sexta-feira, 8 de abril de 2011

Palhoça Festeja 117 Anos Ao Som De Chitãozinho E Xororó



Palhoça já está em contagem regressiva para comemorar os seus 117 anos de emancipação política e administrativa festejados no dia 24 de abril.

Mas, no entanto, a festa quem vai ganhar mesmo é a população palhocense. Serão quatro dias de evento, que tem como ponto alto a apresentação da dupla sertaneja de expressão nacional, Chitãozinho e Xororó na quinta, dia 21, às  20h 30min, na avenida Atílio Pagani, loteamento Pagani, em frente a sede da  Prefeitura de Palhoça. O show é gratuito. Os artistas concedem coletiva a imprensa nesse dia às 17h 30min no Hotel Slavieiro, onde ficam hospedados.

Na programação caprichadamente elaborada pela atual administração de Palhoça os eventos  de comemoração aos 117 anos do município iniciam no dia 18, com o campeonato de canastra, que dura dois dias e acontece no Hotel Slavieiro, a partir das 19hs. 

Na quarta, dia 20, às 20hs, no Estádio Guarani de Palhoça está marcado um jogo entre representantes da Prefeitura de Palhoça e do time do Beijo, do colunista Cacau Menezes.

E na quinta, dia 21, a programação inicia cedo e é destinado para todos os gostos. Às 8hs da manhã a comunidade, grupos de mães e de idosos calçam o tênis para participar da terceira edição da Caminhada pela Paz.

Serão duas horas de caminhada com previsão de chegada às 10hs quando acontece o corte do bolo em homenagem aos 117 anos de Palhoça e o sorteio do IPTU premiado 2011.  Todos os eventos programados para esse dia acontecem na avenida Atílio Pagani, no loteamento Pagani.

Paralelo a Caminhada pela Paz, será montada a Rua do Esporte e Lazer que vai oferecer desde piscina de bolinha, cama elástica e brincadeiras para a criançada como campeonato de xadrez para os papais e mamães.

Outra atração é para quem busca um espaço no mundo da música sertaneja de raiz.  Das 13hs às 16hs, acontece o primeiro Festival Estadual da Interpretação de Música Sertaneja de Raiz. As 15hs,  tem corrida rústica. Enfim, uma festa para marcar os 117 anos de Palhoça que tem muito   o que comemorar por estar vivendo um boom em sua economia atraindo mais de cinco mil empresas gerando mais de 18 mil empregos e atraindo 10 bilhões em investimentos desde 2005. 


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Otimista, brasileiro espera retorno anual de 16,7% nos investimentos em dez anos.




Os investidores brasileiros esperam um retorno médio anual de 16,7% dos seus investimentos nos próximos dez anos. O percentual está bem acima da média mundial, de 11,5%, identificada em estudo feito pela ORC International, a pedido da Franklin Templeton, empresa global de investimentos. 

A pesquisa mostra que o otimismo dos brasileiros só perde para os indianos, que esperam uma média de retorno dos investimentos de 17% para o mesmo período. O otimismo dos brasileiros com relação aos ganhos não é à toa e apenas reflete o otimismo que eles têm com relação ao próprio mercado de ações. 

O estudo mostra que, para este ano, 52% dos entrevistados do País acreditam que o mercado terá um desempenho acima da performance dos demais países do mundo. Considerando os próximos dez anos, 68% dos investidores do País esperam resultados maiores que os apresentados pelos mercados de outros países. 

Para o estudo, a empresa ouviu 13.076 pessoas em 12 países do mundo – Brasil, Chile, México, Hong-Kong, Índia, Coréia do Sul, Cingapura, Alemanha, Itália, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá. As entrevistas foram realizadas entre os dias 6 e 17 de janeiro. 


Imóveis agora e em dez anos 

Os brasileiros estão apostando em imóveis neste ano e para a próxima década. O estudo aponta que 34% acreditam que os investimentos imobiliários terão melhor desempenho em 2011 que os demais ativos. Para os próximos dez anos, 26% acreditam na melhor performance dessa modalidade de investimento. 

Considerando ainda as expectativas dos investidores do País, 23% apostam que ações apresentarão a melhor performance neste ano. Já 21% esperam ótimos resultados desses ativos nos próximos dez anos. As commodities não-metálicas serão os destaques deste ano para 14% dos brasileiros. Para a próxima década, esses ativos apresentarão desempenho acima dos demais para 19% dos entrevistados. 

Embora acreditem no desempenho dessas modalidades, 53% dos investidores brasileiros pretendem investir em renda fixa, 39% em imóveis e 30% em ações neste ano. 


Outros mercados 

Os investidores brasileiros também veem em outros países oportunidades de aumentar seus rendimentos. Tanto que 70% deles pretendem investir em outros mercados nos próximos dez anos. Considerando todos os entrevistados do mundo, 62% pretendem fazer o mesmo. E 50% já estão de olho em investimentos em outros países neste ano.  “Diante da previsão de uma melhor economia mundial, cada vez mais os investidores buscam oportunidades de investimento no mercado globalizado”, afirmou em nota o presidente da Franklin Templeton Investments, Greg Johnson. “Hoje, uma carteira diversificada não é mais somente um mix de classes de ativos, mas é também um mix de regiões geográficas”, completou. 

Para 86% de todos os entrevistados para a pesquisa, as melhores oportunidades de investimento para os próximos dez anos estão nos mercados asiáticos e 61% acreditam que estejam nos mercados latinoamericanos. 

Considerando os investidores europeus, 53% estão de olho nos mercados emergentes para investimentos para os próximos dez anos. E nos Estados Unidos e Canadá, 37% dos pesquisados também acreditam nesse potencial. 

Fonte: UOL

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Consórcio de imóveis é alternativa para conquista da casa própria.


O consórcio de imóveis pode ser uma boa saída para quem quer comprar a tão sonhada casa em Ribeirão Preto. Quem participa desse tipo de “compra coletiva” pode ser sorteado com o imóvel antes mesmo de quitar a dívida.

O sistema funciona com um grupo de pessoas que têm em comum o objetivo de investir em imóveis.  Quem quer comprar o primeiro imóvel para sair do aluguel, ou quer morar sozinho, quem vai se casar ou pessoas que queiram investir para ter um imóvel maior ou um segundo para renda extra podem escolher o consórcio.



Os valores de crédito em algumas administradoras de consórcios variam entre R$ 50 mil e R$ 400 mil. Para valores maiores, geralmente é possível abrir duas linhas de crédito. O prazo para o pagamento pode chegar a 200 meses.

Segundo o representante de vendas da empresa de consórcios Rodobens em Ribeirão Preto, Carlos Alberto Silva, o valor médio escolhido pela maioria das pessoas que tem feito consórcio na empresa é de R$ 130 mil. Ele disse que a maior parte dos consorciados da empresa escolhe o prazo de 150 meses para pagar o crédito. Nessas condições, o valor desembolsado pelo comprador é de R$ 866 por mês.

A vendedora Silvana Avila Lára, de 41 anos, já tinha uma casa própria e fez um consórcio para comprar outro imóvel para ter uma renda extra. Ela fez um plano de R$ 65 mil dividido em 120 meses. A consorciada diz que sempre achou esse tipo de compra um bom negócio. No 32º mês de pagamento, a vendedora foi contemplada pelo sistema de sorteio. “Com mais uma reserva particular e a carta de crédito do consórcio comprei uma casa que já estava alugada. Hoje, com esse aluguel eu pago uma parte importante da parcela do consórcio e daqui a sete anos eu quito tudo. Além do patrimônio adquirido, eu terei renda do aluguel do imóvel”, disse.
Silvana é casada e tem dois filhos adolescentes. Ela e o marido sempre tomaram decisões juntos e, na hora de optar pelo consórcio, não foi diferente.  “Inclusive o automóvel que temos foi por meio de consórcio também”, falou.

A formação dos grupos de consórcio é variada, reunindo todas as pessoas que queiram dividir o imóvel pela mesma quantidade de meses. Os sorteios mensais dependem do número de participantes de cada tipo de plano. Por exemplo, um grupo com 600 participantes que optou por dividir o consórcio em 150 meses vai ter quatro contemplações mensais. Uma das contemplações é por sorteio e as outras três por lances.

Os sorteios podem ser feitos pela Loteria Federal, mas é mais comum o uso de um globo giratório.  Os “lances livres”, como são chamados, podem ser feitos quando o consorciado tem um valor a oferecer e antecipa o pagamento de algumas parcelas. Quem oferece o maior valor proporcional ao total da dívida é contemplado. “Toda pessoa, em algum momento da vida, precisa pensar em um imóvel, pelos mais variados motivos. Seja porque quer simplesmente investir, como se fosse uma poupança premiada, ou porque quer sair do aluguel, residencial ou comercial, porque quer se casar ou comprar um imóvel maior ou diferente”, disse Silva.

Para participar de um consórcio, a pessoa deve ser maior de idade e verificar o valor do crédito liberado para o negócio imobiliário que quer (a carta de crédito), além de planejar se o valor das parcelas mensais vai ser compatível com seu orçamento. Na assinatura do contrato o consorciado deve fazer o pagamento relativo à primeira parcela. Esse valor pago antecipadamente já é uma das contribuições mensais do consórcio, de acordo com Silva. “Além das taxas diversas estarem incluídas nessa parcela, o restante é usado para a formação do fundo comum, que é a soma dos valores totais do grupo de consórcio usada para fazer o pagamento dos clientes contemplados no mês”, informou o representante de vendas. Quem pretende ser um consorciado, precisa ficar atento aos detalhes oferecidos pela administradora, como, por exemplo, as taxas, o sistema de sorteios e como vai ser o atendimento antes e depois da contemplação.

Toda a regulamentação e fiscalização são feitas pelo Banco Central, que autoriza as administradoras de consórcios a cobrarem quatro taxas, que podem ou não ser colocadas em prática. Essas taxas são de adesão ou inscrição, que é uma antecipação da taxa de administração para cobertura de custos da administradora. Também há a taxa de administração, que é o valor cobrado para que o cliente seja administrado em seu grupo. O consórcio contrata seguro de vida, que, nos casos de morte ou invalidez permanente ou total, o saldo devedor do consorciado fica quitado. Por último, há a taxa de fundo de reserva, que é o valor cobrado para cobrir casos de inadimplência.

Hoje existem dois meios de parcelamento de crédito para a compra de imóveis: financiamento bancário ou consórcio. A segunda opção sai na frente, porque permite que as pessoas que já têm um imóvel parcelem o pagamento de outros, o que não acontece pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação) do governo. “O prazo para o financiamento bancário pode chegar a 30 anos, e aí muitos ficam inseguros devido às incertezas do futuro e da economia”, falou Silva.

FGTS

O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) pode ser usado nos consórcios somente para a compra do primeiro imóvel. Segundo Silva, a pessoa que tem interesse em usar esse fundo para fazer um consórcio não pode ter nenhum imóvel em seu nome, mas pode usá-lo para construção, no caso de ter um terreno quitado e sem edificação. No caso dos lances, o benefício também pode ser usado. E se o consorciado conquistar o imóvel por sorteio, pode retirar o FGTS para completar a carta de crédito.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Imóveis serão o melhor investimento para brasileiros.


Imóveis serão a melhor opção de investimentos em 2011 na avaliação de 34% dos brasileiros, segundo pesquisa realizada pela gestora de recursos Franklin Templeton. Em seguida, para 23% dos entrevistados, vêm as ações como melhor alternativa de ativo para o ano. Já as commodities não-metálicas foram apontadas por 14% do público.

A expectativa de bons ganhos com imóveis também se repete quando se olha para um período de dez anos. O ativo foi apontado por 26% dos entrevistados, enquanto ações foram citadas por 21% e commodities não-metálicas, por 19%.

- O investidor vê a valorização que os imóveis estão registrando e acredita que isso vai continuar - afirma o presidente da Franklin Templeton no Brasil, Heitor Lima.

A Pesquisa sobre o Sentimento dos Investidores Globais foi realizada em janeiro em 12 países, incluindo Brasil, Chile, México, Hong Kong, Índia, Coreia do Sul, Cingapura, Alemanha, Itália, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá.

Na média da América Latina - considerando Brasil, Chile e México -, o investimento em imóveis foi apontado por 29% dos entrevistados como a melhor alternativa de aplicação, enquanto as ações tiveram 20% da preferência.

Fonte: O Globo (Lucianne Carneiro)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

FGV, construção civil fica mais cara, puxada pela mão de obra.


São Paulo - O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), atingiu 0,44%, em março, resultado maior do que o de fevereiro (0,39%). Desde o começo do ano, o índice acumula alta de 1,21% e, nos últimos 12 meses, de 7,45%. O INCC é um dos subcomponentes do Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M).

As taxas subiram em índices superiores aos do mês anterior em quatro das sete capitais onde a pesquisa é realizada: Salvador, com 0,62% ante 0,41%; Brasília, com 0,15% ante 0,04%; Belo Horizonte, com 0,54% ante 0,31%; e Porto Alegre, com 1,02% ante 0,24%. Nas demais, as correções ocorreram com variações menores: São Paulo, com 0,34% ante 0,46%; Rio de Janeiro, com 0,35% ante 0,42%; e Recife com 0,33% ante 0,92%.

A taxa do setor da mão de obra aumentou na média em mais do que o dobro (de 0,12% para 0,27%) e acumula em 12 meses alta de 9,36%. Esse crescimento foi influenciado, principalmente, pelos reajustes salariais concedidos em duas localidades, Salvador e Porto Alegre.

Na capital gaúcha, os profissionais receberam adicionais previstos no acordo coletivo da categoria, que elevaram os ganhos na média em 1,30%. Na capital baiana, as correções tiveram variação média de 0,56%.

No segmento materiais, equipamentos e serviços, o índice perdeu força, passando de 0,65% para 0,60%. Nos últimos 12 meses, a variação alcançou 5,72%. O que mais tem encarecido são as instalações elétricas, embora tenham apresentado percentual menor do que em fevereiro (de 2,56% para 1,30%). Desde o começo do ano, esses serviços acumulam um aumento de 5,89% e, nos últimos 12 meses, de 18,29%.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Juro Zero visa expandir pequenas empresas catarinenses.


Na última segunda-feira (28/03), o governador do Estado, Raimundo Colombo, anunciou o Programa Juro Zero, com divulgação prevista para o mês de maio. A proposta é estimular o desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas Inovadoras (MPEI’s) catarinenses nos aspectos gerenciais, comerciais, processo ou produtos e serviços, viabilizando o acesso ao crédito por parte das empresas.

No Programa Juro Zero, o governo vai arcar com os juros de empréstimos a micro e pequenos empresários. Para a caracterização da “Inovação” o Programa adota a definição constante do Artigo 17 da Lei nº 11.196 de 21 de Novembro de 2005, a saber:

"Considera-se inovação tecnológica a concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado."

Fonte: FINEP

Faltam opções de imóveis até R$ 170 mil


O mercado imobiliário ainda não tem muitas opções para quem quer um financiamento pelo programa Minha Casa, Minha Vida com o novo teto de imóvel, que passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil na região metropolitana. A mudança começou a valer no início deste mês. O programa dá crédito com juros mais baixos do que os outros tipos de financiamento da casa própria. 

Em pesquisa com dez construtoras e incorporadoras da capital, o Agora encontrou apenas 12 empreendimentos com preços acima de R$ 130 mil e abaixo do novo teto. A maior parte das opções, 23, custa até R$ 130 mil. 

E quem comprar um desses imóveis ficará mais longe do centro da cidade. Independente do valor, os empreendimentos ficam localizados em bairros no extremo capital e em cidades da Grande São Paulo. O novo teto pode dar ao consumidor a opção de escolher apartamento maiores e mais bem localizados, mas isso ainda não ocorreu. 

Fonte: Jornal Agora SP