quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Palhoça Sustentável!!


Que tal transformar lixo em carvão vegetal? Esse é o projeto de Cidade Natureza Limpa que foi apresentado ontem (15) em Palhoça pelo empresário Mário Martins aos prefeitos catarinenses, no auditório da prefeitura.    



Os municípios de Palhoça e Santo Amaro da Imperatriz, da Grande Florianópolis, podem sair na frente em instituir, efetivamente, o modelo de Cidade Natureza Limpa. Em outras palavras: Palhoça e Santo Amaro podem a um curto prazo de tempo transformar o lixo em carvão vegetal. 

Esse foi o resultado da viagem da comitiva catarinense, liderada pelos prefeitos de Palhoça, Ronério Heiderscheidt, e de Santo Amaro da Imperatriz, Edésio Justen, na sexta, dia 10, ao município de Unaí, em Minas Gerais, quando visitaram a usina Natureza Limpa, que é um sistema revolucionário e sustentável que possibilita a produção de energia termoelétrica, através de briquetes de carvão. Trata-se na prática de receber o lixo, reciclá-lo, carbonizá-lo a temperaturas de 600 a 700 graus, o que gera produtos líquidos como alcatrão, óleo vegetal, liguinina, entre outros. Do produto sólido, o resultado é o carvão vegetal, que é o material usado na própria energização da usina.

O prefeito Ronério Heiderscheidt, disse que o investimento para transformar o lixo é de R$ 15 milhões e o prazo para a usina estar funcionando é de seis meses. Como destacou o prefeito Ronério, na realidade a idéia é formar um consórcio entre os municípios da região metropolitana interessados em dar um destino adequado e ecologicamente correto ao lixo.  

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

ÚLTIMA UNIDADE BARRA RESIDENCE!!!


Barra Residence - na principal do Portal da Barra, em frente a padaria e comércio. Último apto disponível, voltou de um cliente que estava com problema na documentação. Apto pronto é só entrar com o financiamento. As outras 3 unidades já estão com processos na Caixa. Valor de 97 mil.


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Nokia e Microsoft se unem na guerra dos celulares inteligentes.

Nokia e Microsoft se uniram nesta sexta-feira para criar um rival para o iPhone, em uma tentativa de encarar Google e Apple no mercado de celulares inteligentes.


Em uma reviravolta estratégica, a Nokia anunciou que usará o sistema Windows Phone 7 da Microsoft como plataforma de software para seus celulares inteligentes, mudança que representa o ponto principal do esforço de seu presidente-executivo, Stephen Elop, para restaurar o terreno perdido pela maior fabricante mundial de celulares. "Agora a corrida tem três cavalos", afirmou Elop.



Os investidores não se deixaram convencer pela estratégia de Elop e as ações da Nokia caíram em mais de 11% como reação do mercado à informação de que 2011 e 2012 serão "anos de transição" e de estabelecimento da parceria.

O acordo terá impacto negativo sobre as margens da Nokia em curto prazo, disseram os analistas. A Nokia informou que sua margem operacional será de "10% ou mais" depois do período de transição.

"Eles anunciaram uma grande união com a Microsoft, mas ao mesmo tempo não reduziram seus gastos com pesquisa e desenvolvimento. Já que as pessoas que encaravam as ações da empresa de modo positivo antecipavam margens da ordem de 15% ou mais para os aparelhos em 2012, podemos ver alguns cortes nas estimativas", disse Richard Windsor, estrategista mundial de tecnologia da Nomura.

A parceria representa um grande avanço para a Microsoft, que vem há anos batalhando para se estabelecer no mercado de comunicação sem fio.
A plataforma Windows Phone, que tinha 2% do mercado no trimestre passado, é reconhecida pelos especialistas do setor como uma tecnologia avançada, mas não conquistou sucesso entre os consumidores.

A decisão de formar uma aliança com a Nokia pode levar outros fabricantes de celulares a optarem por não usar o software, mas os analistas afirmaram que, de modo geral, foi a Microsoft que saiu mais beneficiada do acordo.

"Não vejo LG, Samsung, HTC instalando o Windows Phone em seus aparelhos. Eles estão apostando no Android", disse Carolina Milanesi, analista do setor na empresa de pesquisa de mercado Gartner.

Com a parceria, a Nokia afirmou que vai usar o sistema de busca online Bing, da Microsoft como ferramenta de pesquisa em todos os seus aparelhos, potencialmente abrindo um enorme mercado para a gigante do software que busca se firmar como um desafio ao Google no segmento.

Analistas afirmaram que a Nokia, que investiu bilhões de dólares na construção de uma plataforma de serviços móveis de internet, efetivamente admitiu derrota nessa estratégia quando acertou a aliança com a Microsoft.

"Esta é uma admissão franca de que a estratégia da Nokia fracassou e marca a gravidade da posição da empresa. Tal parceria seria simplesmente impensável apenas 12 meses atrás", disse Geoff Blaber, da CCS Insight.

Na tentativa de reverte sua posição difícil no mercado de smartphones, o presidente do conselho da Nokia Jorma Ollila trouxe Elop da Microsoft, em setembro passado. O executivo de 47 anos é o primeiro não finlandês a comandar a companhia.

Elop afirmou que a parceria vai implicar em corte de empregos ao redor do mundo enquanto gasto com pesquisa e desenvolvimento também poderá ser cortado.

Fonte: Folha.com 

2 milhões de reais para minimizar os efeitos da chuva em Palhoça.

Dois milhões de reais serão liberados pela  atual administração de Palhoça para reforçar a força tarefa visando minimizar, prevenir e combater os efeitos das intensas chuvas de verão que, cada vez mais preocupam e despertam a atenção dos gestores públicos. A partir dessa segunda, dia 14, homens e duas dragas iniciam os trabalhos de dragagem dos rios Passa Vinte e da vala do Rio Eucalipto. A informação é do prefeito de Palhoça, Ronério Heiderscheidt.

As obras de dragagem da vala do rio Eucalipto vai percorrer a distância de 1,5 quilômetros de distância, sentido mar até a avenida Elza Lucchi, na Ponte do Imaruim. Já a dragagem do rio Passa Vinte, sairá do mar até a rua Capitão Augusto Vidal, no centro da cidade.

Essas obras, orçadas em R$ 600 mil,   devem ser executadas em 45 dias, estima a Secretaria de Obras de Palhoça.  O valor total de R$ 2 milhões de investimentos para minimizar os efeitos das chuvas na cidade será todo custeado pela Prefeitura de Palhoça. “ Lamentavelmente até o momento não houve oficialização e nem liberação  de recursos do Estado e da União para ajudar a recuperação de Palhoça”, disse o prefeito Ronério.

Palhoça, que  já estava em estado de emergência decretado no final de janeiro em função das torrenciais chuvas que atingiu Santa Catarina, foi o município mais atingido pela enxurrada dessa madrugada, dia 09 de fevereiro, e agora está em estado de alerta total, admitiu Nelson Paiva Júnior, coordenador da Defesa Civil.   
A atual administração já iniciou a limpeza das bocas de lobo,  recuperação das ruas de lajotas e  a operação tapa buraco nas ruas asfaltadas.  

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O que é ser ético no mercado imobiliário?

O sucesso de um profissional do mercado imobiliário não se mede apenas pelos produtos que oferece, mas pela credibilidade.



“Para vender com ética, primeiro, venda para você mesmo, depois compre de você mesmo, se você ficar satisfeito, estará no caminho”. Esta frase do empresário Fábio Azevedo, no seu artigo "Fechando a venda com ética", resume uma questão ao mesmo tempo tão simples e tão complexa. Falar de ética pode parecer complicado. O que para um profissional pode parecer uma conduta moral, para outro é questionável ou até mesmo reprovado.

O que é ser ético na corretagem imobiliária? O corretor de imóveis e usuário do Redimob, Marcelo Costa levantou a questão no post “A Ética e Lealdade entre os Corretores de Imóveis”, publicado em se blog, no último dia 06, onde criticou a falta de postura de profissionais no mercado, quando afirma:

“O que mais me chama a atenção é a falta de profissionalismo de alguns desses pseudo-profissionais, que na vontade de ganhar a todo custo, acabam ligando como se fossem clientes para outros colegas. Acho isso uma grande falta de elegância e de confiar no seu próprio taco, e mais, prejudicar o colega de imobiliária, que acaba por perder a vez devido a essa chamada telefônica de um corretor se passando por cliente.”

Relação ética entre corretor e cliente
O fundador do Centro de Estudos de Corretagem Imobiliária (CECOI), e também usuário do Redimob, Ari Travassos, dá uma opinião sobre o assunto em seu blog, no post Ética do Corretor de Imóveis, atentando também para o comportamento do cliente. “Algumas vezes, acontece de os clientes se comportarem sem respeito a ética, no relacionamento com os profissionais de área, causando em consequência o mau comportado desses profissionais.” 

O que você pensa a respeito? Segundo a advogada Degmar Augusta da Silva, em seu artigo Ética empresarial, “Não basta ser justo, tem que ser ético e para tanto é necessário que valores deixados ao longo do tempo - em função da ganância e do individualismo a qualquer preço – sejam reincorporados em cada um dos dirigentes de forma que todos os colaboradores sejam influenciados às boas maneiras e princípios do bem comum.”

Ser ético é pensar no bem comum. E para isso, o individualismo deve ficar em segundo plano.

Fonte: Redimob

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Em entrevista ao Diário Catarinense, Dário Berger assume derrota política.


O prefeito da Capital, Dário Berger (PMDB), fez uma apresentação, nesta terça-feira, dos planos de investimentos para os dois últimos anos de mandato. Otimista por causa de decisão do Judiciário sobre um caso parecido, Dário abriu o discurso afirmando que o presidente da Câmara, Jaime Tonello (DEM), não vai assumir a cadeira de prefeito por conta do processo de prefeito itinerante, que está no TSE.


Na entrevista, Dário assume uma derrota política de seu grupo na indicação do secretário regional da Grande Florianópolis.





Diário Catarinense — O senhor convidou o vereador Márcio de Souza para a Secretaria de Turismo, sinalizando uma aproximação do PMDB com o PT. Qual a motivação desse gesto?
Dário Berger — Primeiro, é uma forma de prestigiar um vereador de cinco mandatos, que tem conhecimento de diversas áreas, especialmente de turismo. Evidentemente, isso tem um objetivo intrínseco de aproximação. O PMDB é vice do PT a nível nacional. Essa aproximação já é natural e não preciso fazer nenhum esforço para me aproximar do PT.

DC — Mas no Estado, o PMDB está com o DEM. Essa aproximação com o PT prevê uma aliança para as eleições de 2012? 
Dário — Não temos nenhum entendimento nesse sentido. A eleição está muito distante. As forças políticas devem se reacomodar e, lá na frente, vamos ver o melhor caminho.

DC — Como ficou seu relacionamento dentro do PMDB depois da eleições e do racha no partido?
Dário — Estou bem. Apoiei a Dilma e o Michel Temer nacionalmente e no Estado o Colombo e o Pinho Moreira.

DC — Mas o senhor não participou das indicações dos cargos?
Dário — Não. Meu time está na administração municipal. Se indicasse um secretário, desfalcaria. Não significa que fui desprestigiado e sim que não pedi. Me perguntaram se desejaria cargo federal e disse que não. Meu interesse é terminar o meu mandato.

DC — Qual sua avaliação sobre a disputa pela secretaria regional da Grande Florianópolis?
Dário — É possível a gente perder essa batalha.

DC — O senhor considera uma derrota política a não-indicação do ex-secretário Valter Gallina?
Dário — Uma derrota política minha, do governador Luiz Henrique, do Casildo Maldaner, dos 10 prefeitos do PMDB na região. Se não acontecer, é uma derrota nossa e uma vitória do parlamento.

DC — A que o senhor atribui?
Dário — À necessidade política de manter a governabilidade. Porque o governador, queira ou não, é refém da Assembleia. Ele precisa ter maioria para governar. Muitas vezes ele não opta, como eu também, pela melhor alternativa. Mas pela que seja mais conveniente para a governabilidade.

DC — O senhor não considera que a indicação da secretaria regional seja uma articulação da ala do PDMB ligada ao vice-governador Eduardo Pinho Moreira para enfraquecer a sua influência política na região?
Dário — Não. Porque sempre venci as minhas eleições, todas que disputei, e superei todas essas articulações contrárias. Pode até existir isso, mas isso não me atinge, não me preocupa porque o que vale é o que você fez, a sua história, a sua determinação.

DC — Como o senhor está avaliando essa especulação da mudança do governador Colombo para o PMDB?
Dário — Com surpresa. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer. Mas isso é resultado da necessidade urgente de uma reforma política que possa consolidar o processo político nacional. Porque, sem isso, todo ano temos uma surpresa.

DC — De que forma o senhor avalia que a reforma política influenciaria?
Dário — No sentido de consolidar os partidos políticos. A democracia se consolida com partidos políticos fortes. Mas à medida que existe essa possibilidade de aglutinar partidos, mudar de partido, acaba enfraquecendo o próprio eleitor, que não sabe mais em quem votar. Por isso o eleitor vota na pessoa e não vota no partido.

DC — E essa possível mudança do governador Colombo é uma surpresa boa ou ruim?
Dário — Para mim uma surpresa boa porque ele viria fazer parte do nosso time. Não sei se é uma surpresa boa para ele, porque ele vai mudar de casa, construir uma nova história. Só o futuro irá dizer se essa atitude é boa ou ruim.

DC — E como o senhor vê a declaração do senador Luiz Henrique de participar da base do governo Dilma, se ele apoiou José Serra na eleição?
Dário — Luiz Henrique é um homem partidário, um discípulo de Ulysses Guimarães. Não teria dúvida que, mais tempo menos tempo, ele ia se manter fiel à doutrina política partidária. Encaro isso com a maior naturalidade. Penso que a política só vai se consolidar no momento em que as brigas fiquem guardadas no período eleitoral e que, depois, se crie um clima de governabilidade. Agora, se continuar isso que estou vendo em Florianópolis, há seis anos perseguido sistematicamente pelos meus adversários, isso me dificulta sobremaneira as minhas ações.

DC — Depois da prefeitura de Florianópolis, quais seus planos?
Dário — Meu futuro depende das oportunidades. O importante é estar preparado para assumir as oportunidades.

DC — Mas qual a sua pretensão? Disputar o governo em 2014?
Dário — Pretensão nenhuma.

Fonte : DC

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Para regiões que apresentam grandes declividades urbanísticas, quais as melhores soluções para um projeto de construção sem riscos?


Em terrenos que apresentem grande declividade é imperativo que em  primeiro plano seja feita uma análise das propriedades do solo. O solo é uma mistura de partículas mineiras e orgânicas, ar e água, agrupadas em um determinado espaço variando m forma e tamanho, essa disposição define a matriz do solo. E essa matriz que define as propriedades físicas, que para nós da construção são as mais importantes. Nos casos onde ocorrem os deslizamentos, o que ocorre é uma sobrecarga de massa, pois devido a elevados índices de porosidade do terreno, o terreno absorve água isso aumenta sua massa, e pela ação da gravidade aumenta sua inércia, ocorrendo o que chamamos de cisalhamento(ruptura) do solo.

Para a execução de um projeto que não se tenha problemas, é imprescindível  que seja feita uma análise prévia do solo, com o acompanhamento de um profissional, que irá analisar amostras colhidas do terreno, a disposição do materiais que constituem o terreno, o tipo de terreno(arenoso, argiloso), a própria inclinação e a disposição das cotas do terreno, se formam um arranjo suave, ou mais acentuado. O ideal é que seja feito uma análise de laboratório, onde obtemos todos os dados para a análise da viabilidade do empreendimento, pois através desses ensaios como pro exemplo, granulometria das partículas sólidas, disposição dos horizontes de solo, o módulo da tensão de cisalhamento, porosidade, entre outros, podemos dimensionar as intervenções necessárias para assegurar a qualidade do projeto, a segurança da obra, e a manutenção da vida. Mas como esses processos são dispendiosos a maioria das pessoas não o faz. 

Na maioria dos casos o próprio engenheiro por seu conhecimento em uma análise visual e algumas pequenas intervenções no terreno, já tira muitas conclusões sobre a viabilidade do empreendimento. A maioria das tragédias que temos acompanhado, é fruto da ocupação desordenada, falta de acompanhamento de um profissional, e políticas socias.



Kim Mendes (Sócio Diretor) e Luiz Fernando Burgin (Assistente de engenharia)

Konkreta Construtora e Incorporadora