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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Outlet de imóveis online oferece descontos de até 30%; veja como funciona


O aquecimento do mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos vem motivando a criação de diversos serviços pensados para assessorar tanto vendedores quanto compradores na busca ou na venda de uma casa. A novidade agora é um outlet online de imóveis, que reúne diversas opções de lançamentos e oferece descontos de até 30%.


A RealtOn trabalha com a venda de imóveis que acabaram de ser lançados. Segundo o idealizador do projeto - lançado em março deste ano -, Rogério Santos, são 300 ofertas cadastradas no site atualmente e mais de 1.000 empreendimentos para consulta direta no escritório da empresa.

Oportunidades

A equipe trabalha em busca de imóveis que não foram vendidos, negociando descontos com as incorporadoras. Desse trabalho são cadastradas as oportunidades no site, que podem ser acessados pelos interessados. Segundo Santos, no valor do imóvel já está embutido o valor da corretagem. Lembrando que após fechar o negócio, o comprador terá que arcar com as taxas de escrituração.

De acordo com Santos, semanalmente entram 20 novos empreendimentos novos no site. Ainda, o ticket médio é de R$ 500 mil. Os imóveis mais procurados atualmente são os de 2 e 3 dormitórios, com metragem na faixa dos 50 a 90 metros quadrados.

Imóveis estocados podem levar a 30% desconto

Em relação aos descontos, Santos explica que os imóveis postos a venda são em sua maioria aqueles que as incorporadoras possuem como estoque, ou seja, que estão gerando custos mensais para a empresa. "As construtoras consideram como estoque os produtos com no mínimo 6 meses após o lançamento. Isto faz com que pratiquem descontos substanciais que podem superar 30% do valor comercializado inicialmente".

Além disso, Santos destaca que a RealtOn oferece apenas imóveis novos, concluídos, semipronto e na planta. "O risco de atraso é mínimo, já que a entrega está muito mais próxima graças aos produtos se encontrarem em estoque durante algum tempo", diz.

Fonte: Redimob


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Corretor Global - Florianópolis discute marketing online e mercado internacional

Palestrantes apresentaram panoramas do mercado no exterior e cases que promovam a atuação global do corretor de imóveis.


Visão global para ampliar relacionamentos e negócios. Em sua quarta edição só em 2012, o ciclo de eventos Corretor Global reuniu mais de 140 corretores de imóveis no auditório do CRCSC, em Florianópolis na última quinta-feira (28), onde foram discutidas questões relacionadas ao mercado internacional e marketing online.

A abertura ocorreu com o CEO do Redimob, Alessandro Stüpp, enfatizando que um dos objetivos do evento é apresentar estratégias para a atuação globalizada do corretor de imóveis. O presidente do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro, reforça o trabalho da entidade para auxiliar nesta conexão com outros mercados. “Embora 64% dos corretores de imóveis brasileiros tenham curso superior, muitos ainda não conseguem se adaptar ao perfil do consumidor e atendimento”.

Mercado imobiliário na América do Sul

A conexão com outros mercados também ocorreu através da participação de palestrantes internacionais. O Presidente da Câmara Paraguaia de Empresas Imobiliárias (CAPEI), Jorge Fleitas e o diretor de Relações Internacionais da Câmara Imobiliária Uruguaia, Wilder Ananikian Bakerdijan, apresentaram um panorama do mercado imobiliário dos respectivos países. No Paraguai, diz Fleitas, a carga tributária é inferior a outros países da região. Em relação ao Uruguai, Bakerdijan afirma que o turismo tem impulsionado o mercado imobiliário do país.

O poder do MLS

O Multiple Listing Service ou MLS é uma das ferramentas que podem contribuir para ampliar conexões, na visão do vice-presidente europeu da Federação Internacional de Profissões Imobiliárias e diretor da Coldwell Banker Brasil, Vitor Patacas. “O MLS possibilita que o trabalho seja realizado em exclusividade, além de trazer estudos de viabilidade econômica e análises comparativas de mercado.”

Ferramentas digitais x corretor de imóveis

A abertura do bloco Conexão ocorreu com o presidente do CRECI-SC, Carlos Beims, que ressaltou a nova postura do corretor de imóveis no mercado. O diretor de Marketing do Secovi Florianópolis-Tubarão, Lucas Madalosso, apresentou o case do Jornal Classimóveis, há dez anos no mercado.

Com o tema: Marketing Online para o Corretor de Imóveis, o CEO do Portal VivaReal, Brian Requarth, apresentou estratégias para utilização de ferramentas como email marketing e sites. “Para um site, o corretor de imóveis deve apostar em um visual simples, com corretor online e integração de redes sociais. O email Marketing deve despertar curiosidade e ter um formato objetivo.

Encerrando a discussão sobre ferramentas online, o diretor de Marketing do Redimob, Leonardo Stuepp Jr. destacou o caso Redimob. “É preciso desenvolver o mercado através de relacionamentos e conexões. Este é um dos pilares das redes sociais”, afirma.

O evento ainda contou com o Speed Road Show, no qual as empresas Vista (especializada em softwares imobiliários) e Ibrep (Instituto Brasileiro de Educação Profissional), apresentaram produtos que visam aprimorar a atuação do corretor de imóveis.

Ao final do evento foi realizado o sorteio da Promoção: “Coldwell Banker Brasil leva você aos EUA”, cujo ganhador foi o corretor de imóveis Denilomar Alves Oliveira.

O Corretor Global contou com o patrocínio global do CIMI e IV Enbraci e Coldwell Banker, patrocínio local do Vista e Ibrep, apoio do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci), apoio Internacional National Association of Realtor (NAR) e apoio institucional do CRECI-SC, Secovi-Florianópolis/Tubarão, Apemip, Cimlop e Adit; os apoiadores de mídia são VivaReal, Imobex, Suprisoft, Laguna e Bauler, Edvaldo Correa, Marketingimob, Canal do Crédito, Vista, Sistema Immobile, SOS Consultor, ImóvelClass, TV Cofeci, ClipImobiliário, Central Estratégia, Web Corretores, TV Imobiliária, Classimóveis e Sindimoveis-SC.

A próxima edição do Corretor Global ocorrerá em Fortaleza, no dia 26 de julho.


Fonte: Redimob


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Integração de ações entre TV e web traz novo conceito aos anúncios de imóveis

A convergência entre mídias proporciona outra dimensão ao imóvel anunciado, tornando-se valiosa estratégia de marketing para atrair compradores.


Aliar som, imagem, texto para anunciar o imóvel e mais ainda, apostar na convergência de novas mídias. Os novos formatos de anúncios que aliam ações entre internet e TV, abrem novas fronteiras para atingir o público alvo com criatividade.


Segundo Coordenador da Emfoco Produções e assessor da TV Imobiliária, Felipe Kreush Pires, mesmo que existam tendências, as mídias sempre vão se complementar. “Antes, o anuncio na TV era o ápice da publicidade para determinados produtos. Mesmo que hoje este ápice esteja na internet, a complementação sempre existirá”, afirma.

Apresentação online do imóvel


É através dessa convergência que as empresas focam em estratégias que apresentem os imóveis sob todos os aspectos. Mas diferenças entre os perfis de imóveis anunciados em mídias tradicionais e online não existe, afirma Pires. “Priorizamos imóveis exclusivos de imobiliárias, novos empreendimentos de construtoras e também a ação com corretores na divulgação dos seus imóveis”.

A procura por imóveis é bem variada, tanto por várias faixas etárias quanto por classe social. A diferença encontra-se no tempo de duração de vídeo. “Hoje, o tempo máximo recomendado para divulgar um imóvel é um minuto, do contrário as pessoas acabam assistindo pela metade”, explica.

As mídias sociais possibilitam maior agilidade neste mercado. “Potencializamos a divulgação dos programas desenvolvidos através de nosso site, redes sociais e canal do Youtube", finaliza Pires.

Fonte: Redimob


terça-feira, 6 de março de 2012

15 dicas para tirar boas fotos do imóvel!

Na hora de anunciar a venda do imóvel em portais na internet, utilizar boas fotografias é o primeiro passo para alavancar bons negócios.

Dizem que a primeira impressão é a que fica. E quando se trata da venda de imóveis, este ditado nunca foi tão preciso. As fotos podem impressionar o cliente positivamente ou fazer com que o mesmo sequer tenha interesse em saber mais informações sobre o imóvel.A coordenadora de projetos da Base Software, Gabriela Mizarela Jardim, selecionou algumas dicas para aqueles que buscam tirar boas fotos, mesmo não sendo um fotógrafo profissional.

• Dê destaque à paisagem, caso o imóvel tenha uma paisagem interessante, opte por dar visibilidade a ela;

• Aumente a sensação de espaço, experimente fotografar a partir de um canto da divisão, de uma altura elevada;

• Dê mais profundidade à fotografia, fotografe alguns objetos do imóvel como cadeiras, vasos, etc.

• Procure o melhor ângulo, diferentes ângulos poderão dar a sensação de espaços diferentes ao imóvel;

• Fotografe características que definam o tipo de imóvel, como por exemplo: moderno, rústico, etc;

• Utilize números ímpares nos objetos de decoração. Isto promove o equilíbrio da imagem (ex: 1 vaso de flores, 1 livro, 1 relógio pequeno);

• Não fotografe áreas desarrumadas ou sujas;

• Não fotografe reflexos nos vidros e espelhos;

• Não fotografe banheiros com a tampa do vaso sanitário aberto;

• Interfira na “cena” tirando fios aparentes, virando as tampas dos lixos todas para o mesmo lado. Caso não consiga interferir no espaço lembre-se de ir de um lado para o outro procurando os ângulos que são mais interessantes e com menos interrupções.

• Remova os Post-its e os ímãs das geladeiras e paredes;

• Consulte revistas e sites de decoração de interiores ou arquitetura;

• Se necessário, mude os móveis de lugar;

• Utilize alguns objetos de decoração, como vasos com flores e velas;

• Verifique se as toalhas estão limpas e substitua o sabonete antigo por um novo;



No caso de áreas mobiliadas:

Fotografe itens importantes que valorizem o imóvel, como eletrodomésticos, móveis, etc;

Despersonalize o imóvel, retirando todos os objetos pessoais do proprietário, como por exemplo: fotos, troféus, etc.


No caso de áreas não mobiliadas:

Experimente colocar elementos decorativos, que transmitam bem-estar e a sensação de um imóvel pronto para morar (ex: toalhas, revistas …).


Técnicas

Segure a máquina com a palma da mão para cima e segure a base da máquina, caso contrário, a sua fotografia poderá sair inclinada;

A fotografia deve ser tirada ao nível do tórax, para isso abaixe-se ligeiramente e junte os braços ao corpo;

Sempre que possível, utilize o tripé para fotografar, ele é seu melhor amigo ;

Ao fotografar objetos ou superfícies altamente reflexivos é melhor não usar o flash;

Lembre-se de focalizar o item que deseja destacar na foto.

Acostume-se a utilizar a grade na tela de sua câmera digital ao compor suas fotos. Diferente de colocar os elementos da foto diretamente no centro, tente posicioná-los próximo aos pontos onde as linhas se cruzam. Isto proporciona uma composição mais dinâmica do que simplesmente centralizar o objeto. Se sua câmera for equipada com foco automático, primeiro focalize o objeto no centro do quadro; em seguida, mantenha o botão do obturador (disparador) pressionado até a metade para travar o foco enquanto você recompõe a cena com o objeto levemente fora do centro.

Fonte: Redimob

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Os cinco “nãos” da negociação.

Corretor de imóveis lista as principais qualidades facilitadoras da negociação com o cliente, às quais os profissionais devem estar atentos.

Negociar é um dos processos mais importantes durante a venda de um imóvel. O corretor de imóveis, Guilherme Machado, afirma que nessa etapa é importante compreender que não é uma competição para saber quem tem mais poder, mas a habilidade de gerenciar interesses diversos a fim de se chegar a um resultado satisfatório. 

Baseado nisso, o corretor de imóveis postou em seu blog, os cinco “nãos” de uma negociação com o cliente, ou seja, algumas qualidades facilitadoras às quais os profissionais devem estar atentos.


Não demonstre ansiedade. Em um relacionamento, não nos comunicamos apenas por palavras, o nosso corpo também comunica e os outros percebem quando estamos ansiosos. “Vale lembrar que a venda é um relacionamento e que essa relação requer confiança e segurança. Com isso, a postura do profissional da intermediação imobiliária deve transmitir credibilidade”.

Não omita informações. 
“Se o relacionamento exige confiança, as informações incompletas ou irreais devem ser extintas, pois o risco dessa relação não ter sucesso é muito grande. A honestidade e a transparência são as maiores virtudes neste processo”.


Não insira fatos que não estejam relacionados ao contexto. Tenha suas bases em informações concretas para evitar frustrações. “Imagine o cliente no meio de um raciocínio e o corretor o interrompe com a frase “eu sei o que você está querendo dizer”. Esta situação, além de ser desagradável pelo fato de ter sido interrompido, pode gerar duas circunstâncias:

1. O corretor corre o risco de não saber o que o comprador estava realmente pensando e pode gerar uma expectativa que não será atendida, o que leva à segunda consequência.

2. O comprador pode entender que o corretor não estava atento, não estava envolvido no processo.

Não interrompa. 
“Se o corretor tem a certeza de que sabe o que o outro está pensando, o melhor é deixá-lo terminar o raciocínio, utilizando essa expertise, de compreendê-lo ao seu favor para criar um rapport, ou seja, uma sintonia com o comprador", afirma Machado.


Não imponha o seu pensamento. Guilherme Machado atenta que é importante exercitar uma das principais técnicas de vendas: ouvir. “É comum termos o hábito de pensar que quem domina uma negociação é aquele que fala mais. Mas é ouvindo que os profissionais da intermediação imobiliária conseguirão as ferramentas e fundamentações necessárias para realizar um bom negócio.Lembre-se: a melhor venda é aquela em que ambas as partes ficam satisfeitas.

Fonte: Redimob

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Banco do Brasil faz parte do projeto Minha Casa Minha Vida.


O Banco do Brasil (BB) já está participando ativamente do Programa Minha Casa Minha Vida faixa 1 (destinado à população com renda entre zero e 1600 reais) e também do financiamento de grandes empreendimentos imobiliários (Plano Empresário). Em função do grande volume de operações, o BB abriu credenciamento para a prestação de serviços técnicos dos profissionais especializados na área de Engenharia.

A execução desses trabalhos será realizada conforme normas técnicas e formulários, orientações, rotinas e prazos estabelecidos pelo Banco do Brasil, e será objeto de análise pelo seu quadro técnico de engenharia. O Credenciamento permite a escolha das regiões em que a empresa deseja atuar (cidades-pólo em diversos estados brasileiros).

O gerenciamento e a contratação serão realizados pelo Centro de Serviços de Logística - São Paulo (CSL-SP) e os editais de credenciamento, citados logo abaixo, podem ser obtidos na íntegra através do portal http://www.bb.com.br > Outros sites > Compras,Contratações e Venda de Imóveis > Compras e Contratações >Avisos e Editais > São Paulo (SP).

Edital 2010/00017 - Elaboração de laudos de avaliação de imóveis urbanos residenciais e comerciais envolvidos em operações de financiamento imobiliário, análise técnica de projeto e orçamento para construção de unidades isoladas e realização de vistorias técnicas para medições de serviços executados em obras para construção de unidades isoladas com financiamento concedido pelo banco. Esclarecimentos com o Engenheiro Carlos, fone: 11-2313-2912

Edital 2011/00233 - Análise técnica de projeto e orçamento para construção de empreendimentos habitacionais horizontais e verticais (habitações coletivas), realização de vistorias técnicas para medições de serviços executados em obras de construção de empreendimentos habitacionais horizontais e verticais (habitações coletivas) com financiamento concedido pelo banco. Esclarecimentos com o Engenheiro Sérgio Nesi, fone: 11-2313-2906

Edital 2011/00382 - Análise Técnica de Projeto do Programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal para construção de empreendimentos habitacionais horizontais e verticais, realização de vistorias técnicas para medições de serviços executados, verificação da qualidade dos serviços, materiais e desempenho técnico da construtora em obras de construção de empreendimentos habitacionais horizontais e verticais. Esclarecimentos com a Engenheira Érika, fone 11-2313-2910.

Fonte: Sinduscon.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

“Natal e mercado imobiliário”: mitos e verdades.

As empresas devem estabelecer uma comunicação direcionada e fazer deste, um momento positivo para a venda de imóveis.



Estamos em época de Natal e o comércio aproveita o bom momento para conquistar o cliente e aumentar as vendas. E o mercado imobiliário em época de festas, como fica?

O corretor de imóveis e usuário do Redimob, Guilherme Machado, comentou em seu blog, alguns mitos referentes ao mercado imobiliário nesse período, que por vezes, o consumidor e o corretor de imóveis tomam como verdade absoluta.



Mito nº 1: Natal e mercado imobiliário não combinam- O corretor de imóveis pontua que normalmente as incorporadoras suspendem lançamentos nesse período ou investem pouco em divulgação. Mas para Guilherme Machado, não existe época para a compra do imóvel. “O sonho de ter uma casa própria é comum aos brasileiros. Cabe então aos profissionais do ramo imobiliário identificar as oportunidades de vendas”, comenta.

Mito nº 2: A publicidade deve ser diminuída nesse período- Quando falamos de publicidade, é necessário inovar. Esse não é o momento de diminuir a divulgação, e sim dar um novo foco, fazendo com que as pessoas associem essa ocasião especial com o mercado imobiliário. “Algumas incorporadoras já estão atentas ao potencial de vendas de imóveis nesse período e realizam promoções, mas ainda é necessário fazer um planejamento mais consistente das ações”, ressalta o corretor.

Mito nº 3: O ano já acabou e é hora de planejar o próximo- O ano só acaba no dia 31 de dezembro e até chegar esta data, ainda há tempo para realizar muitos sonhos e iniciar o novo ano com novos projetos. “É importante mostrar aos clientes que os melhores produtos estão sendo ofertados nesse período com preços atrativos e maior facilidade de negociação. Ou seja, o mercado imobiliário deve estar atento às estratégias que o comércio em geral já utiliza há muito tempo”, ressalta.

Por isso, é sempre necessário conhecer o perfil dos seus clientes, entender onde ele está inserido, para então realizar uma comunicação mais eficiente.

Fonte: Redimob

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Gafisa reavalia 2.000 vendas pendentes da Tenda.

Incorporadora não descarta a possibilidade de cancelar algumas vendas e devolver o dinheiro ao cliente (em último caso).

Empreendimento Tenda, em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador.

São Paulo – A partir de agora, a postura da Gafisa com relação à Tenda, seu braço imobiliário voltado para a baixa renda, será ultraconservadora. A decisão de só lançar empreendimentos aprovados pela Caixa Econômica Federal e que estejam com pelo menos 50% das vendas já encaminhadas visa amenizar o impacto financeiro negativo que o segmento vem gerando ao grupo.

“Dos nossos três segmentos, a Tenda é a que tem apresentado o pior desempenho financeiro, por isso decidimos adotar essa medidas cautelares. Continuamos entusiasmados com as oportunidades da baixa renda, mas herdamos alguns problemas quando compramos a construtora e precisamos resolvê-los”, afirmou Rodrigo Osmo, diretor-executivo da Tenda, em entrevista a EXAME.com.Segundo ele, atualmente cerca de 2.000 vendas estão sendo reavaliadas. Algumas, o executivo acredita ser insolúveis. “Existe a possibilidade de termos que cancelar algum negócio e devolver o dinheiro ao cliente, mas antes de chegarmos a essa decisão extrema, vamos tentar buscar soluções mais amenas”, disse Osmo.

Apesar de o número de casos reavaliados parecer alto, o executivo afirma que já foi bem maior no passado. “Quando compramos a Tenda, tínhamos cerca de 15.000 processos com problemas e já resolvemos a maior parte deles. Mas existem alguns casos que não dependem só dos nossos esforços e se houver inviabilidade técnica ou financeira terão que ser descontinuados”, afirmou.

Metas

Na semana passada, a Gafisa anunciou a redução da meta de lançamentos para este ano. O guidance inicial que estava entre 5 bilhões de reais e 5,6 bilhões de reais foi reduzido para 3,5 bilhões de reais e 4 bilhões de reais .No terceiro trimestre do ano, os lançamentos da Tenda caíram 90% no terceiro trimestre na comparação com o mesmo período de 2010. A queda acabou refletindo nos resultados operacionais totais do grupo, que, no período, apresentou redução de 15% nos lançamentos gerais.A partir de agora também, a Tenda lançará empreendimentos em cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia.

Fonte: Exame.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Na onda dos prédios Verdes!

Entenda o que é um edifício ecologicamente correto e saiba por que o Rio tem investido neles.

Seguindo padrões de construção sustentável, os edifícios verdes estão conquistando os cariocas. O ator Bruno Gagliasso é um dos que investiu na causa. O novo lar do galã, que está sendo construído em São Conrado com piscina aquecida naturalmente e teto que favorece a iluminação natural, tem o projeto sustentável assinado pelo arquiteto Marcio Kogan. Até agora, no entanto, o grande filão do mercado verde tem sido os empreendimentos comerciais. O primeiro do Brasil a ganhar certificação verde é carioca, o Edifício Cidade Nova (Rua Ulisses Guimarães, 565). Nos próximos dois anos, quase metade dos lançamentos corporativos na cidade (40,8%) será de prédios ecológicos, de acordo com estudo da consultoria imobiliária Cushman & Wakefield. Mais do que uma jogada de marketing das construtoras para valorizar os imóveis, que acabam saindo entre 2% e 7% mais caros na compra ou aluguel, os prédios verdes ajudam, de fato, a preservar o meio ambiente. 

E os atrativos vão além. Apesar de mais caros, os edifícios sustentáveis garantem, a longo prazo, economia de até 30% na conta de luz e 50% na de água. Isso porque, para ser considerado verde, um empreendimento precisa adotar conceitos de sustentabilidade como reaproveitamento de energia e água. "Além de reduzir os custos de operação e manutenção, ter uma sede verde implica em outros benefícios como valorização da imagem corporativa e melhora da produtividade no ambiente de trabalho", afirma Diana Csillag, diretora do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS).

Portanto, não se trata apenas de instituir coleta seletiva ou oferecer um amplo jardim arborizado. São necessárias estratégias e soluções de engenharia e arquitetura bem planejadas e definidas que reduzam os impactos ambientais gerados pelo edifício durante sua construção e durante todo o período em que estiver ocupado. A questão é complexa. Não à toa, existem selos que certificam as obras verdes, garantindo sua legitimidade. O AQUA (Alta Qualidade Ambiental), que tem como base o sistema francês HQE, é um deles, concedido pela Fundação Vanzolini.O mais conhecido, porém, é o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), do Green Building Council (GBC), órgão responsável pela concessão do certificado. Criado em 1999 nos Estados Unidos, o selo pode chegar a custar 50 000 reais. Hoje, o Brasil é o quarto país no ranking mundial de empreendimentos buscando o LEED, com 384 registrados, atrás apenas de Estados Unidos, Emirados Árabes e China. No Rio, seis edifícios já têm o certificado e 51 estão em fase de análise. Os grandes eventos esportivos - Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016 - vão impulsionar ainda mais o avanço dos edifícios verdes no Rio. O GBC Brasil já firmou inclusive um protocolo com o Comitê Olímpico Brasileiro para que as obras que servirão aos jogos sejam todas certificadas.Durante o processo de certificação LEED são avaliados inúmeros fatores com base em sete critérios principais. Adapte-os para o seu lar, tornando-o eco friendly também.


1 - Escolha do terreno. 

De acordo com o engenheiro Marcos Casado, gerente-técnico do GBS Brasil, para ser verde um edifício precisa ocupar um espaço sustentável, ou seja, a escolha do terreno deve levar em conta o menor impacto durante a construção, bem como a proximidade à rede de transportes públicos e serviços. Dessa forma, evita-se o uso do carro, altamente poluente, e estimula-se a locomoção a pé e através de ônibus ou metrô, por exemplo. Este critério também diz respeito a recursos que amenizem o efeito da ilha de calor. "A temperatura na cidade, em meio ao concreto e ao asfalto, é em média 8 ºC superior em relação à de áreas arborizadas", explica Casado. 

Por isso, é importante apostar em telhados verdes, com jardim, uma vez que a vegetação, além de promover a biodiversidade, ajuda a amenizar a temperatura do prédio. Outra opção é o telhado com cobertura clara, que reflete a luz ajudando a bloquear o calor e, consequentemente, reduzindo o uso do ar condicionado.

Colégio Estadual Erich Walter Heine, em Santa Cruz, e seu telhado verde: primeira escola totalmente sustentável da América Latina.


2 - Uso racional da água. Para reduzir ao máximo o consumo, devem ser usados aparelhos economizadores como torneira eletrônica, mictório a seco, válvulas de descarga dual flush ou até mesmo vaso sanitário a vácuo. "O sistema dual flush permite usar metade da vazão de água de uma descarga convencional", explica o engenheiro civil Raphael Costa, da SIG Engenharia. Nas áreas verdes do prédio, as plantas devem ser adaptadas às altas temperaturas. 

Dessa forma, necessitam de pouca rega. E o sistema de irrigação, por sua vez, deve ser automático. Outro recurso importante é o reaproveitamento da água não potável. A da chuva ou a do esgoto tratado, por exemplo, deve ser captada para ser usada vasos sanitários ou na lavagem de pisos, por exemplo.


3 - Eficiência energética. O aproveitamento da luz e da ventilação naturais para iluminar e deixar os ambientes mais frescos ajuda a reduzir o consumo de energia. Equipamentos de ar condicionado e outros eletro-eletrônicos devem ter o selo Procel, que garante os melhores níveis de eficiência energética. O Rio Office Tower (Avenida Presidente Vargas, 1001), que aguarda o selo LEED Gold, tem ainda sistema de ar condicionado com sensor de CO2. "Os aparelhos só promovem a troca de ar quando o nível de gás carbônico está alto de acordo com o padrão da ANVISA, o que ajuda a poupar energia", explica o engenheiro cível Raphael Costa, da SIG Engenharia, responsável pela obra em questão. Já as lâmpadas dos prédios verdes são frias, pois são as que apresentam melhor compensação energética. As LED, por exemplo, consomem 26 watts cada contra os 32 watts da tradicional. 

Edifícios ecologicamente corretos investem também em fontes de energia renováveis, como eólica e fotovoltaica. Há ainda a opção de comprá-la do Aterro de Gramacho, que produz energia a partir do lixo, ou de pequenas hidrelétricas, que causam menor impacto ambiental.

Rio Office Tower: ambientes de cores caras, que refletem a luz e dispersam o calor, e lâmpadas T5, frias, que consomem menos energia.


4 - Qualidade ambiental interna. Um prédio verde deve oferecer conforto e bem-estar aos ocupantes, o que, no caso dos empreendimentos comerciais, implica em aumento da produtividade dos funcionários. Janelas com paisagem e produtos como tinta, cola e verniz sem cheiro, por exemplo, contribuem para a saúde das pessoas, tanto física quanto mental. Não à toa, um edifício verde prioriza aspectos como a vista, boa iluminação natural e produtos sem teor de compostos orgânicos voláteis, que deixam cheiro forte. 

O controle de qualidade do ar através de filtros de ar condicionado, por exemplo, também é um ponto importante.



5 - Materiais e recursos. O selo LEED também avalia a matéria-prima utilizada na construção. A madeira certificada, a de reflorestamento ou a de ciclo vegetativo rápido, como bambu e eucalipto, são bons exemplos de material sustentável, bem como as tintas ecológicas à base d’água, como as epóxi, com baixo teor de química e sem cheiro. O Edifício Cidade Nova, um empreendimento da Bracor e da Ruy Rezende Arquitetura, tem também vidros insulados na fachada, um sistema de duplo envidraçamento que permite aproveitar ao máximo a luz natural com bloqueio do calor. Já o carpete do Rio Office Tower foi confeccionado com 80% de material reciclado, e sua cola especial não agride o meio ambiente.Além disso, costumam ser adotados nas obras verdes critérios de seleção de materiais pela distância de fabricação, evitando-se fornecedores de longe, que queimariam combustível por mais tempo nas estradas. 

A gestão de resíduos da obra também é essencial, ou seja, é preciso cuidar para que o lixo produzido durante a construção do prédio verde não sobrecarregue os aterros sanitários. Uma opção é o encaminhamento de resíduos recicláveis a empresas de reciclagem - 97% do entulho do Rio Office Tower teve esse destino.

Ventura Corporate Towers (prédio com duas torres, ao centro): edifícios verdes também priorizam aspectos como a vista.



6 - Inovações e tecnologias. As construtoras e os escritórios de engenharia devem também ser criativos se quiserem conquistar o selo verde com pontos adicionais (não à toa existe o LEED Prata, o Gold e o Premium). No escritório do próprio GBC Brasil, em São Paulo, há, por exemplo, um moderno sistema de descontaminação do ar. Revitalizar parques no entorno do prédio, ao invés de concentrar esforços apenas na própria obra, também é uma atitude sustentável extra bem avaliada no LEED.




7 - Créditos regionais. Diz respeito a adaptações que estimulem mudanças culturais de comportamento. É o caso, por exemplo, do prédio comercial Ventura Corporate Towers, construído pela incorporadora norte-americana Tishman Speyer e pela Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário. Detentor do selo LEED Gold, o prédio disponibiliza vagas preferenciais para carros a álcool ou gás natural, desestimulando o uso da gasolina. Elas ficam estrategicamente mais próximas aos acessos principais do edifício, ocupado por escritórios do BNDES e da Petrobras. A estratégia é a mesma no Edifício Cidade Nova, que também dispõe de vagas reservadas aos veículos de baixa emissão de poluentes.


Fonte: Veja Rio


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Os pequenos notáveis do mercado imobiliário


É importante ter em mente qual o objetivo do investimento antes de comprar um imóvel compacto.


Casais sem filhos, jovens, solteiros. Com a tendência de redução do núcleo familiar, os apartamentos compactos podem ser uma grande alternativa para os investidores do mercado imobiliário. 

E os números da valorização não negam. Segundo o índice FipeZap, imóveis de apenas um dormitório só em São Paulo ficaram 128% mais caros de janeiro de 2008 a setembro deste ano, o maior aumento registrado entre todos os segmentos. 

Quais as vantagens de investir em um imóvel compacto e como fazê-lo com segurança? O economista, mestre em Administração de Empresas e doutorando em finanças sustentáveis na Universität Bonn, Luiz Roberto Calado analisa este nicho de mercado na “entrevista da semana”.


Como o Sr. avalia o mercado de apartamentos compactos no Brasil?

Este é um mercado interessante. Como o valor dos imóveis é dado por metro quadrado, estes apartamentos possuem um valor menor e acessível a um grande número de pessoas. Também estes imóveis são negociados com mais facilidade no momento da venda. Quando falamos de locação também apresenta vantagem, pois considerando a pirâmide etária do Brasil que apresenta um grande número de jovens e solteiros, este tipo de imóvel é visado e comercializado por este público.

Em sua opinião, a grande procura por este tipo de imóvel tende a uma estabilização nos próximos anos ou esta é uma tendência que veio para ficar?

Vai depender muito do apetite das construtoras em construir. Vejo que vai existir demanda para este mercado, até porque são adaptados a estes imóveis uma série de serviços que vem a facilitar a vida do comprador. Mas por outro lado, se tiver uma “enxurrada” de apartamentos sendo construídos, também poderá haver uma super oferta e o tamanho da procura pode não ser suficiente. É necessário um equilíbrio, pois se construir muito acima da demanda, pode sobrar apartamento no mercado.

Em se tratando de valorização, qual a vantagem para um investidor em comprar um imóvel menor frente a outros com três dormitórios, por exemplo?

Um investimento menor tende a ter maior liquidez, e se levarmos em consideração a facilidade de ser comprado e vendido, é um investimento atrativo, pois o preço é menor no orçamento.

Quais as dicas  para aqueles que querem investir em pequenos imóveis?

Primeiro é importante avaliar qual o objetivo do investimento, se é obter uma renda frequente com a locação ou lucrar com a venda. 

Apartamentos compactos  são mais sensíveis a uma infraestrtura. É importante o investidor verificar se a área onde está o apartamento  oferece boa mobilidade a serviços de transportes, se a infraestrutura do edifício compõe uma alameda de serviços com lavanderia, salão de festas, vaga na garagem, que é um dos grandes atrativos. Estes são itens importantes e que podem restringir a procura.  Para investir em um apartamento maior, por exemplo, não há necessidade se preocupar com a estrutura coletiva de um edifício. 

É importante que o investidor faça o cálculo correto de seu ganho de capital. Para alavancar neste mercado é necessário levar em conta quanto investiu na prática, incluir as despesas e taxas. 

Fonte: Redimob

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Você sabe tudo sobre o imóvel que está vendendo?

Informações sobre o comércio local, escolas, segurança e documentação do imóvel também podem ser questionados pelos clientes no momento da venda.


No mundo das vendas, as informações são preciosas e é o que pode fazer a diferença para o cliente e consequentemente para o vendedor. O que é necessário o corretor de imóveis saber sobre o imóvel para passar credibilidade e confiança ao possível comprador? 

A resposta é: tudo. “Devemos perceber as qualidades e os defeitos do produto que possam influir na tomada de decisão do cliente. Nesta fase, sem receio, devemos identificar a pessoa que possa mostrar-nos os pontos fortes e fracos do produto”, explica o corretor de imóveis Rodrigo Barreto, em seu blog. 

Normalmente o proprietário, mesmo não tendo um profundo conhecimento de vendas, conhece todos os detalhes desde problemas, com suas possíveis soluções até os pontos qualitativos que podem gerar o desejo pela compra do imóvel. “O corretor precisa utilizar desta ferramenta para tentar identificar quaisquer dúvidas que possam surgir junto ao cliente”, explica Barreto. 

“Outras informações podem passar despercebidas e são de suma importância: tempo de construção, qual a construtora responsável, documentação do imóvel, motivo da venda, vizinhança, comércio local, escolas, segurança, são alguns detalhes que podem ser questionados”, lembra o corretor de imóveis. “O máximo conhecimento do produto, quando não exigida pela empresa imobiliária, deve ser tomada e exercida pelo próprio corretor.”

Estas técnicas, certamente o farão chegar mais próximo do êxito na comercialização do imóvel ou de outros produtos e evitarão desperdícios de tempo e dinheiro.


Pra vender melhor - Blog de Rodrigo Barreto 
Fonte: Redimob

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Corretor de imóveis também precisa de segurança quando vende o imóvel.

Ter o máximo de informações sobre os possíveis compradores gera segurança e diferencial no atendimento, segundo especialista.


Não é só o proprietário que deve se preocupar com a segurança na hora da compra do imóvel. Com o grande índice de violência no país, o corretor de imóveis também deve buscar mecanismos em sua rotina de atendimento para evitar surpresas desagradáveis.

“Tenho percebido há muito tempo que alguns corretores não se preocupam quando um possível cliente liga interessado em conhecer uma unidade disponível. Essa é uma preocupação que as imobiliárias, corretores e proprietários de imóveis, devem ter. Da mesma forma, os vendedores proprietários que abrem as portas de suas casas com muita facilidade sem saber, ao menos, de quem se trata,” afirma o corretor de imóveis Rodrigo Barreto, em seu blog.


Informações sobre o cliente

Ter o máximo de informações dos clientes é um processo de fundamental importância na visão de Barreto. “Normalmente os clientes compradores não gostam de passar informações pessoais por telefone aos corretores. Mas isto gera maior credibilidade no trabalho dos profissionais do ramo imobiliário. Além disso, este é o mínimo para se ter segurança, tanto para os corretores de imóveis como para as famílias que aguardam receber em suas casas um possível cliente comprador,” comenta. 

Alguns clientes podem não se sentirem à vontade ao transmitir algumas informações pessoais. Mesmo assim, esta é uma ação que pode fazer a diferença mais tarde. “Se o cliente passar uma informação truncada, facilmente o corretor perceberá que há algo de errado com as informações prestadas. Por outro lado, os verdadeiros clientes ao perceberem este diferencial no atendimento, caso tenha interesse em vender seu imóvel, não terão dúvida a qual profissional irá confiar a comercialização do seu patrimônio”, explica.

Essas dicas além de prevenir possíveis atos criminosos podem evitar prejuízos com despesas e indenizações pela falta de responsabilidade, compromisso e o cuidado necessário com a prestação do serviço, ao qual o profissional deve estar sempre empenhado. 

Fonte: Redimob

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Morar ou investir: critérios para compra de imóveis são diferentes, dizem especialistas.


As paredes bem cuidadas, a parte hidráulica e elétrica em ótimo estado de conservação e uma excelente aparência. Estes podem ser considerados alguns critérios básicos para a decisão de compra de um imóvel, certo? Nem sempre.

Isso porque quem adquire um imóvel com objetivo de investimento costuma analisar a compra do bem de forma diferente. “Os critérios de análise mudam quando se quer morar ou investir”, afirma o diretor-presidente da Vitacon Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel. “Para quem compra pensando em morar, o imóvel é uma necessidade, enquanto, para quem quer investir, ele é apenas um ativo financeiro que pode proporcionar rentabilidade”, diz o executivo.

O vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do Livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado, afirma que quem compra o imóvel para investir precisa olhar para fatores como o estado de conservação e a possibilidade de vender o bem por um preço melhor do que aquele que foi pago. “Quanto mais benfeitorias você vier a fazer no imóvel (reformas e melhorias), maior o ganho de capital,”, afirma Calado.

Por isso, ele ressalta que quem compra o bem com o intuito de obter rentabilidade deve preferir imóveis em pior estado de conservação, que precisem de reparos e de reformas.

“Entre uma casa linda, muito bem conservada e outra igualzinha, mas em péssimo estado de conservação, precisando de manutenção, aquela que precisa de manutenção vai ter um preço muito mais atraente”, afirma. “Se você está comprando para fazer dinheiro e registrar ganho de capital, esta que é a oportunidade, e não a casa que já está com o valor de mercado praticamente alinhado”, continua o especialista.

Segundo ele, quem compra um imóvel com o objetivo de investir também deve aceitar um pouco mais de risco. Isso quer dizer que o investidor pode adquirir imóveis em regiões mais afastadas, que tenham boas possibilidades de se desenvolverem e se tornarem locais bastante procurados. “A pessoa tem que olhar para onde a cidade está avançando e comprar com base nisso”, afirma Calado.

Já aqueles que compram com objetivo de morar costumam se atentar para outros detalhes. “A compra é muito emocional. Quando você entra em um imóvel mal cuidado, com rachaduras, onde nada funciona, acaba se desanimando e perdendo a vontade de comprar”, diz Calado.


Tamanho e localização

 A escolha do tamanho e da localização do imóvel também varia, se o objetivo for investir ou morar. De acordo com Frankel, quem pretende investir deve optar por imóveis menores e próximos a regiões com grande fluxo de pessoas. “Os ativos preferidos de quem investe são os residenciais compactos. Isto porque, frente ao preço, a renda obtida com o aluguel é mais interessante e esse tipo de imóvel também possui mais liquidez”, afirma.


Segundo ele, esses imóveis estão sendo muito procurados atualmente, por conta da falta de opções na rede hoteleira e também devido a uma mudança cultural dos brasileiros. “Existe o problema de falta de leitos nos hoteis e tem também o fato das pessoas estarem se casando mais tarde e tendo menos filhos, o que faz com que imóveis menores tenham uma demanda bastante elevada”, diz Frankel.

Já aqueles que pretendem comprar um imóvel para morar se baseiam mais nas necessidade da família, de acordo com a quantidade de filhos e a localização do bem. “Mas, mesmo que a pessoa compre para morar, também acaba pensando um pouco em investimento”, afirma Frankel. “Ninguém quer fazer um mau negócio ou perder dinheiro”, completa.


Fonte: InfoMoney


Seja qual for a sua escolha, morar ou investir, a Konkreta tem um bom negócio para você!

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

ConstruTech 2011.


Nesta quinta edição do ConstruTech, a PINI realizou quatro seminários com palestras apresentadas por renomados especialistas, abordando os desafios da engenharia de custos, alternativas tecnológicas para construção residencial, soluções gerenciais e sistemas construtivos para obras industriais e condomínios logísticos.


Breve histórico dos anos anteriores

2007 - O Construtech 2007, foi realizado entre os dias 23, 24 e 25 de outubro, no Centro de Convenções Frei Caneca. Reuniu importantes e influentes profissionais do setor da construção civil para exposição e debate de idéias inovadoras sobre tecnologia e modelos construtivos. Ocorreram 11 palestras, pagas e gratuitas sobre cases de obras e empreendimentos de sucesso.

2008 - Soluções inovadoras para obras rentáveis, diferenciais competitivos para empresas de construção e incorporação, gestão de compras e suprimentos e a interface necessária entre arquitetura e engenharia estrutural foram alguns dos temas tratados no ConstruTech 2008.

2009 - O ConstruTech 2009 foi marcado pela ênfase dado ao desafio do setor da construção civil em de atender à demanda gerada pelo programa habitacional do governo federal.

2010 - O ConstruTech abordou o momento de retomada do setor de construção civil e arquitetura. Os participantes tiveram a oportunidade de entrar em contato com as principais soluções, metodologias detrabalho, modelos construtivos, tecnologias e tendências de negócios do setor, apresentadas em palestras de renomados profissionais.


A Konkreta este ano participou da ConstruTech, e foi muito bem representada pelo nosso Sócio-Diretor Fernando Keller, e o Coordenador de Engenharia Luiz Burgin.




Fernando Keller e Luiz Burgin com Pedro Antonio Badra, Diretor-Engenheiro da SBD (Sitemática Badra de Dados).