sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Corretor de imóveis, qual sua motivação?

Especialista afirma que é importante o corretor de imóveis ter um objetivo que o motive a vender.


Todo corretor deve ter um bom motivo para se empenhar e para isso as estratégias são diversas. Seja para uma viagem, um objetivo a ser concretizado, o sonho de um filho , o corretor de imóveis deve ter em mente quais as metas deseja alcançar em sua vida, na visão do palestrante de vendas, André Vinícius da Silva.


“O corretor de imóveis precisa sonhar. Precisa ter um ponto de referência para crescer. Os sonhos são o “gás” do corretor. Qual é o sentido do seu trabalho? Quais são seus objetivos? Por que estar neste ramo?”, indaga André Vinícius, em seu blog.

O palestrante de vendas afirma que quando se questiona sobre o sentido do seu trabalho, mentaliza quais são os seus sonhos e no que a profissão de corretor de imóveis e os bons resultados podem lhe ajudar. “Lembro que tenho uma porção de sonhos que desejo realizar e que só serão possíveis com algum dinheiro no bolso. Por isso, independente de qual seja a motivação do corretor de imóveis, este precisa de bons resultados para realizar seus desejos e a venda é um meio que o levará a conquista destas metas”.

Quando bater aquela vontade de desistir, lembre-se daqueles que acreditam em você e do que é necessário para realizar este sonho. Portanto, respire fundo e visite mais um cliente.


Fonte: Redimob


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Caixa tem lucro de R$ 2,8 bilhões no 1º semestre de 2012

Foi o melhor primeiro semestre da história do banco. Contratação total de crédito no semestre aumentou 33,3%.

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (9) ter registrado lucro líquido de R$ 2,846 bilhões no primeiro semestre de 2012 – o melhor primeiro semestre da história do banco.

O lucro do período representa uma alta de 25,2% em relação ao mesmo período do ano passado, quando ficara em R$ 2,274 bilhões.

"A Caixa conseguiu comprovar com este resultado que é possível reduzir juros, aumentar a base de clientes, aumentar a oferta de crédito, manter a inadimplência sob controle e até cair um pouco, manter a qualidade da carteira e ter o maior lucro da história do banco", disse o presidente do banco, Jorge Hereda. "Nossa estratégia está dando certo e vamos continuar nela", acrescentou.

A instituição atribui o bom resultado, principalmente, ao aumento de 33,3% da contratação total de crédito no semestre, que passou de R$ 102,7 bilhões nos primeiros seis meses de 2011, para R$ 136,9 bilhões.

A Caixa lembrou ainda que, em abril, foi lançado o programa Caixa Melhor Crédito, que promoveu redução de juros e ofereceu novas linhas de crédito para várias segmentos.

No crédito comercial para pessoa físsica, o crédito contratado no final de junho era de R$ 42,3 bilhões, alta de 56%. O segmento só ficou atrás do crédito habitacional, que atingiu R$ 45,9 bilhões contratados, com um crescimento de 35,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. No crédito para a pessoa jurídica, o volume contratado somou ao término do semestre 35,9 bilhões, avanço de 22,5%.

A carteira total de crédito do banco estatal registrou acréscimo de R$ 48 bilhões nos seis primeiros meses do ano e atingiu R$ 297,6 bilhões de saldo, um avanço anual de 44,6% em 12 meses. O volume contratado no semestre chegou a R$ 136,9 bilhões – uma alta de 33,3% na comparação com o semestre anterior.

Lucro de R$ 1,7 bi no 2º trimestre

Só no segundo trimestre deste ano, o lucro líquido da Caixa foi de R$ 1,7 bilhão, crescimento de 44,5% em relação aos três meses anteriores. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, a alta foi de 15,1%.

Poupança e inadimplência

A caderneta de poupança foi um dos destaques do semestre, de acordo com o banco, com captação líquida de R$ 6,7 bilhões, alta de 189,2%. O saldo da poupança foi de R$ 161,9 bilhões, uma alta de 189% na comparação com o mesmo período de 2011, o que colocou a Caixa com uma participação de mercado de 36,1%.

A inadimplência do crédito no banco ficou em 2,04% no final de junho. Em maio, era de 2,12%. Segundo a Caixa, a oferta de crédito com taxas menores tem represetado uma ótima estratégia de controle da inadimplência, uma vez que o banco tem conseguido atrair também um maior número de novos correntistas.

No semestre, o número de contas pessoas físicas cresceram 27% e o de pessoas juridicas cerca de 40%, com uma média de abertura de 66 mil contas por mês. A Caixa encerrou o semestre com uma base de 62 milhões de clientes, entre correntistas e poupadores, alta de 11,7% na comparação com junho do ano passado.

Perspectivas

O presidente da Caixa, Jorge Hereda, elevou a previsão de crédito contratado no banco para 2012. Da estimativa inicial de R$ 286 bilhões, o banco espera agora fechar o ano com R$ 320 bilhões em contratações de crédito, o que representará uma alta de 35% em relação aos R$ 238 bilhões de 2011.

A projeção da Caixa é terminar o ano com uma carteira total de crédito de R$ 354 bilhões, 42% maior do que no fim de 2011. Segundo Hereda, o banco já recebeu uma garantia do Ministério da Fazenda para um novo aporte de capital, que deverá ser feito ainda este segundo semestre, mas o montante ainda está sendo discutido.

A Caixa assumiu em março a terceira posição no mercado de crédito, fechando o semestre com participação de 13,7% no volume total de crédito disponível no país. A meta do banco é terminar o ano com 15% do volume de crédito contratado no Brasil. "Somos a terceira carteira de crédito do país e estamos encaminhando para nos próximos anos para ser também um dos três maiores bancos do país", afirmou Hereda.

O banco prevê abrir um total de 546 novas agências em 2012, o que elevará o número de unidades para 3.600. Até 2015, a meta é chegar a 5.100 agências e abrir 5 mil novas casas lotérias. "Não está na nossa estratégia a compra de outro banco a curto prazo", disse o presidente da Caixa.

Crédito Imobiliário

Hereda reconheceu que o ritmo de crédito imobiliário está um pouco menor que o do ano passado, mas destacou que a demanda segue grande no país. "O setor está entrando em um processo de menor crescimento, mas sustentável. Está dando certo e vamos continuar crescendo por muito tempo", disse o presidente da Caixa.

O banco informou em seu balanço semestral que o volume de novas contratações de crédito imobiliário cresceu 25%, na comparação com o primeiro semestre de 2011, avanço menor que o registrado pelos segmentos de crédito para pessoa física e pessoa jurídica que aumentaram, respectivamente, 53% e 65%.

A Caixa informou ter fechado o semestre com participação de 73% no mercado de crédito imobiliário e com uma taxa média de 8,35% ao ano.


Fonte: G1


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

QUE TIPO DE NEGOCIADOR VOCÊ É?


Negociar é uma arte. Chega aos melhores resultados quem estiver melhor preparado e quem conhecer bem o perfil dos envolvidos no processo – o que requer saber também qual o seu perfil e como você atua em uma negociação.

Para Roberto Fialkovits, professor da BBS Business School no Brasil e em Angola, é importante levantar o máximo de informações sobre os interesses e características da parte adversária. O especialista lembra os quatro perfis de negociadores, listados pelo autor Carlos Alberto Júlio no livro A Magia dos Grandes Negociadores: o pragmático, o expressivo, o afável e o analítico.

O pragmático, em geral, é bastante decidido, eficiente, rápido, objetivo, exigente crítico, impaciente e insensível. Já o expressivo é criativo, empreendedor, entusiasmado, estimulante, persuasivo, porém, superficial, exclusivista, impulsivo e inconstante. O chamado afável é bastante amável, compreensivo, prestativo, bom ouvinte, integrador, mas também fingido e ineficiente. Por fim, há o analítico, que costuma ser sério, organizado, paciente, cuidadoso, controlado, indeciso, meticuloso, teimoso e perfeccionista.

“Se você pelo menos descobrir a formação da outra parte, já ajuda”, diz Fialkovits. De acordo com o acadêmico, um engenheiro, por exemplo, tem grandes chances de ser analítico. Formados na área de marketing ou de administração, temas ligados ao comercial ou ao público, costumam ter o perfil expressivo.

O pragmático, explica o professor, não segue exatamente uma fórmula, mas geralmente não possui habilidade com a parte comercial, pode ter cargos mais elevados, como a presidência de uma empresa. O afável é aquela figura que ajuda a fazer a ponte entre as equipes, ouve bastante, não afronta.

O pior perfil para se lidar em uma negociação, segundo o professor, é o analítico. “Ele não dá nenhum sinal de satisfação ou insatisfação durante o processo.” Outra dica é usar esses perfis e fazer uma composição de forças. “Vale misturar os perfis que funcionem melhor juntos. O expressivo com o analítico, por exemplo, costuma ser uma boa combinação. O importante é jogar com esses perfis”, afirma.

Descobriu seu perfil ou do seu oponente? Anote outras dicas do especialista para uma boa negociação.

Estruture um plano antes da interação. Não parta para a negociação do preço (posição) antes de falar de necessidades, as condições da negociação.

Mapeie o interesse dos dois lados. É possível conseguir uma série de benefícios antes da negociação com isso.

Escolha sua abordagem: integrativa ou distributiva. A integrativa agrega valor aos dois lados, é o caso de uma parceria, quando as duas empresas dependem uma da outra. A distributiva é a melhor opção para um relacionamento de curto prazo, como compras.

Tenha uma alternativa na manga. Faça os planos A, B e C. Se houver algum problema na negociação, você sabe o quanto pode puxar a corda, o quanto pode conceder ou não.

Fique atento às fontes de poder. Elas são uma vantagem na negociação. Se a empresa que você representa é uma companhia sólida, com um alto poder de investimento, por exemplo, use isso a seu favor.


Fonte: Época negócios


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Modelos mentais favoráveis ao empreendedorismo

Este artigo avalia o impacto dos modelos mentais positivos e negativos que determinam o sucesso ou o fracasso no mundo do empreendedorismo.

Empreender é uma atividade desafiadora. Pessoas que empreendem por iniciativa própria desenvolvem suas habilidades técnicas, humanas e conceituais de maneira mais rápida e se tornam mais eficientes no mundo dos negócios. Aliado a isso, com planejamento e muita determinação, empreender pode ser uma atividade recompensadora.

A prática do empreendedorismo requer a construção de modelos mentais positivos, outro grande desafio para a maioria dos empreendedores. Modelos mentais são determinantes na capacidade de ação e reação das pessoas diante das situações mais adversas. Portanto, dependendo de como foram construídos ao longo do tempo, eles definem o seu grau de comportamento empreendedor.

Antes de prosseguir, é necessário identificar a origem dos modelos mentais e a maneira como se consolidam na sua vida. De acordo com Daniel Goleman, psicólogo e autor do best seller Inteligência Emocional, as fontes dos modelos mentais são a maneira pela qual os seres humanos organizam e dão sentido às suas experiências.

O comportamento humano, segundo Goleman, é condicionado por modelos mentais e estes, por sua vez, são definidos com base em quatro pressupostos:



Biologia: rotula a capacidade de realização do ser humano com base nas suas limitações fisiológicas. O fato de alguém ser alto ou baixo, branco ou negro, cabeludo ou calvo, gordo ou magro, bonito ou menos favorecido em termos de beleza deve ser um fator de sucesso ou insucesso no mundo dos negócios? Infelizmente, é assim que muitas pessoas pensam e, por puro preconceito, inúmeros potenciais se dissipam no meio do caminho.

Linguagem: é o meio no qual se estrutura a consciência do ser humano. Quando você ouve um nordestino, um catarinense, um gaúcho dos pampas, um paulista do interior ou um carioca descolado conversando com aquele sotaque típico da sua região, o que lhe vem à mente? A forma de comunicação pode se constituir num fator de sucesso ou insucesso no mundo dos negócios?

Cultura: dentro de qualquer grupo - famílias, tribos, indústrias, organizações e nações -, os modelos mentais coletivos são desenvolvidos com base em experiências compartilhadas, razão pela qual a cultura pode ser considerada um modelo mental coletivo. Se você é filho de judeu, italiano, grego, alemão ou japonês, não importa, existe um conjunto de valores ou pressupostos típicos de cada cultura. De alguma forma, isso afeta os relacionamentos pessoais e profissionais. Se você é descendente de italiano, japonês, árabe ou judeu, por exemplo, já nasce com o espírito empreendedor mais acentuado.

Experiência pessoal: diz respeito ao sexo, à nacionalidade, à origem étnica, à condição social e econômica, às influências familiares, ao nível de educação e à maneira como as pessoas são tratadas por seus pais, irmãos, professores e companheiros de infância. A maneira como as pessoas começam a trabalhar e alcançam a autossuficiência também é fruto da sua experiência pessoal e isso também influencia o seu sucesso ou insucesso.

Na prática, os modelos mentais de uma pessoa, quando mal construídos, são determinantes para o fracasso nos negócios por conta própria. Por outro lado, quando bem construídos, os modelos mentais são o combustível necessário para a superação das dificuldades inerentes a qualquer negócio por conta própria.

Embora seja necessário considerar outros fatores, os modelos mentais são determinantes na formação do pensamento empreendedor. Prosperidade, riqueza, felicidade e sucesso nos negócios não acontecem para pessoas com modelos mentais negativos predominantes que atribuem a culpa do seu insucesso ao governo, à família, ao mercado e outros fatores.

Como saber se os seus modelos mentais são favoráveis ao empreendedorismo?

Em primeiro lugar, avalie o seu discurso. Se você é de origem humilde e natureza católica, como a minha, por exemplo, deve ter ouvidos coisas do tipo "o pouco com Deus bastante", "dinheiro não dá em árvores", "é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que o rico entrar na porta do céu" e outros típicos da sua criação.

Acredite ou não, essas pequenas frases foram mal utilizadas ao longo de milhares de anos e incorporadas de maneira repetitiva na vida de muitas pessoas. Se você considerar ainda os milhares de "nãos" que recebeu nos anos da infância e da adolescência, é natural que sua mente seja predominantemente negativa. Ao persistir nisso, torna-se mais difícil substituir o conforto do emprego fixo pelo arriscado mundo dos negócios.

Em segundo lugar, com base nos modelos mentais negativos, fruto da sua biologia, da sua cultura, da sua linguagem e da sua história pessoal, não existe outra forma de prosperar por conta própria se você não mudar radicalmente a sua forma de pensar.

O fato de você conhecer empresários falidos ou de ter passado necessidade por conta de um negócio familiar malsucedido não significa que também está condicionado ao fracasso, a menos que incorpore esses exemplos como seus modelos mentais negativos.

Como construir modelos mentais positivos e favoráveis ao empreendedorismo?

De acordo com T. Hark Eker, autor do best seller Os Segredos da Mente Milionária, o seu mundo interior cria o seu mundo exterior. Acredito piamente nisso. O sucesso ou o fracasso também é reflexo do seu discurso e, consequentemente, das suas atitudes em relação ao dinheiro e aos negócios.

Com base nisso, muitas coisas que você sempre ouviu sobre dinheiro e negócios não são necessariamente verdadeiras. É preciso optar por novas formas de pensar, novas ideias e novos modelos mentais que contribuam para a sua felicidade e para o seu sucesso.

Dessa forma, procure condicionar a sua mente para se libertar das experiências negativas passadas em relação ao dinheiro e aos negócios a fim de criar um futuro rico, próspero e diferente daquele impregnado pelos seus pensamentos negativos.

A maneira de fazer as coisas na sua vida é você quem escolhe, portanto, avalie suas ideias e pensamentos e procure alimentar somente aqueles que lhe fortalecem. Pensamentos negativos não poderão ajudá-lo a construir um empreendimento de sucesso; ao contrário, vão consolidar ainda mais os seus modelos mentais negativos.

Você é responsável pelo seu próprio grau de sucesso financeiro, portanto, seja remunerado com base nos seus próprios resultados. Significa assumir a responsabilidade de construir o seu patrimônio por meio do seu próprio esforço, criatividade e persistência.

Procure focalizar as oportunidades e não os obstáculos. Espelhe-se nos empreendedores de sucesso que passaram por obstáculos até então julgados instransponíveis. Abra a sua mente e o seu coração. Pense grande com os pés no chão. Comprometa-se a ser bem-sucedido e o mundo não terá outra alternativa senão curvar-se aos seus pés.

O grande segredo é que não há segredo. O que existe é uma mistura de planejamento, garra, determinação, criatividade e uma vontade imensurável de vencer todos os desafios que existem quando se deseja trilhar o caminho do sucesso. There is no free lunch!

Por fim, esteja aberto e propenso a vencer por conta própria e risco. Aja, apesar do medo, da dúvida, da preocupação e do desconforto. Comprometa-se a crescer e a aprender todos os dias a fim de se tornar maior do que seus problemas. Do resto, o universo se encarrega.

Pense nisso, empreenda e seja feliz!


Fonte: Portal da administração


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Konkreta recebe certificação nível A no PBQP-H e ISO 9001


Empresa realizou auditoria na última semana recebendo excelente avaliação em seus empreendimentos e processos.

  • O QUE É PBQP-H?

Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, é um instrumento do Governo Federal, que visa organizar o setor da construção civil na melhoria da qualidade do habitat. Através de um conjunto de ações, espera-se aumentar a competividade no setor, melhorando a qualidade dos produtos utilizados e na prestação dos serviços. Redução de custos, melhorias nos processos, maior controle e organização de toda a empresa.

O objetivo de longo prazo do PBQP-H é criar um ambiente de isonomia competitiva que propicie soluções mais baratas e de melhor qualidade para a redução do déficit habitacional no país.

O PBQP-H está dividido em níveis de Qualidade. Vai desde o nível D, mais simples, até o nível A de certificação, queabrange todos os requisitos do Programa. A diferença entre os níveis é a quantidade de requisitos que devem ser cumpridos.

Objetivo geral do PBQP-H : "Elevar os patamares da qualidade e produtividade da construção civil, por meio da criação e implantação de mecanismos de modernização tecnológica e gerencial, contribuindo para ampliar o acesso à moradia para a população de menor renda."

  • O QUE É ISO 9001 ?


É o conjunto de requisito que tem como objetivo orientar as empresas no sistema de gestão da qualidade, com o objetivo de satisfazer os clientes, busca a melhoria continua e assegurar a competitividade de empresa.

ISO é a sigla da Organização Internacional de Normalização (International Organization for Standardization). Sua função é promover a normalização de produtos e serviços, utilizando determinadas normas, para que a qualidade dos produtos seja sempre melhorada.

A ISO edita uma família de normas, conhecida como Série ISO 9000:2000, que objetiva apresentar requisitos para gestão da qualidade em processos aplicados tanto para as empresas voltadas para a fabricação de produtos quanto para aquelas voltadas para a prestação de serviços.

Para se capacitar à certificação, a empresa precisa adequar seus princípios de gestão aos requisitos da ISO. Estes requisitos são continuamente revistos, incorporando novos conceitos e práticas de gestão empresarial. Conquistar a certificação ISO representa, para qualquer empresa, um atestado de reconhecimento nacional e internacional à qualidade de sua gestão. Os Certificados são válidos por três anos, sendo realizadas auditorias por órgãos credenciados pela ISO periodicamente, para avaliação da pertinência da manutenção do Certificado durante este período.

  • VANTAGENS PARA OS CLIENTES ?

Os clientes e investidores das construtoras certificadas podem ter a segurança de que os processos realizados estão dentro do exigido, resultando em um produto final de melhor qualidade, com eficiência de recursos e transparência nas informações. É mais garantia para quem compra e segurança de boa rentabilidade para quem investe.





quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Comportamento do corretor de imóveis influi no sucesso das vendas

Profissional deve saber explorar o imóvel, investir em marketing pessoal e capacitação para se sobressair no mercado.


Em um ponto de vendas, seja um estande ou na imobiliária, há vários corretores de imóveis que dispõem da mesma estrutura. Uns, porém, vendem mais que os outros. Sorte, acaso ou forma de atuação? Para o especialista em Gestão Empresarial, Guilherme Machado, certos detalhes no comportamento do corretor de imóveis fazem diferença na hora de atingir o sucesso.


“É comum encontrarmos profissionais da intermediação que deixam para “testar” sua competência no momento da visita ao imóvel e, dessa forma, não estão plenamente preparados para responder as objeções dos clientes. Por isso é fundamental planejar as rotinas de trabalho”, ressalta Machado.

Confira outros itens que diferenciam o corretor de imóveis, quando o assunto é vender.

1. Capacitação- O quanto você tem se dedicado para a qualificação nos seus processos de vendas? A busca pelo conhecimento do imóvel que você negocia tem sido baseada apenas na ficha técnica fornecida pelo engenheiro e no material promocional? O quanto você tem se empenhado em conhecer o mercado onde atua? Na vida profissional, o corretor de imóveis não deve esperar que as coisas simplesmente aconteçam sem que faça a sua parte, pois são as atitudes que resultarão em sucesso ou fracasso.

2. Saiba explorar o imóvel- Cada imóvel tem uma particularidade, um detalhe que deve ser bem explorado em relação ao perfil de compra de cada cliente. Não balize o seu conhecimento apenas nos materiais de divulgação de um empreendimento. Vá até o imóvel ou à região onde ele está sendo construído, explore os potenciais da área, identifique os benefícios reais que o empreendimento oferecerá para o cliente.

3. Invista no marketing pessoal- Antes de comprar o imóvel o cliente precisa “comprar” o corretor que o atende. De nada adianta ter planejamento, conhecimento e capacitação, se na hora do atendimento o profissional da intermediação não tem uma postura adequada. Vale destacar que até mesmo a vestimenta inapropriada pode prejudicar a venda.


Fonte: Redimob


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Brasileiro é um dos mais preocupados com as finanças após aposentadoria

Segundo pesquisa da Accenture, no Brasil, 90% da população pensa na situação financeira de quando deixar de trabalhar.



Os brasileiros estão entre os povos mais preocupados com a situação financeira após a aposentadoria, segundo revela pesquisa realizada pela Accenture em 15 países.

De acordo com o levantamento, no Brasil, 90% da população pensa na situação financeira na aposentadoria, número oito pontos percentuais maior do que a média apurada considerando todas as nações pesquisadas, de 82%.

A Coreia do Sul foi o país com o maior número de pessoas preocupadas com a situação financeira na aposentadoria, com 95% dos entrevistados demonstrando tal sentimento. Na outra ponta, aparece o Reino Unido, onde apenas 65% da população se diz preocupada com a aposentadoria, conforme é possível observar na tabela a seguir:

Preocupação com aposentadoria
PaísPercentual
* Fonte: Accenture
Coreia do Sul95%
México92%
Rússia92%
Espanha91%
Brasil90%
Japão90%
China87%
Polônia87%
Itália84%
Índia84%
França80%
Estados Unidos70%
Austrália69%
Alemanha66%
Reino Unido65%

Quanto à poupança para o futuro, apenas 13% dos brasileiros consideram suficientes os recursos poupados até o momento para viver bem depois que deixar de trabalhar. Neste sentido, a média global é de 16%, sendo que 60% dos entrevistados nos 15 países acreditam precisar guardar mais para viver no futuro.

No geral, 89% das pessoas dizem que é importante ou muito importante investir para ter uma situação financeira confortável na aposentadoria, entretanto, 53% do total dos entrevistados acreditam não ter informações suficientes para planejar as finanças para tal período. Uma das principais preocupações, citada por 67% dos entrevistados, é o fato de não saber quanto deve poupar mensalmente para ter uma renda razoável no futuro.

No Brasil, 94% das pessoas dizem que é importante ou muito importante poupar, 60% relata não ter conhecimento suficiente sobre o assunto e 64% aponta não saber quanto poupar por mês.


Fonte: Portal da Administração