terça-feira, 9 de outubro de 2012

Novo concreto é elaborado a partir de material reciclável

Modelo idealizado na USP de São Carlos utiliza materiais descartados de indústrias e construções.


Concreto idealizado pelo Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP em São Carlos substitui os materiais tradicionais que o compõem por componentes reaproveitados. A areia de fundição (utilizada em moldes nos processos de fundição de peças metálicas) substitui 70% da areia normalmente utilizada, e a escória de aciaria (resíduo que sobra da produção do aço) substitui 100% da pedra.

“O produto se utiliza de resíduos sólidos industriais, fazendo uma reciclagem e dando uma nova utilização para eles, o que propicia a economia de recursos naturais”, diz o engenheiro de materiais Javier Mazariegos Pablos. O produto pode ser usado em guias, mobiliário urbano e na execução de contrapisos e calçadas.

Além disso, esses resíduos não poderiam sofrer descarte comum, pois são nocivos ao meio ambiente. Só podem ser dispostos em aterros industriais específicos, a um custo bastante elevado (cerca de R$200,00 a tonelada). “Essa nova finalidade evita o descarte dos materiais e, consequentemente, esse custo que as indústrias teriam.” Inicialmente, o novo concreto foi utilizado para a fabricação de peças para pavimentação.

O novo concreto começou a ser pensado por volta de 2008, quando Pablos se tornou professor do Departamento de Arquitetura, no IAU. Ele levou essa pesquisa para o Grupo de Estudos ArqTeMa – Arquitetura, Tecnologia e Materiais, onde conseguiu a parceria com os professores Osney Pellegrino e Eduvaldo Sichieri.

O material já tem um número provisório de patente. O registro é concedido pelo órgão governamental Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A partir de agora, eles vão verificar em todo o mundo se já existe algum outro produto com essas mesmas características. Se for verificado que não, o concretoo receberá a patente definitiva. “Esperamos que ela saia em mais dois ou três meses”, diz o engenheiro.

Comercialização

A ideia do grupo é levar o concreto para a sociedade, torná-lo um produto comercial, indo além da concepção acadêmica. “Quando você faz uma patente, você tem uma responsabilidade. Não é só gerar o produto, mas viabilizar a aplicação dele no mercado”, diz Pablos, que ressalta a figura da universidade pública nesse processo. “Isso teve um custo para a universidade, além de haver um custo para a manutenção da patente. Para fazer isso valer, o produto tem de ser comercializado”.

Em casos que geram patentes, a USP fica com 50% de seu valor e os autores com os outros 50%. O grupo se articula para colocar o plano em prática, estabelecendo contato com empresas e indústrias que podem vir a se interessar em comprar o concreto na fabricação de elementos para a construção civil, como peças para pavimentação, guias, blocos para alvenaria de vedação, mobiliário urbano, além de poder ser aplicado na execução de contrapisos e calçadas.

O preço do novo material é um atrativo, pois deve vir a ser menor do que os materiais similares já no mercado. Nesse processo, o grupo recebe a ajuda da Agência USP de Inovação, núcleo de inovação tecnológica da USP que visa promover a utilização do conhecimento científico e tecnológico produzido na universidade, levando-a para os mais diversos meios da sociedade.

O que diferencia esse concreto dos demais presentes no mercado é seu viés ecológico. Ele se utiliza de materiais reciclados, que teriam de ser descartados de maneira específica, porque podem ser nocivos ao meio ambiente. Com isso, esses produtos substituem as matérias-primas que seriam necessárias para a concepção do concreto, ou seja, há menos exploração de materiais naturais. “A questão da preservação do meio ambiente é muito importante e ela esteve presente na idealização desse novo produto”, finaliza Pablos.


Fonte: Redimob


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A importância dos líderes estratégicos

Assim como as empresas querem líderes mais estratégicos, os líderes, por sua vez, querem uma equipe que focalize mais soluções ao invés de problemas.


A empresa é diferente, mas geralmente ouço a mesma frase ao iniciar um processo de Coaching Executivo: "Alexandre, preciso de líderes mais estratégicos e menos operacionais!". Essa tem sido uma das minhas grandes missões nas organizações e aprendi, na prática, que a solução é mais simples do que parece. Simples, mas não fácil.

Assim como as empresas querem líderes mais estratégicos, os líderes, por sua vez, querem uma equipe que focalize mais soluções ao invés de problemas. Portanto, é preciso que o líder ensine sua equipe a resolver esses problemas, e o coaching pode ser uma excelente ferramenta para mudar o foco da sua equipe e tornar menos tortuosa a forma de se encarar esses acontecimentos.

Quando converso com líderes sobre esse tema, muitos me dizem: "Alexandre, eu sei resolver problemas, faço isso todos os dias e nunca precisei de metodologia para isso!". A minha resposta é: "Você pode ter a sua metodologia, mas você sabe ensiná-la para as pessoas?" É isso que estou propondo aqui, uma metodologia que pode ser ensinada para os seus colaboradores. Não tenho a pretensão de ensinar os líderes a resolverem problemas, e sim, que o líder os resolva com o seu time, desenvolvendo uma equipe estratégica.

Invista parte do seu tempo resolvendo problemas com as pessoas e logo não precisarão de você para resolvê-los. Este é o caminho para tornar-se um líder mais estratégico!


Para isso, vamos aprender alguns ensinamentos lógicos e simples:
"Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou." (Albert Einstein)

Fato: nós nunca resolveremos um problema pensando nele, e sim, focando em sua solução. Portanto, a primeira etapa para se resolver um problema é perguntar: "o que nós queremos ao invés disso?" Isso remeterá a sua equipe a pensar no que realmente importa, a solução.

Nenhum problema é tão grande que não pode ser resolvido em pequenas partes gerenciáveis

Estamos acostumados a enxergar o problema como ele se apresenta. Logo, o "monstro" parece muito maior do que realmente é. Mais uma vez, não foque no problema, busque identificar suas causas e as soluções desejadas para cada uma delas. Pergunte: "o que está gerando este problema?".

Não procure os culpados e sim quem pode resolver

Procurar os culpados no momento de se resolver um problema é gerar um estado emocional inapropriado, criando assim um novo problema. Delegue as soluções para quem puder ajudar, resolva o problema e posteriormente corrija as arestas. Não deixe de conversar com os responsáveis, mas faça isso na hora certa.

Compartilhe a resolução do problema

Dessa forma, você desenvolve o seu time e permite que as pessoas aprendam, cresçam e repitam o comportamento positivo sempre que necessário.

Certifique-se de que o problema foi solucionado

Essa é uma das lições do coaching que me encanta. Um problema só pode ser considerado resolvido, se pudermos garantir que não acontecerá novamente. Acompanhe a resolução do problema e crie evidências para essa resolução.

Resumindo, para resolver um problema bastam cinco questionamentos que você, líder, deve ensinar para o seu time:

- Qual é o problema?

- Qual é a solução que desejamos?

- Quais são as causas? Como podemos solucioná-las?

- Quem é o responsável por cada etapa?

- Como podemos garantir que o mesmo não ocorrerá novamente?

Agora, desejo que você torne-se um líder cada vez mais estratégico.


Fonte: Portal da administração


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

As cidades brasileiras podem (e devem) ser bem administradas

Apenas 20% dos candidatos neste ano têm nível superior. Será que isso não faz diferença?


Uma pesquisa recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que 28% dos atuais prefeitos brasileiros – 1.556 (em números absolutos) – não cursaram sequer o segundo grau, isto é, mais de um quarto deles não chegou ao nível médio. Para o pleito de 2012, cerca de 465.550 candidatos foram considerados aptos para a disputa pela Justiça Eleitoral nos 5.568 municípios – 15.550 para prefeito e 460.000 para vereadores. Apenas 20% deles declararam ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter o nível de instrução superior completo. Outros tantos afirmaram somente saber ler e escrever ou não completaram o ensino fundamental.

Este quadro remete a algumas indagações: Um gestor público, com baixo nível de instrução, tem condições de entender os intricados termos jurídicos que permeiam a legislação brasileira? Conhecer os assuntos pertinentes à administração, economia, contabilidade? Compreender as complexas questões relacionadas à saúde, educação, transporte, segurança? Decodificar as mensagens de um mundo globalizado, onde se misturam elementos distintos e culturas diversas?

O nível de instrução dos candidatos a cargos públicos talvez não tenha uma relação direta com a qualidade de sua gestão, mas não é difícil imaginar o grau de dificuldade que esses políticos terão para promover o desenvolvimento das cidades que irão comandar. O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF-2010) – elaborado para medir a qualidade da administração financeira das cidades brasileiras – dá uma pista de que o nível de escolaridade pode, sim, influenciar a gestão municipal. O Índice identificou que, em quase 65% dos municípios brasileiros, a situação fiscal era "difícil" ou "crítica". Das 5.266 prefeituras avaliadas, a excelência da gestão fiscal ficou restrita a 95 delas (em números absolutos), cerca de 1,8%; enquanto 1.824 prefeituras (33%) apresentaram gestão fiscal "boa". Isso demonstra que as cidades estão longe de ter boa administração de suas finanças e padecem de problemas crônicos como baixo nível de investimentos, pequena arrecadação própria, dívidas roladas de um ano para o outro e elevados gastos com funcionários. Um dado que chama a atenção é o aumento do inchaço da máquina pública.




É muito complicado um gestor municipal assumir o cargo em municípios com baixo orçamento, com problemas de toda a ordem, principalmente os relacionados à educação, saúde, segurança e transporte público, além dos compromissos assumidos nos palanques. Superar tudo isso e ainda ter que estimular o desenvolvimento do município, para muitos, parece uma missão impossível. Mas, se o prefeito estiver devidamente capacitado é possível que encontre caminhos para desenvolver o município e oferecer serviços de primeira qualidade à população. Exemplos de prefeituras que promoveram o desenvolvimento sustentável, baseado na competência de seus gestores, é Uberlândia (MG), que visitei recentemente, por ocasião do XIX Congresso de Administração do Mercosul (Conamerco). A cidade é um exemplo de boa gestão, por oferecer à população serviços públicos de qualidade. principalmente, nas áreas de saúde, educação e transporte público

Mas, cidades de pequeno porte também podem estar entre os exemplos de boa gestão fiscal. Santa Isabel (Goiás), que lidera a lista como a cidade com melhor eficiência na gestão fiscal, tem pouco mais de 3,6 mil habitantes. Segundo a Firjan, o município conseguiu aumentar a arrecadação, diminuir os gastos com a folha de pagamento e com a dívida pública, além reduzir a dependência do repasse dos impostos.

Para alguns cientistas políticos o baixo nível de instrução não afeta particularmente o desempenho do político eleito e acreditam que é mais eficaz falarmos em nível cultural dos candidatos, entendendo aí a capacidade de indivíduos de realizar julgamento, de avaliação de questões complexas envolvendo a sociedade e de expressão, em termos da competência em comunicar-se com seus pares. Outros especialistas em políticas públicas afirmam que o baixo preparo intelectual dos candidatos afeta, em geral, o seu desempenho. O fato é que, se o nível de instrução não serve de base para se julgar a competência ou a conduta de um determinado prefeito, serve ao menos para garantir ao cidadão eleitor comum pré-avaliar que aquele mandatário possui apenas as condições mínimas de análise e crítica para tomar uma decisão firme, com conhecimento de causa, sobre determinado assunto.

No pleito deste ano, a Justiça Eleitoral contabilizou mais de 130 milhões de eleitores que irão às urnas para eleger 5.564 prefeitos e 60 mil vereadores das câmaras municipais. Esta é uma oportunidade única para o cidadão brasileiro escolher os gestores públicos, que deverão propor medidas concretas para solucionar os grandes e desafiadores problemas das cidades que irão administrar, principalmente agora que a Lei da Ficha Limpa está em vigor.

A campanha para prefeitos, vice-prefeitos e vereadores já ganhou as ruas e, infelizmente, alguns candidatos são oportunistas e pretendem utilizar os recursos do município para atender a seus interesses; muitos são bem intencionados, mas não têm preparo adequado para administrar um município; e poucos, além de boas intenções, estão devidamente capacitados para realizar uma boa gestão. O certo é que para gerir uma cidade, não importa seu porte ou valor do orçamento, um prefeito deve administrá-la com responsabilidade, ética e lisura.

E aqui vão minhas sugestões aos novos prefeitos que tomarão posse no início do ano que vem. Algumas medidas simples, porém eficazes:
  • Pratique Administração Participativa
  • Desenvolva um Plano de Gestão
  • Conheça e cumpra a legislação
  • Reduza as despesas de custeio
  • Adote a meritrocracia
  • Crie mecanismos de apoio empresarial
  • Avalie sistematicamente
  • Pratique a auditoria ­­­­­­­­­­Humanize a gestão
  • Governe para todos

Fonte: Portal da administração


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Facebook chega a um bilhão de usuários ativos

Rede social comemora marca com campanha publicitária; um em cada 7 terráqueos tem uma conta no Facebook.



O Facebook pode não estar indo tão bem quanto gostaria na bolsa de valores, mas em popularidade ele não para de crescer. Nesta quinta-feira (4), a rede social divulgou que chegou à marca de um bilhão de usuários, o equivalente a um em cada sete habitantes do planeta.

Em comunicado divulgado no próprio perfil, Zuckerberg comemorou a marca e agradeceu aos usuários em um tom humilde e servil.

Mais de 1 bilhão de pessoas já estão usando o Facebook ativamente todos os meses.

Se você está lendo essa mensagem: obrigado por dar a mim e a minha equipe a honra de servir você.

Ajudar 1 bilhão de pessoas a se conectar é fantástico, singelo e de longe a coisa que mais tenho orgulho de ter feito durante a minha vida.

Estou comprometido a trabalhar todos os dias para melhorar o Facebook para você e felizmente, juntos um dia, estaremos aptos a conectar o resto do mundo também.

Números

Os Estados Unidos lideram o ranking de usuários, com pouco mais de 166 milhões, 9,6% a mais em relação ao ano anterior. Mas o Brasil, segundo colocado, teve, de longe, uma maior taxa de crescimento anual: em setembro de 2011, eram apenas 29,3 milhões de usuários; esse número saltou para 58,4 milhões - 99,5% de crescimento. Só não foi superior à Tailândia, que cresceu 99,8% (de 8,4 milhões para 18,8 milhões). A Índia, Indonésia e Reino Unido fecham o top 5. (Veja aqui o ranking completo)

Campanha

O usuário de número 1 bilhão, na verdade, criou o seu perfil no dia 14 de setembro, mas a rede só divulgou hoje. Para comemorar, o Facebook criou também uma campanha publicitária intitulada "The Things That Connect Us" (As Coisas Que Nos Conectam). Confira o vídeo abaixo.



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Financiamentos imobiliários crescem 28% em agosto

Segundo balanço da Abecip, R$ 8,25 bilhões foram destinados a empréstimos para a compra e construção de imóveis.


Os empréstimos para a compra e construção de imóveis cresceram 28% no mês de agosto, de acordo com balanço da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No total, foram destinados R$ 8,25 bilhões nas operações.

Já nos oito primeiros meses do ano, de acordo com o estudo, o crédito imobiliário atingiu a soma de R$ 51,7 bilhões. Nos últimos 12 meses, por sua vez, o volume de empréstimo cresceu 9% em relação ao ano anterior, o que corresponde a R$ 80,2 bilhões.

Em agosto, os financiamentos imobiliários apresentaram alta de 31% em relação a maio. No total, foram financiados 45,6 mil imóveis, maior resultado deste ano. A Abecip acredita que os números representam uma possível retomada mais acentuada dos financiamentos para imóveis, que estavam em desaceleração.

De janeiro a agosto de 2012, porém, foram financiadas 294,7 mil unidades, número 8,65 menor que o registrado no mesmo período do ano passado. Já nos últimos doze meses, foram financiados 420 mil imóveis, 13% a menos que no ano anterior.


Fonte: Redimob


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Os prédios mais coloridos do mundo

Formas, volumes, traços, função e beleza – muitos são os elementos que compõem a arquitetura. A cor, entretanto, é quase sempre aquilo sobre o que as pessoas mais comentam, seja pela alegria que transmite, seja por promover uma quebra com o panorama monótono e opaco das cidades contemporâneas. Confira abaixo 10 edifícios que são verdadeiros arco-íris!


1. ARoS Aarhus Kunstmuseum, Aarhus, Dinamarca
Autor: Schmidt Hammer Lassen Architects
Situado no topo do principal museu de Aarhus, a segunda maior cidade da Dinamarca, o volume circular tem uma combinação de fechamentos de vidros coloridos que produzem diferentes efeitos cromáticos e de luz, tanto para quem está dentro dele quanto para quem está fora.



2. Sugamo Shinkin Bank, Shimura Branch, Tóquio, Japão
Autor: Emmanuelle Moureaux
As placas horizontais que compõem a fachada desta agência bancária em Tóquio são revestidas com painéis luminosos que, durante o dia, exibem uma delicada combinação cromática, e, à noite, um vigoroso jogo de luz e cor.



3. L’École Maternelle de la rue Pajol, Paris
Autor: Palatre et Leclere Architectes
As crianças desta escola infantil parisiense têm motivos de sobra para se divertir durante o horário de aula. Além de as dependências terem toda a estrutura necessária para a educação e recreação, elas são inteiramente alegres, com as mais diferentes cores que existem.



4. Arc en Ciel, Bordeaux, França
Autor: Agence Bernard Bühler
A forma cilíndrica deste edifício foi a solução encontrada pelo arquiteto Bernard Bühler para obter o máximo aproveitamento do lote. Mas o que mais chama a atenção na construção é a fachada revestida com painéis pivotantes de vidro multicolorido que protegem os corredores que circundam o perímetro da construção.



5. The Saguaro Hotel, Palm Springs, Califórnia, EUA
Autor: Peter Stamberg e Paul Aferiat Architects
Cada um dos blocos que compõem o hotel são pintados de uma cor. Mas a diversidade cromática vai além e determina a decoração dos espaços internos e dos acessórios que circundam a piscina e as demais áreas de lazer.



6. Fine Arts Center, Edcouch-Elsa, Texas, EUA
Autor: Kell Muñoz Architects
Situado à beira de uma rodovia, o centro cultural, quando visto a distância, lembra uma fábrica. Um olhar mais atento, porém, revela a função da construção dedicada à exposição de distintas formas de artes plásticas. As faixas coloridas em dégradé de sua fachada principal parecem se abrir como se fossem abas, porém, são fixas.



7. Mercado de Flores, Barcelona
Autor: Willy Müller Architects
Fora do circuito turístico de Barcelona, o mercado de flores é revestido por uma sequência de ripas coloridas. São centenas de linhas com distintos tons cromáticos que seguem em faixas irregulares por toda a fachada do imenso edifício dedicado à venda, em atacado, de flores e plantas.



8. Museu de Arte Contemporânea de Castilla y León, León, Espanha
Autor: Luis M. Mansilla and Emilio Tuñón
Painéis de vidro colorido revestem a fachada do museu. O restante da construção é feito de concreto aparente, material que impõe elegância ao conjunto e complementa a divertida fachada do prédio de seis andares, que se converteu em um dos principais pontos turísticos da cidade.



9. Conjunto residencial Manzana Perforada, Madri
Autor: Amann-Canovas-Maruri
Manzana Perforada é um raro exemplo de conjunto habitacional que consegue ter, a um baixo custo, beleza e funcionalidade. Organizado ao redor de um pátio interno, o edifício estrutura-se em concreto, mantendo a área comum totalmente aberta e revestindo com chapas metálicas de cores diferentes cada uma das unidades residenciais.



10. The Rainbow School, Los Angeles, Califórnia, EUA
Autor: DLR Group
A arquitetura da escola particular situada nos arredores de Los Angeles aposta não apenas na diversidade de cores, mas também na de formas. A estrutura de metal libera espaço para uma distribuição irregular de fechamentos externos, tanto nas faces voltadas para as quadras poliesportivas quanto para a fachada voltada para a rua.




Fonte: Casa Vogue




segunda-feira, 1 de outubro de 2012

As 10 carreiras mais promissoras para aspirantes a empreendedores

Para especialistas, algumas carreiras podem servir como uma preparação para abrir seu próprio negócio sem risco.



Michael McDermott, 32 anos, passou quatro anos de sua vida exercendo a carreira de advogado antes de decidir vender tacos em um trailler. Hoje, McDermott fez parceria com Eleanor Burkett e juntos fundaram a “Yes! Taco” que, após dois anos, expandiu os negócios e inaugurou uma filial. O segredo? O empresário afirma que seu sucesso está diretamente ligado à experiência como advogado.

“As habilidades de um advogado me ajudaram a traçar uma estratégia de vendas e criar atrativos ou argumentos que convenciam os clientes a comprar mais meus produtos”, disse.

Segundo a Ph.D., autora de “150 Best Jobs for Your Skills” e especialista de empregos, Laurence Shatkin, algumas carreiras podem servir como uma ótima preparação para abrir seu negócio sem risco.

Pensando nisso, a especialista fez uma lista das carreiras que mais acrescentam conhecimentos necessários aos empreendedores antes de abrir sua empresa. Como foi o caso de McDermott, os advogados aparecem entre as melhores posições do ranking.

Shatkin compilou os melhores 1.999 empregos que correspondem a um tipo de característica chave que um empresário bem-sucedido deve ter: a personalidade empreendedora. “As ocupações que fizeram parte da lista envolvem os profissionais e os ensinam a tomar decisões”, acrescenta.

Resultado

A lista é composta pelas carreiras com as quais os jovens empresários poderão aprender a desenvolver diversas habilidades, testando sua coragem e os motivando a ter pensamentos estratégicos.

No topo da lista, está o gerente de vendas eleito o melhor trabalho para aspirantes a empreendedores. A profissão tem salário médio anual de R$ 197 mil e abre mais de 12 mil empregos a cada ano. Uma oportunidade promissora para recém-formados que pretendem mergulhar no mundo das vendas.

Outro aspecto positivo da carreira é que ela exige uma série de habilidades comunicativas e que estimulam processamento rápido de pensamento. Shatkin aponta que essas competências de gestão são importantes ferramentas para profissionais se tornarem grandes líderes.

A lista segue com outras profissões que exigem habilidades gerenciais (de tempo, recursos e pessoas), como os gerentes de marketing, que ganham uma média de R$ 225,8 mil, gerentes de construção, R$ 167,7 mil, médicos e gestores de saúde, com renda anual de R$ 168,5 mil. Veja a seguir a lista das carreiras mais promissoras para aspirantes a empreendores publicadas na Forbes:



Fonte: Portal da administração