonte: Redimob


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Facebook fixa preço de ação para IPO entre US$ 34 e US$ 38

Rede social aumenta valor de papéis do que pode ser a maior oferta pública do Vale do Silício



SÃO FRANCISCO - A rede social Facebook aumentou a faixa de preço da maior oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do Vale do Silício, para levantar mais de US$ 12 bilhões, o que pode avaliar a empresa em mais de US$ 100 bilhões. A companhia fundada em um dormitório de Harvard por Mark Zuckerberg e seus amigos elevou a faixa de preço das ações para entre US$ 34 e US$ 38 por papel em resposta à forte demanda.

Anteriormente, a faixa ia de US$ 28 a US$ 35, segundo informações da companhia enviadas nesta terça-feira à Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado mobiliário americano. A rede social informou nesta terça-feira à SEC, em novos documentos, que vai vender 337,4 milhões de ações.

O aumento da estimativa de preço pode avaliar o Facebook em entre US$ 93 bilhões e US$ 104 bilhões, rivalizando com potências da internet como Amazon e superando o valor combinado das empresas Hewlett-Packard e Dell.

No ponto médio da faixa, o Facebook pode levantar US$ 12,1 bilhões, superando o arrecadado pelo IPO da Google em 2004.

Wall Strett já esperava que a rede social aumentasse a faixa de preço diante do interesse dos investidores. O Facebook pretende encerrar o período de reserva de seu IPO no final desta terça-feira, dois dias antes do previsto, num sinal de que a operação atraiu forte demanda de investidores, segundo uma fonte informou à Reuters ainda na segunda-feira.

A rede social deve divulgar o preço por ação na quinta-feira e os papéis devem começar a ser negociados na sexta-feira.

Roadshow segue de Chicago para Kansas e Denver

O Facebook planeja vender 337,4 milhões de ações, isso significa que venderá 12,3% da empresa e a meta de arrecadação de capital supera de longe a de outros IPOs de gigantes de internet. A Google levantou tímidos US$ 2 bilhões em 2004, enquanto no ano passado o Groupon arrecadou dos investidores US$ 700 milhões e a Zynga US$ 1 bilhão - duas start-ups.

O IPO acontece em meio a preocupações de alguns investidores em razão de o Facebook ainda não ter lançado uma forma de ganhar dinheiro com acessos via dispositivos móveis. Há um número crescente de usuários que acessam a rede social em tablets e smartphones, tendência mundial.

Os executivos da empresa reuniram-se com potenciais investidores em Chicago na segunda-feira e estão programados para viajar para Kansas City e Denver, antes de voltar a Menlo Park, Califórnia, onde é a sede Facebook.

Há vários bancos de Wall Street subscrevendo oferta pública de ações do Facebook como Morgan Stanley, JPMorgan e Goldman Sachs. As ações do Facebook serão negociadas na Nasdaq sob o símbolo "FB", diz a agência.

ISE oferecerá opções de ações a partir de 29 de maio

Plataforma de negociação International Securities Exchange (ISE, na sigla em inglês) disse nesta terça-feira que pretende oferecer opções de ações do Facebook a partir de 29 de maio, pouco mais de uma semana após a esperada estreia dos papéis da rede social na Nasdaq, prevista para sexta-feira (18).

Outras ofertas de opções de ações devem se seguir ao anúncio da ISE. A data de listagem de opções depende da conclusão bem-sucedida do IPO do Facebook. A ISE é controlada pela bolsa de derivativos Eurex.


Fonte: O GLOBO

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Classificados integrados às redes sociais: como conciliar relacionamento e venda?

Empresas do mercado imobiliário apostam nesta estratégia para se relacionar com o cliente, divulgar informações e apresentar oportunidades de compra via redes sociais.




O cliente navega no Facebook para se relacionar com seus amigos. Mas caso tenha interesse, também pode buscar o imóvel do seu sonho e ao mesmo tempo interagir com a empresa que oferece o produto. Relacionamento e vendas caminham juntos? Claro que sim. Algumas empresas no mercado imobiliário começam a integrar a sua área de classificados através de diversos canais sociais, como Facebook, por exemplo. 


O portal VivaReal foi uma das empresas que há cerca de um mês implantou esta iniciativa. Mesmo sem grande divulgação da funcionalidade, os usuários rapidamente passaram a enviar comentários e a interagir com os anunciantes “Isso permite um atendimento mais personalizado, ágil e direto”, segundo o Co-Fundador do portal, Diego Simon.

Mais do que oferecer uma venda, esta estratégia de marketing proporciona uma nova forma de relacionamento com o cliente. O gerente de Marketing e Novos Negócios do Grupo Home Hunters, Guilherme Carnicelli, afirma que a integração com os canais sociais possibilita à empresa não apenas vender, mas também informar. “Nossa ideia é divulgar, através desse canal, informações relevantes para os nossos "amigos e seguidores" enquanto apresentamos boas oportunidades de imóveis para compra e locação”, explica.

Relacionamento e venda

O publicitário com pós-graduação em novas Mídias, Rádio e TV, Israel Degásperi, ressalta que a internet e as mídias sociais são o primeiro passo que o brasileiro e todos os consumidores no mundo usam para saber mais sobre um produto, e principalmente se seus amigos ou pessoas que fazem parte da rede de contatos recomendam aquele produto ou serviço.

As empresas que decidem atuar com consciência nas mídias sociais estão se beneficiando do relacionamento com o cliente nos ambientes virtuais, segundo Degásperi. "Ações, como responder dúvidas pelo twitter e pelo facebook, produzir conteúdo de qualidade em um blog,proporcionar a experiência de contato e compra via facebook ou aplicativo de iphone são algumas das iniciativas que aproximam empresa e cliente nas mídias sociais”, finaliza.

Por: Redação Redimob.



segunda-feira, 2 de maio de 2011

“Corretor Global” discute mercado imobiliário atual e a eficácia da internet e redes sociais para ampliar relacionamentos.

O evento ocorreu no Centro de Convenções Bolsa do Rio e buscou preparar os corretores de imóveis para atender o mercado imobiliário internacional.


Os corretores de imóveis conheceram ontem novas possibilidades para ampliar seus relacionamentos e negócios e se tornar um verdadeiro “Corretor Global”. O evento, uma iniciativa do Redimob, ocorreu no Centro de Convenções Bolsa do Rio, no Rio de Janeiro, e reuniu lideranças do mercado imobiliário, como o vice-presidente do Creci-RJ, Edécio Cordeiro, o Presidente da Cooperativa dos Corretores de Imóveis do Estado do Rio de Janeiro (CCIERJ), Manoel Teixeira; o presidente do BIB-RIO Bolsa de Imóveis; Laudimiro Cavalcanti; o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio Grande do Norte (CRECI-RN), Waldemir Bezerra de Figueiredo, entre outros convidados.


Capacitação: caminho para a atuação global

O evento iniciou com a exposição do presidente do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro da Silva, que falou sobre o tema: “Momento Brasil, oportunidades atuais e futuras e o preparo necessário dos corretores na transformação das oportunidades e projetos em negócios”. João Teodoro ressalta que a educação é fundamental para ampliar a visão global dos corretores e enfatizou a importância do curso superior em Gestão de Negócios Imobiliários. “Temos que nos que nos especializar e buscar a formação continuada, agindo com ética, que atualmente é o principal entrave na atuação dos corretores de imóveis, principalmente entre profissionais,” ressalta.

A presidente da National Association of Realtor (NAR) para a América do Sul, Aida Turbow, foi uma das presenças mais aguardadas do evento. Aida, também palestrante do primeiro painel, falou do momento “BRIC” que o mundo está vivendo, ou seja, que os países Brasil, Rússia, Índia e China estão movendo a economia mundial e os profissionais do mercado imobiliário devem aproveitar este momento. “Nesse contexto é necessário transformar oportunidades em negócios, onde o profissional pode utilizar a sua expertise local para ampliar dimensões,” comenta.

Atuar globalmente está virando uma necessidade. A mudança do perfil do consumidor é um dos motivos, pois eles são o grande concorrente do profissional, segundo Aida. “Os consumidores do século XXI mudaram o perfil. Cerca de 90% deles estão presentes na internet e quando procuram o corretor de imóveis, sabem exatamente o que querem. Por isso os corretores de imóveis devem estar um passo a frente dos consumidores que sabem tanto quanto eles,” explica.


Tecnologia como aliada

No segundo painel, os corretores de imóveis conheceram novas possibilidades para fazer da tecnologia e das redes de relacionamento o seu grande aliado para auxiliar na expansão dos seus relacionamentos. O primeiro painelista a debater o tema foi o diretor executivo e co-fundador do Portal VivaReal, Diego Simon, que destacou a internet como a porta de entrada para a realização dos negócios. “A internet é a única opção de busca para investidores estrangeiros em um primeiro momento e é a forma de conectar compradores e vendedores do mundo todo,” ressalta.


Para se especializar em atendimento aos corretores estrangeiros, Simon destaca algumas ações que podem ser executadas. “É importante comunicar claramente sua forma de trabalho, conhecimento sobre legislação de imigração no Brasil e pesquisar sobre o próprio mercado para transmitir segurança ao investidor. Também é importante comprometer-se a acompanhar a compra até sua conclusão, pois com os trâmites burocráticos, é muito comum que haja desistência de atender o cliente estrangeiro,” ressalta.


Redes sociais: o passo para a credibilidade

O Gestor do Redimob, Leonardo Stuepp Jr. encerrou o debate do segundo painel, no qual falou sobre a importância da presença dos corretores de imóveis nas redes sociais. “As redes sociais são uma das ferramentas mais práticas para a atuação global do corretor de imóveis. Esse ecossistema possibilita que os usuários compartilhem suas informações, se relacionem e consequentemente realizem negócios globalmente,” comenta.

Stuepp Jr. comenta que nesse contexto global, o nível do sucesso profissional está aliado à sua rede de relacionamentos. “Nunca foi tão fácil se conectar. As redes sociais geram credibilidade, integram soluções, potencializam atuação, maximizam conexões. E todo esse aperfeiçoamento visa a maturidade do mercado, que deve aliar ações on e offline para maior crescimento,” finaliza.

Fonte: Redimob.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Estratégias do mercado imobiliário x mídias sociais.

Especialista afirma que não basta estar presente no meio digital, é necessário utilizar as mídias sociais como um canal de comunicação direta entre marcas e consumidores.




Com a revolução das mídias sociais e a internet consolidada como uma nova estratégia de marketing para fidelizar clientes e relacionamentos, as empresas se rendem ao mundo digital. Mas não é apenas uma empresa que pensa utilizar a internet para obter este destaque. E agora? Em meio a tantas informações, como empresas do mercado imobiliário podem se destacar no meio digital?


Segundo o diretor comercial da agência digital InMeta, Eduardo Luiz Prange Junior, a relação entre mercado imobiliário e mídias sociais está a cada dia mais consolidada. “Não consigo imaginar estratégias no mercado imobiliário sem falar em mídias sociais. As pesquisas estão aí e provam que hoje em dia qualquer pessoa antes de adquirir ou alugar um imóvel vai antes na internet para pegar referência e buscar a opinião de outros consumidores antes de tomar qualquer decisão.”

O relacionamento que pode ser promovido entre as redes sociais, as marcas e os usuários vão muito além de um alcance regional. “A internet não tem barreiras e nem fronteiras. Enxergo o mercado imobiliário nacional tão aquecido quanto o mercado de internet e tudo isto relaciono ao aumento do poder de consumo e da facilidade de acesso a informação da classe social predominante em nosso país, a Classe C,” afirma Prange Junior.

Rede Social não é modismo

A melhor forma das empresas se destacarem nas mídias sociais e mais precisamente, nas redes sociais é fazendo a utilização devida das ferramentas e trabalhando na essência destas que é o relacionamento. “Muitas empresas tratam as redes sociais como um modismo, como ferramentas pelas quais precisam estar presentes. Porém, o grande negócio dentro destas redes é utilizá-las como um canal de comunicação direta entre as marcas e os consumidores, afinal as redes sociais são movidas por pessoas que procuram falar e serem ouvidas,” explica.

Prange Junior acredita que tratar as pessoas como pessoas já pode ser considerado um grande diferencial. “Uma prática muito comum neste mercado está na automatização de respostas das marcas para com o público, onde os usuários são vistos como números e não como peças chave para o sucesso das empresas,” finaliza.

Por: Redação Redimob.