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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Edifício mais alto do mundo será construído sobre ilhas artificiais.

Arranha-céu no Azerbaijão terá mais de 1 km de altura.

O Azerbaijão, localizado na fronteira entre a Europa e a Ásia, vai abrigar o edifício mais alto do mundo. A Azerbaijan Tower, projeto do grupo Avesta, faz parte de um grande empreendimento para a construção de uma nova cidade sobre ilhas artificiais localizadas a 27 km da capital do país, Baku. O projeto prevê que a torre tenha 1.050 m de altura, ultrapassando o prédio mais alto do mundo na atualidade, o Burj Khalifa, em Dubai, nos Emirados Árabes, com 828 m de altura, e até a Kingdom Tower, que deverá ser construída em Jeddah, na Arábia Saudita, com 1.000 m de altura.

A previsão é que a torre tenha 189 andares e seja o principal edifício das ilhas. O prédio será composto por uma estrutura central principal, circundada por outras seis menores. Todas as estruturas são circulares com tamanhos diferentes, sendo que algumas terminam planas no topo, enquanto outras têm a parte superior inclinada. O edifício utiliza vidro em grande parte das fachadas, principalmente na sua parte superior.

Juntamente com a torre, haverá centenas de outros edifícios, incluindo edifícios altos, entre 25 e 60 andares. Com planejamento para abrigar 1 milhão de pessoas, a cidade deve receber 150 escolas, 50 hospitais, parques, shoppings, centros culturais, universidades e até uma pista para corridas de Fórmula 1. Todos esses edifícios foram planejados para resistir a terremotos de 9 graus na escala Richter.

A construção do edifício deve começar em 2015, levando entre três e quatro anos para ser finalizada com o investimento de aproximadamente US$ 2 bilhões. Já todo o arquipélago artificial tem previsão de término em 2022, com custo aproximado de US$ 100 bilhões.

Edifício deverá ter 1.050 m de altura.

Prédio faz parte de uma nova cidade que será construída sobre ilhas artificiais.

Arquipélago deverá ser finalizado somente em 2022.

1 milhão de pessoas deverá morar na nova cidade.

Fonte: PINIWeb

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Caixa lança concurso público para arquitetos e engenheiros.

Provas para formação de cadastro reserva serão realizadas em todo o país. Salário mensal é de R$ 7.734.


A Caixa Econômica Federal (CEF) realizará concurso público para formação de cadastro reserva em todos os Estados do país, com vagas para arquitetos e engenheiros civis. Para as duas áreas, o salário mensal é de R$ 7.734 para 40 horas de trabalho semanais. O banco não informou o número de vagas disponíveis para cada local nem garantiu a contratação dos aprovados.

Para os arquitetos contratados, a principal função será "subsidiar a aplicação dos recursos destinados às operações de fomento e a criteriosa contratação e acompanhamento de obras e serviços correlatos, visando à homogeneidade e segurança nas instalações físicas e funcionais da Caixa". Já o engenheiro civil terá que "atuar como agente promotor do desenvolvimento do ambiente em suas diversas dimensões, de forma a contribuir para a garantia da viabilidade econômica e social dos projetos da Caixa".

De acordo com o edital, o processo seletivo compreenderá quatro etapas: aplicação de provas objetivas e discursivas, avaliação de títulos e exames médicos admissionais. As três primeiras etapas serão realizadas pela Fundação Cesgranrio e a última, pela Caixa. As provas serão realizadas simultaneamente nas capitais dos Estados no dia 15 de abril de 2012.

As inscrições poderão ser realizadas pelo site entre esta segunda-feira (27) e o dia 13 de março, sob o pagamento de taxa de R$ 73. Os resultados finais serão divulgados no dia 9 de julho de 2012.

Fonte: PINIWeb.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Arquitetura inspiradora em ambientes gastronômicos.


A decoração de bares e restaurantes precisa estar em sintonia com o perfil do público.

É costume pensar em casas e apartamentos, bem como seus ambientes, quando o assunto envolve arquitetura e decoração. Afinal, ideias inspiradoras para o lar é o que não faltam. Mas a inspiração nos projetos arquitetônicos também chega aos bares e restaurantes, ponto de encontro para uma descontração com os amigos ou fazer uma refeição.

Segundo a arquiteta Karoline Stolf, é necessária a realização de um projeto arquitetônico consistente nestes locais, primando pela distribuição perfeita dos espaços, que contribuirá para o melhor funcionamento do local. “É importante ressaltar que a decoração, como os móveis, acabamentos, equipamentos e materiais precisam estar de acordo com o público a ser atingido”, comenta.

O plano de negócios, com definição do tipo de serviço a ser prestado, público-alvo, determinação de objetivos, estratégias de marketing, ações organizacionais é o primeiro passo para o desenvolvimento de todo projeto. “A partir do plano de negócios, há uma série de necessidades a serem implantadas nos projetos arquitetônicos destes ambientes, entre eles:

• Área de serviço para lavação de louças, toalhas;

• Banheiro para funcionários;

• Depósito de materiais;

• Estocagem de matéria prima;

• Cozinha industrial e manipulação de alimentos;

• Bar e produção de bebidas;

• Logística de garçons;

• Recepção/espera;

• Salão principal para mesas;

• Salas particulares com mesas

• Iluminação, temperatura, decoração agradáveis;

• Brinquedoteca;

• Escritório administrativo;

Saiba outros pontos fundamentais para a implantação de projetos destinados a estabelecimentos gastronômicos no blog de Karoline Stolf - Arquitetura dos sabores

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Casa bonita (e barata).

Arquiteta dá dicas simples para mudar o visual da sua casa sem gastar muito.

Você não precisa ter móveis incríveis ou um espaço muito grande, nem muito menos enfrentar uma reforma pesada para deixar a casa bonita. Existem itens que podem fazer a diferença na decoração. São detalhes que, juntos ou até mesmo sozinhos, custam pouco e deixam os ambientes com um ar mais sofisticado. A arquiteta Carolina Wambier listou dez. A partir desta quarta (21) até o dia 19 de outubro ela ministra o curso Arquitetura da intimidade: Design de Interiores no Polo de Pensamento Contemporâneo (POP), no Jardim Botânico. Anote as dicas desde já.

1 - Arranjo de flores naturais

Flores deixam a casa mais viva e cheirosa. Elas não são apenas um detalhe estético, mas sim uma das poucas coisas que mostram que alguém vive ali, além de revelar um pouco mais sobre o perfil do morador. Rosas, flores do campo, lírios, cada uma corresponde a uma personalidade diferente.


2 - Uma luminária Tolomeo

Luminária ícone do design, ela deixa qualquer ambiente mais sofisticado e elegante. Independente do estilo do dono, este objeto dá um ar descolado para qualquer decoração, além de mostrar que quem mora ali entende pelo menos um pouco de design.




3 - Muitos tecidos coloridos

Ao invés de tecidos monocromáticos nas almofadas ou no sofá, tecidos coloridos e/ou estampados comprados em viagens ou na lojinha do bairro dão mais vida para qualquer ambiente e fazem a decoração fugir do comum.




4 - Tapete grande de uma cor só

Além de deixar o ambiente mais aconchegante, o tapete delimita espaços, permite andar descalço e ainda esconde possíveis imperfeições no piso. Tapetes de apenas uma cor são curingas e permitem usar cores vivas em outras peças.




5 - Cadeira de design brasileiro

O Brasil tem excelentes designers, e uma boa cadeira faz toda a diferença na decoração. Sergio Rodrigues e Claudia Moreira Salles, por exemplo, fazem modelos incríveis, daqueles que são reconhecidos por qualquer pessoa.


6 - Mesa de jantar de madeira

Uma boa mesa de jantar feita de madeira dura gerações, envelhece de forma bonita e, mesmo manchada, tem seu charme. Nas refeições, ela dá a sensação de confiança e aconchego.


7 - Muitos livros e revistas

Assim como flores, livros e revistas revelam quem mora na casa. Além disso, dão um ar descolado e, empilhados, podem ainda se transformar em uma mesinha.



8 - Cortinas brancas leves

O Rio de Janeiro é uma cidade balneário. Portanto, cortinas pesadas não fazem muito sentido. Já as brancas e leves permitem à luz do dia entrar no ambiente e ainda dão um charme especial para a casa quando bate uma brisa.





9 - Banco curinga

Um banquinho pequeno pode servir de apoio para os pés, suporte para o lanche ou ainda virar uma mesinha. Ele combina com todos os ambientes da casa - da sala à cozinha, do quarto ao banheiro.





10 - Um quadro bonito

Uma tela de um artista renomado ou desconhecido, uma bela fotografia profissional ou até mesmo de um amigo dão mais vida ao ambiente. Mas atenção: obras de arte devem ser pessoais. Por isso, evite gravuras compradas em museus com a reprodução de quadros de pintores como Monet e Picasso.


Fonte: Redimob

terça-feira, 28 de junho de 2011

Que tal aderir a um jardim vertical?


A técnica é antiga, mas pode ser uma excelente solução para ambientes menores e multifuncionais.



Nada como um belo jardim para dar um toque diferenciado na casa. Porém, aqueles que moram em ambientes menores, devem desistir da ideia de ter um ambiente com muito verde?

Não. Os jardins verticais vem suprir essa carência em pequenos espaços pois utiliza paredes, muros e fachadas. Segundo o blog da arquiteta Karoline Stolf, no post “Jardins Verticais: decoração sustentável”, estes podem ser implantados em um local de destaque dentro do imóvel, dando-lhe mais vida, harmonia e requinte. “Seu design diferenciado valoriza muito qualquer ambiente”, explica.

No Brasil, um dos ícones do paisagismo brasileiro é Gica Masiara, da empresa Quadro Vivo, que patenteou seu primeiro produto com o conceito de jardim vertical em 1994. Dois de seus principais projetos são “quadro vivo", considerado objeto de decoração ecologicamente correto e “painel vivo”, que pode preencher paredes e muros de qualquer tamanho.



Aumento da biodiversidade

Em geral, são utilizadas plantas de espécies epífitas, como samambaias e bromélias, que requerem poucos nutrientes e uma pequena quantidade de água para se manterem vivas e se desenvolverem. “Essas plantas conseguem retirar seus nutrientes da atmosfera, e devido a sua baixa exigência e lento crescimento, são ideais para esse tipo de jardim”, ressalta Karoline.


Os jardins verticais, além de serem uma peça diferenciada na decoração de um ambiente, possibilitam aumento da biodiversidade, conforto térmico e acústico para ambientes internos, redução da poluição do ar, emissão do carbono, ou seja, tem um papel significativo para a sustentabilidade.



“Esta técnica possibilita também diminuição da temperatura, tanto do micro quanto do macroambiente externo pelo controle da energia solar, além de contribuir para maior durabilidade dos prédios, pois diminui a amplitude térmica”, explica a arquiteta.

Por: Redação Redimob.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Arquiteto propõe mudanças no projeto Minha Casa, Minha Vida.


Só após a tragédia na região serrana do Rio, com um saldo de mais de 900 mortos pelas chuvas, é que o programa Minha Casa, Minha Vida resolveu convidar um arquiteto para pensar as construções em encostas. A presidente Dilma Rousseff chamou João Filgueiras Lima. 

"O Brasil é cheio de favelas penduradas em encostas e a Caixa não tem proposta para isso", diz Lelé, o apelido pelo qual ainda é chamado, aos 79 anos, em tributo a um meia direita do Vasco da Gama que brilhou na década de 40. 

Não tinha proposta --porque agora tem, feita pelo próprio Lelé, o mais famoso arquiteto de hospitais do país, criador de dez unidades da Rede Sarah. 

Obra de João Filgueiras Lima, que terá trabalho reunido no livro em "A Arquitetura de Lelé: Fábrica e Invenção" 
Ter sido convidado pela Presidência não transformou Lelé em adulador. Ele chama o programa Minha Casa, Minha Vida de "porcaria". 

"São horríveis, uma coisa pavorosa", diz sobre o programa criado pelo então presidente Lula em 2009 com a meta de construir 1 milhão de moradias. "O problema não é só de forma. A proposta de construção é horrorosa". 




Lelé sabe do que está falando. É o maior especialista em obras com pré-fabricados, segundo Oscar Niemeyer. Sua experiência com construções mais industrializadas começou em 1957, durante a construção de Brasília, como conta no livro "A Arquitetura de Lelé: Fábrica e Invenção", que será lançado na terça no Museu da Casa Brasileira. 

Foi na Rede Sarah de hospitais, voltada para problemas do aparelho locomotor, que Lelé transformou os pré-fabricados em estado de arte. Uniu funcionalidade, invenção e baixo custo, como diz o antropólogo Antonio Risério. 

Conhecimento
A qualidade estética dos hospitais não era o único susto. O preço de algumas obras era a metade de um similar feito por empreiteira, segundo Lelé. Em entrevista à Folha, feita por telefone, ele diz que não é só o uso de pré-fabricado que derruba o preço da obra --é o conhecimento sobre as funções do prédio. 

O arquiteto conta que aprendeu tanto sobre medicina que é capaz de ler raio-X e considera-se o melhor médico dos dois males que enfrenta: um câncer de próstata e problemas cardíacos. "É óbvio que tenho cardiologista e oncologista. Mas quem dirige o tratamento sou eu." 

Ele não faz, porém, uma defesa da especialização: "Arquiteto, por princípio, deve ser um clínico geral. Até pode se especializar, mas não pode perder a capacidade de integrar tudo". 

Há dois anos Lelé criou em Salvador o Instituto Brasileiro de Tecnologia do Habitat. Será uma fábrica de pré-fabricados para uso em obras públicas. 

Foi o instituto que criou o projeto para encostas para o programa Minha Casa, Minha Vida --casas de dois andares sobre estacas, com um bondinho sobre trilhos para levar os moradores morro acima. 

Ele diz ter uma proposta para os dois fatores mais críticos do programa: a baixa qualidade e o custo. 

"A construção civil é a coisa mais retrógrada do mundo. Se se quer construir no Brasil inteiro, impõem-se a industrialização e a qualidade. Isso só se consegue com tecnologia." 

Outro problema, de acordo com ele, são as normas da Caixa: "O programa da Caixa é tão restritivo que você acaba fazendo aquela porcaria. É preciso dar espaço para o sujeito criar".

Fonte: Folha de São Paulo (Mario Cesar Carvalho)


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

11 de dezembo - Dia do Engenheiro e do Arquiteto.




Como amanhã é o dia deles, nós da Konkreta não poderiamos deixar passar em branco. Parabéns a todos os engenheiro e arquitetos do Brasil e do mundo.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

08 de novembro - Dia mundial do Urbanismo

O Urbanismo é um campo do conhecimento considerado como ciência que tem a cidade como principal objeto de estudo. Não deve ser nada fácil cuidar e pensar na arquitetura urbana de cidades grandes e cheias de gente. Paris, a capital da França, conhecida por ser totalmente planejada, muitos falam que a cidade vista de cima parece um sol com raios de luz ao redor.




Dia Mundial do Urbanismo propõe discussão sobre crescimento urbano sustentável.

O grande desafio urbano da sociedade atual é encontrar novos caminhos que gerem desenvolvimento sustentável para as nossas metrópoles. Segundo o arquiteto e urbanista, João Ricardo Magalhães Gonçalves, sócio-diretor da ECCOX Ambiental, diante deste cenário é preciso fazer agora a escolha entre um crescimento desordenado ou um espaço público formatado capaz de absorver o novo contingente. “A falta de um planejamento para condicionar a infraestrutura e o bem-estar da sociedade resultou no que chamamos de caos urbano. Embora tenham visto iniciativas para melhorar o quadro atual, ainda assim, somos bombardeados com poluições de todas as espécies”, alerta João Ricardo. No dia 8 do mês de novembro comemora-se o dia mundial do urbanismo, e não há data melhor para que seja realizada uma discussão acerca do crescimento sustentável e organizado das cidades brasileiras.A data nasceu com o objetivo de discutir melhor o urbanismo, bem como as reais condições de vida da população das cidades. Foi decretada pela Organización Internacional Del dia Mundial del Urbanismo, em 1949, na Argentina, pelo professor Carlos Maria Della Paolera, da Universidade de Buenos Aires. “As cidades do futuro são aqueles que buscarão a auto-suficiência e a valorização de recursos locais que possibilitem, sobretudo, uma harmonia entre os recursos naturais e a qualidade de vida humana. Para haver esta condição é de suma importância equilibrar a produção econômica das cidades com a apropriação e a percepção do espaço urbano por seus habitantes”, reforça João.


Um dos índices de avaliação da qualidade de vida dos cidadãos mundialmente aceito é o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, criado pela ONU para avaliar critérios de expectativa de vida, educação e renda de cada localidade populacional. Embora não tão abrangente este índice é uma boa referência para avaliar as condições das cidades em relação ao que têm ofertado aos seus habitantes.Para que as cidades cheguem a este patamar, enquanto ambiente adequado para os cidadãos e o planeta, o urbanista aponta mudanças em áreas específicas.“Analisando as cinco cidades que mais arrecadam em Minas Gerais, por exemplo, percebemos que elas não figuram entre as com maior IDH, havendo casos de grandes discrepâncias. A qualidade de vida e a sustentabilidade urbana estão muito mais ligadas à forma como a gestão pública distribui o que arrecada e como gera melhores condições de apropriação urbana do que meramente ter grande volume arrecadado”, avalia João Ricardo.O urbanista realizou um estudo baseado no Atlas do Desenvolvimento Humano criado pela Fundação Joao Pinheiro, de Belo Horizonte (MG), com as prestações de contas dos municípios. O resultado identifica em diversos municípios mineiros que arrecadar não significa gerar qualidade de vida. “Não basta repartir o bolo, mas distribuir as fatias de acordo com as necessidades locais”, completa João.
Cidade Sustentável
Segundo a Organização Mundial de Saúde (1995), para que uma cidade se torne saudável, ela deve proporcionar:
1) Um ambiente físico limpo, seguro e sustentável;
2) Uma cidade acessível e com ampla condição de mobilidade;
3) Transparência e governança na gestão pública;
4) Participação e inclusão social;
5) Necessidades básicas sociais e ambientais satisfeitas;
6) Acesso a experiências, recursos, contatos, interações e comunicações;
7) Economia local diversificada e com inovação com capacitação e uso de mão de obra local;
8) Orgulho e diversidade com valorização da cultura local;
9) Serviços de saúde e educação acessíveis a todos;
10) Alto nível de apropriação dos espaços urbanos.





segunda-feira, 4 de outubro de 2010

FNA realiza 34° Encontro Nacional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas.

Será realizado, de 24 á 28 de novembro, em Florianópolis o 34º Encontro Nacional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas. Durante o encontro, que está sendo organizado pela FNA - Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas, estarão acontecendo em paralelo o VI SEminário Nacional sobre Habitação Social, Sustentabilidade e Meio Ambiente e a Premiação Nacional e Regional do Arquiteto do Ano de 2010. Paralelo ao 6º Seminário, a FNA realiza ainda uma exposição de trabalhos brasileiros, oriundos das Universidades, centros de pesquisa, órgãos públicos, escritórios privados e ONGs; com a finalidade de divulgar, no País, as ações ou estudos relacionadas ao planejamento urbano, ao meio ambiente, a habitação e a sustentabilidade urbana, fatores que interferem diretamente na amenização do impacto de desastres naturais. Poderão enviar trabalhos para exposição no Seminário e durante a 34º ENSA (Encontro Nacional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas), profissionais, estudantes, empresas, entidades e o poder público, diretamente envolvidos com o tema do Seminário. A participação poderá ser individual ou em equipe. Para mais informações www.crea-sc.org.br .