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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Escassez de mão de obra atinge 71% das empresas no Brasil, diz pesquisa

Em 2010, o índice foi de 64%, e em 2011, de 57%.Técnicos, trabalhadores de ofício manual e engenheiros lideram ranking.


O ManpowerGroup, empresa de soluções em gestão e contratação de pessoas, divulgou os resultados de seu 7º Estudo Anual sobre a Escassez de Talentos, que revela que um em cada três empregadores (34%) no mundo estão tendo dificuldades para preencher cargos. No Brasil, 71% das empresas se queixam da escassez de talentos – em 2010 o índice foi de 64% e em 2011, de 57%.

Foram entrevistados 38.077 empregadores de 41 países nas regiões da Ásia (8.786), Américas (10.232) e Europa, Oriente Médio e África (19.059) no primeiro trimestre de 2012. No caso das Américas, os países englobados foram Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, México, Panamá, Peru e Estados Unidos. O índice de dificuldade de preenchimento de cargos nessa região é de 41%.

Mundialmente, os empregadores que estão enfrentando mais dificuldades para encontrar as pessoas certas para preencher cargos estão no Japão (81%), Brasil (71%), Bulgária (51%), Austrália (50%), EUA (49%), Índia (48%), Nova Zelândia (48%), Taiwan (47%), Panamá (47%), Romênia (45%), Argentina (45%), México (43%) e Alemanha (42%).

“O cenário de contratações atual é o oposto ao de alguns anos atrás em que faltava emprego e sobravam pessoas”, diz Riccardo Barberis, country manager do ManpowerGroup.

Veja os cargos mais difíceis de serem preenchidos no Brasil:



Em nível global, a ocupação com maior dificuldade de preenchimento é a de trabalhador de ofício manual. Na segunda posição vêm os engenheiros (mecânicos, elétricos e civis), seguidos de representantes de vendas, técnicos, profissionais de TI, contadores e profissionais de finanças, motoristas, gerentes/executivos, operários e secretárias e assistentes administrativos.

Nos países das Américas, a ocupação com maior dificuldade de preenchimento é a de engenheiro. Na segunda posição vêm técnicos, seguidos de representantes de vendas, trabalhadores de ofício manual, operadores de produção, secretárias e assistentes administrativos, contadores e profissionais de finanças, motoristas, profissionais de TI e operários.

Impacto menor

Os dados deste ano revelam que com o impacto mais profundo da crise global, 56% dos empregadores globais indicam que os cargos não preenchidos deverão ter pouco ou nenhum impacto sobre os clientes e investidores, representando um aumento considerável com relação aos 36% em 2011.

“A falta de talentos é endêmica, mas as empresas se acostumaram a fazer mais com menos e hesitam em contratar até que vejam a demanda e possam encontrar talentos com as habilidades específicas que precisam,” diz Jeffrey Joerres, CEO do ManpowerGroup. “Surpreendentemente, agora, os empregadores estão menos preocupados com o impacto que essas faltas terão sobre clientes e investidores, o que sinaliza uma perspectiva de aceitação dessa nova realidade.”

"Deixar cargos não preenchidos pode ser um ajuste de curto prazo, mas é uma abordagem míope/limitada e insustentável para tratar da falta de talentos. Os empregadores devem encontrar soluções que os ajudem a cuidar dos déficits e a tapar lacunas de habilidades específicas, como investir em treinamento e associar-se aos educadores”, diz Joerres.

Entre os motivos mais comuns para os empregadores dos países dizerem que não conseguem preencher funções está a simples falta de candidatos, que aumentou de 24% no ano passado para 33% em 2012. A falta de competências técnicas e habilidades mensuráveis, em particular a falta de qualificações específicas da indústria nas categorias profissionais e negociadores experientes também também ficou em 33%, acima dos 22% em 2011. A falta de experiência vem em seguida, com 24%.

Para superar a escassez de talentos, 25% dos empregadores globais dizem que providenciam treinamentos para os funcionários, 12% fazem pesquisas além da região da empresa, 12% escolhem pessoas sem as habilidades necessárias, mas com potencial para aprender e crescer, 9% focam mais na retenção de talentos em vagas cuja seleção é mais difícil e 8% aumentam os salários iniciais.

Para os executivos da Manpower, o aumento dos treinamentos patrocinados pelos empregadores reflete que as posições estão mudando rapidamente, exigindo novos níveis de sofisticação, conhecimento e habilidades, e exigindo que os empregados adotem uma mentalidade de aprendizado contínuo para manter suas habilidades atualizadas.

Para eles, o treinamento ajuda a contornar a crise ao instruir mais o staff atual e promover as pessoas que demonstrarem o potencial de crescer e se desenvolver, particularmente entre os empregadores que reportam que a falta de talentos está causando um grande impacto sobre seus negócios.



Fonte: Globo - G1



segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Profissão: Design de Móveis.

Cada vez mais o mercado abre novas portas para o mundo dos técnicos, designer's, um jeito de fazer o que você gosta, sem levar tanto tempo. Para quem não gosta de cursos muito extensos, é uma boa pedida! 

Geralmente um curso técnico de Design (Móveis, Moda, Gáfico, Comunicação) é muito prático, prepara o aluno para atuar no mercado agora, ou seja, é um curso muito focado nas necessidades do dia-a-dia das empresas, além de ser rápido, em média os cursos técnicos levam cerca de 2 anos para serem concluídos. Hoje iremos falar um pouco sobre o Design de Móveis, fique atento e conheça um pouco mais dessa área que anda crescendo cada dia mais.


Elaborar projetos de móveis e peças de decoração de acordo com o espaço disponível e as necessidades do cliente. Lhe pareceu simples? Não mesmo, com o passar dos anos o Ser  Humano vive com mais pressa, mais trabalho, menos paciência, e menos tempo. Há quem goste de decoração, mas nem sempre tem o bom senso e a criatividade para decorar a sua casa, ou até mesmo a falta de tempo. E aí entra o Design de Móveis! 

O Design de Móveis analisa quais as funções que o objeto vai desempenhar naquele espaço e o uso que vai ter. No caso de um escritório, por exemplo, o especialista leva em consideração a ergonomia dos móveis. O profisisonal precisa conhecer os tipos de pinturas e técnicas de decoração, como marchetaria e découpage. Ele pode trabalhar tanto em indústrias quanto em lojas de mobiliário e de cozinhas, e também pode atuar como autônomo. 



Inspirações brasileiras de design de móveis:





A cadeira de três pés foi desenhada pelo pai do modernismo no Brasil, Joaquim Tenreiro.









Oscar Niemeyer (1907)
Mestre da arquitetura brasileira, projeta móveis com o mesmo estilo das suas construções.Linhas sensuais marcam a linha de móveis assinados pelo arquiteto Oscar Niemeyer. É composta por 14 itens, incluindo esta Cadeira de Balanço, feita de madeira, palhinha e couro. A peça é comercializada em pequena escala, ao preço de R$ 38.500,00



Zanine Caldas (1919-2001)
“Arquiteto, sem ter cursado faculdade nenhuma, mas com uma experiência inigualável, Zanine nunca aterrou ou alterou solos para construiu uma casa. Uma sala, por exemplo, poderia conter uma rocha imensa que fazia parte da topografia local.” –  Trecho retirado do blog Decoeuração. Conhecido como mestre da madeira, Zanine fazia móveis de linhas elegantes e sempre se preocupou em preservar nossas florestas.



Geraldo de Barros (1923 – 1998)
Foi um pintor, designer e fotógrafo brasileiro. Sua obra se estende também à gravura, às artes gráficas e ao desenho industrial. Geraldo criou um sistema de móveis modulares fabricados pela Unilabor.





Marcelo Rosenbaum
É difícil encontrar o brasileiro que nunca ouviu falar de Marcelo Rosenbaum. Aos 39 anos, o carismático e perfeccionista designer atua está mais de duas décadas no ramo e comanda, desde 1992, o Rosenbaum Design, escritório que atua nas áreas de design de interiores, cenografia, curadoria e consultoria em espaços residenciais e comerciais de diversificados segmentos do mercado. Foi capitaneando o quadro “Lar, Doce Lar”, no Caldeirão do Huck (sábados, às 14h30, na TV Globo), que Rosenbaum definitivamente caiu no gosto do povo.



Estes são alguns dos muitos excelentes profissionais da área. A cada ano, novas formas, cores e matéria-prima dão forma e charme aos móveis brasileiros. Ficou interessado? Na maioria dos estados do país existem escolas técnicas, cursos de Design, agora que você conheceu um pouco mais sobre essa profissão, procure, se informe e mãos à obra!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

CNI vai lançar plano para tentar atenuar a escassez de engenheiros no país.


RIO - Para tentar resolver o problema de escassez de engenheiros no país, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) está prestes a lançar o Plano Nacional de Engenharia, com propostas para a redução da evasão e para o preenchimento das vagas ociosas dos cursos de engenharia de instituições públicas e privadas no país. A ideia é entregar até o fim do mês ao governo um conjunto de propostas que visam a aumentar a oferta de profissionais no mercado de trabalho. Segundo a entidade, até 2012, faltarão cerca de 150 mil engenheiros para preencher as vagas que estão surgindo.


O plano está sendo elaborado pelo Comitê de Engenharia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que tem a participação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), e do programa Inova Engenharia, criado pela confederação em 2006 para aproximar os currículos dos cursos de engenharia das necessidades do mercado de trabalho.

Dados da confederação apontam que, atualmente, a evasão nos cursos de engenharia é superior a 50% e a maior parte das desistências ocorre nos dois primeiros anos da graduação. Uma das possíveis causas do problema, segundo o economista Marcos Formiga, assessor da diretoria da CNI, é a distância entre os currículos dos cursos e a solução de problemas concretos imposta pela realidade do mercado.

- É cada dia mais importante valorizar essa profissão, necessária para se fazer inovação e aumentar a competitividade da indústria brasileira - enfatizou o assessor da CNI.

Dados do estudo ''Potenciais Gargalos e Prováveis Caminhos de Ajustes da Engenharia no Brasil'', realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), se a economia brasileira crescer mais de 4,5% ao ano, a oferta de engenheiros no mercado de trabalho não será suficiente para atender à demanda da indústria, da agroindústria, do comércio e das áreas de tecnologia até 2020.

Segundo Divonzir Gusso, técnico do IPEA, se o Brasil quer crescer mais de 4,5% em média até 2020, teremos de ajustar essa capacidade de oferta. Mas, ressalta ele, não basta formar mais engenheiros. Será necessário melhorar a qualidade desses profissionais.

De acordo com o IPEA, caso a economia brasileira cresça 6% anualmente, a quantidade de engenheiros necessários para a área de petróleo e gás subirá 19,3% até 2020. Mas o número de profissionais não será suficiente para atender a essa demanda. Nesse mesmo cenário, a indústria extrativa mineral precisará de 10,3% a mais de engenheiros e a procura na indústria de transformação crescerá 8,4%. A pesquisa foi discutida na terça-feira, 12 de abril, no Ipea, por técnicos do programa Inova Engenharia.

Formiga revela ainda que o Brasil forma menos engenheiros por ano do que a Rússia, a Índia e a China, integrantes do chamado grupo dos BRICs. Enquanto no Brasil esse número é inferior a 40 mil profissionais por ano, na Rússia chega a 120 mil, na Índia alcança 300 mil e, na China, ultrapassa 400 mil. O economista destaca que o profissional de engenharia foi um dos agentes propulsores do crescimento acelerado da China e da Índia.

- Para o Brasil ter um projeto de nação, sairmos da sétima maior economia do mundo para a quinta, esse profissional é indispensável - afirma. 

Fonte: O Globo

terça-feira, 19 de abril de 2011

Curso de Engenharia Civil.


Veja, ano a ano, quais são as disciplinas necessárias para se tornar um engenheiro civil.


Com duração média de cinco anos, a graduação em Engenharia Civil capacita o estudante a planejar, projetar, conduzir e vistoriar obras - de pequenas residências até linhas de metrô e barragens. Os dois primeiros anos da faculdade são dedicados a disciplinas básicas, que darão as ferramentas do dia a dia do engenheiro. Nos anos seguintes, são introduzidas noções de áreas específicas, como transportes, edificações e gestão.

Os estudos normalmente exigem dedicação integral do aluno, mas algumas faculdades, como a Mauá e a Unisul, oferecem a opção de curso no período noturno. Nas instituições particulares, a mensalidade varia normalmente entre R$1.000 a R$ 1.500.

O esforço poderá valer a pena: a perspectiva de futuro para o engenheiro civil é boa, e deve melhorar nos próximos anos. "O bom momento é reflexo do crescimento da economia e de obras do PAC", explica o presidente do CREA - SP. Ele acrescenta que eventos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos devem aquecer ainda mais o mercado.

Veja o que se estuda no curso de Engenharia Civil.


1° Ano

É desejável que o estudante entre na faculdade já com uma boa noção de matemática, física e química. Ainda assim, os primeiros meses do curso são destinados a nivelar a turma. Nos meses seguintes, estudam-se mais profundamente cada uma dessas disciplinas. Elas serão fundamentais para as matérias específicas que aparecerão ao longo do curso e para o próprio dia a dia do profissional. O estudante será treinado a interpretar e representar o espaço – o primeiro passo apara a elaboração de projetos – e se familiarizará com algumas linguagens de programação.


Disciplinas típicas:


Cálculo Diferencial e Integral I e II

O aluno toma contato com técnicas matemáticas avançadas, baseadas em álgebra e geometria, que ajudarão a resolver problemas práticos ao longo do restante do curso e da prática de engenharia.





Física I e II

Conceitos aprendidos durante o ensino médio, como o de força, deslocamento e velocidade, serão aprofundados no curso. Já nesse momento há uma aplicação das técnicas ensinadas em Cálculo Diferencial e Integral.





Programação
Técnicas de programação ajudam o futuro engenheiro na resolução de problemas técnicos do dia a dia. Nessa disciplina, o aluno aprende a criar programas de computador que desenvolvem tarefas simples.




Desenho Técnico

Nessa disciplina, os alunos aprendem a ler plantas e a criar seus primeiros desenhos técnicos.




2° Ano

Matemática e física são as bases também do segundo ano de curso – estatística e eletricidade são alguns dos temas que serão aprofundados nesse período. O estudante será preparado para entrar no mundo da construção estudando a composição dos materiais e suas aplicações. Em algumas faculdades, o aluno se depara com questões relativas ao meio ambiente (seu funcionamento, o impacto ambiental de uma obra e a legislação ambiental).


Disciplinas típicas:




Eletricidade

O objetivo é dar ao aluno noções básicas de instalações elétricas e sua integração coma a construção civil.



Cálculo Diferencial e Integral III e IV

Continuando os estudos desenvolvidos no primeiro ano, os alunos aprofundam ainda mais seus conhecimentos matemáticos, sobretudo em estatística, funções e séries numéricas.



                                                       Engenharia Ambiental
 
Aqui, o aluno aprende conceitos de sustentabilidade e sua aplicação na prática da engenharia civil. Políticas públicas ambientais, análises de riscos, licenciamento ambiental e gerenciamento de resíduos são alguns tópicos estudados nessa disciplina.



Mecânica dos fluídos

O aluno aprende sobre o comportamento de fluídos, conhecimento que será importante para quem irá trabalhar com projetos de instalações hidráulicas, de ar-condicionado e refrigeração.




Resistência dos materiais e Materiais de Construção

Nesta etapa, os conhecimentos de física e de matemática aprendidos no começo da faculdade começam a ser aplicados na prática. Os alunos vão para os laboratórios conhecer a resistência de materiais de construção. Como argamassas, concerto e blocos.





3º Ano

Já com uma sólida formação nas matérias gerais, o estudante está pronto para entrar nas disciplinas mais específicas do curso de Engenharia Civil. Estudos dos solos, das estruturas e, por fim, os aprendizados das técnicas de construção fazem parte do programa do terceiro ano. O aluno começa a trabalhar também com hidráulica e sistemas de transporte, noções que serão úteis para o estudo de obras mais pontuais que verá no próximo ano da faculdade.


Disciplinas típicas:


Mecânicas dos solos

O objeto do estudo é o comportamento dos diversos tipos de solos quando submetidos a solicitações externas, como as causadas por obras de engenharia. A disciplina é o primeiro passo para quem quiser trabalhar, por exemplo, com sondagens, terraplanagem e fundações.



Hidrologia

O comportamento da água na natureza é o tema dessa disciplina, que aborda tópicos como quantidade e frequência de chuvas, características de bacias hidrográficas e a evaporação da água.



Hidráulica

Quais os mecânicos por trás do movimento da água? As respostas são descobertas nessa etapa do curso e serão importantes para quem dor trabalhar com instalações hidráulicas e projetos de infraestrutura (abastecimento de água e esgoto).



Construção de edifícios

A idéia é ensinar ao aluno as principais técnicas construtivas e os instrumentos necessários para a gestão de uma obra.





4º Ano

No quarto ano, o futuro engenheiro estudará, separadamente, deferentes tipos de estruturas  (estruturas metálicas, de concreto, de madeira) e obras ( hidráulicas, estradas e ferrovias, por exemplo). Agora, ele passará a analisar a cidade como um todo: as atividades urbanas, infraestrutura, sistema viário e legislação. Normalmente, é nesse ano que o estudante começa a estagiar, e passa a ter um contato maior com o dia a dia da profissão.


Disciplinas típicas:



Estruturas de concreto

O nome já diz tudo: no curso, o foco é no comportamento das estruturas de concreto. Tudo o que foi aprendido em física, matemática, estatística e resistência dos materiais nos anos anteriores serão aplicados nessa disciplina.



Saneamento básico

O objetivo é tornar o aluno capaz de conceber sistemas de abastecimento de água e projetos de unidades de captação, adutoras, reservatórios e redes de distribuição.






Fundações

Nessa disciplina, treinam-se cálculos de capacita de carga e aprende-se a elaborar projetos de fundações por sapatas, por tubulações e por estacas.




Estradas

Entre outros assuntos, os alunos estudam elementos de escolha do traçado de rodovias e ferrovias, noções de movimentos de terra e equipamentos de terraplanagem e aprendem a projetar estradas e linhas de trem.




5º Ano

No quinto ano, o aluno ainda estudará obras e estruturas específicas, mas agora também aprenderá a pensar o projeto do ponto de vista econômico e administrativo. Para concluir o curso, o aluno terá que realizar um trabalho final. É uma oportunidade para se aprofundar na sua área de interesse. Depois de formado, é recomendável que o engenheiro civil mantenha-se sempre atualizado e acompanhe as inovações tecnológicas em sua área.


Disciplinas típicas:



Economia

O estudo e o conhecimento dos possíveis efeitos das políticas econômicas são muito importantes para quem pensa em montar sua própria empresa. O curso ensina a lidar com temas como oferta e demanda juros e concorrência.




Gestão

Neste curso, o aluno aprende técnicas básicas de administração úteis para quando for criar sua própria empresa.







Estruturas de concreto protendido

O foco do curso são as estruturas de concreto protendido, mais complexas do que os elementos tradicionais de concreto armado.




Pontes e Viadutos

Pontes são estruturas bastante complexas, que exigem amplo domínio técnico de quem as projeta e constrói. Por isso, só no fim do curso de engenharia civil o aluno estuda o assunto, depois de aprender tudo sobre matemática, física, resistência dos materiais, estruturas do concreto, etc.



Fonte: Revista Equipe de Obra