sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O que você espera do governo Dilma?

Em uma campanha onde os candidatos, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) deixaram as propostas políticas de lado para trocar farpas sobre temas religiosos como a legalização do aborto e PLC 122/06, a petista levou a melhor. Dilma Vana Rousseff, foi eleita presidente da República para o período de 2010 a 2014. Sem nunca ter disputado uma eleição, ela é a primeira mulher a chegar ao mais alto cargo do país. Economista, ex-ministra do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, de Minas e Energia e da Casa Civil, Dilma teve a eleição definida quando atingiu 55,43% dos votos válidos no segundo turno das eleições, ante 44,57% do candidato do PSDB, José Serra.



Perguntamos na nossa enquete o que nossos leitores esperam do governo Dilma, 42%  acha que o país continuará ainda mais forte, 42% acha que será um governo bom, mas pior do que com Lula e ainda tem a minoria de 14% que acha que será ruim e o país vai andar para tras. O fato é que gostando ou não do resultado, a eleição ja foi feita e a maioria escolheu Dilma, agora nos resta conhecer suas propostas e esperar pra ela as cumpra.




Propostas de Dilma:


Programas Sociais

Manter e aprofundar a principal marca do governo Lula - seu olhar social -, ampliando programas como o Bolsa Família e implantando novos programas com o propósito de erradicar a miséria na década que se inicia.


Educação de Qualidade

Priorizar a qualidade da educação, contemplando medidas como o treinamento e a remuneração de professores; bolsas de estudo e apoio para que os alunos não sejam obrigados a abandonar a escola; e salas de aula informatizadas e com acesso à banda larga.Proteger as crianças e os mais jovens da violência, do assédio das drogas e da imposição do trabalho em detrimento da formação escolar e acadêmica. E, simultaneamente, oferecer aos jovens a oportunidade de começar a vida com segurança, liberdade, trabalho e a perspectiva de realização pessoal.Ampliar e disseminar pelo Brasil a rede de creches, pré-escolas e escolas infantis.


Saúde Para Todos

Aprimorar a eficácia do sistema de saúde, garantindo mais recursos para o SUS, reforçando as redes de atenção à saúde e unificando as ações entre os diferentes níveis de governo; dedicando uma atenção ainda maior aos hospitais públicos e conveniados, as novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), ao SAMU e a programas como o Saúde da Família, o Brasil Sorridente e a Farmácia Popular.


Reforma Urbana

Colocar todo o empenho do Governo Federal, junto com estados e municípios, para promover uma profunda reforma urbana, que beneficie prioritariamente as camadas mais desprotegidas da população.Melhorar a habitação e universalizar o saneamento. Implantar transporte seguro, barato e eficiente. E reforçar os programas de segurança pública.



Meio Ambiente

Fortalecer a proteção ao meio ambiente, reduzindo o desmatamento e impulsionando a matriz energética mais limpa do mundo; mantendo a vanguarda nacional na produção de biocombustíveis e desenvolvendo nosso potencial hidrelétrico; e cumprindo as metas voluntárias assumidas na Conferência do Clima, haja ou não acordo internacional.



Indústria, Agricultura e Inovação

Aprofundar os avanços da política industrial e agrícola, enfatizando a inovação, o aperfeiçoamento dos mecanismos de crédito e o aumento da produtividade.Agregar valor a nossas riquezas naturais e produzir tudo o que pode ser produzido no Brasil.Continuar mostrando ao mundo que é possível compatibilizar o desenvolvimento da agricultura familiar e do agronegócio. Assegurar crédito, assistência técnica e mercado aos pequenos produtores e, ao mesmo tempo, apoiar os grandes produtores, que contribuem decisivamente para o superávit comercial brasileiro.


Transparência

Manter a transparência dos gastos públicos e aperfeiçoar seus mecanismos de controle. Combater a corrupção, utilizando todos os mecanismos institucionais.Concretizar, junto com o Congresso, as reformas institucionais que não puderam ser completadas ou foram apenas parcialmente implantadas, como a reforma política e a tributária.Aprofundar a postura soberana do Brasil no mundo, defendendo intransigentemente a paz mundial e uma ordem econômica e política mais justa.Manter o equilíbrio fiscal, o controle da inflação e a política de câmbio flutuante.


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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Caixa propõe nova forma de originação do crédito imobiliário.

O Seminário Dia do Crédito Imobiliário, que aconteceu em São Paulo contou com a participação dos principais bancos privados do País, além da Caixa Econômica Federal e Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais). A palestra de Valter Nunes, superintendente regional da Caixa, foi uma das mais aguardadas. Em sua apresentação, Nunes fez uma análise sintetizada da primeira fase do programa Minha Casa, Minha Vida e falou da necessidade de recriar o modelo de análise de originação do crédito imobiliário para a pessoa física. 

O modelo proposto pelo superintende regional consiste em capacitar todas as imobiliárias para que se tornem correspondentes imobiliários da Caixa. Por esse formato, em funcionamento experimental na cidade de São Paulo com 300 imobiliárias, o correspondente passa a vender o imóvel e também o crédito imobiliário, possibilitando que a assinatura e a concessão do financiamento aconteçam em até 48 horas. 

Esse trabalho não poderá ser feito pela construtora, no entender da Caixa, e terá de ter acompanhamento de empresa especializada em crédito jurídico, a fim de garantir a análise de conformidade da operação. “Para isso, teremos de contar com uma carteira qualificada de imobiliárias e sistemas disponíveis”, ressaltou Nunes. 

Enquanto o projeto de universalização passa por aprimoramentos para ser expandido já em 2011, o banco comemora os 82% de market share conquistado nos últimos anos. “Hoje, são 12,5 financiamentos por minuto feitos pela Caixa”, comentou Nunes. 

No momento, a Caixa aguarda com expectativa o lançamento do Minha Casa, Minha Vida II, que de acordo com Valter Nunes manterá características e condições do programa em execução, mas que já conta com 500 mil unidades em análise, remanescentes da primeira fase, e investimentos de R$ 71 bilhões provenientes do Orçamento Geral da União. Mudanças de tipologia das unidades e destinação de 1,2 milhão de unidades (60% da meta de 2 milhões de unidades) para famílias com renda de até três salários mínimos são algumas das novidades do programa antecipadas pelo governo federal.

Fonte: Portal Secovi/SP

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

1 de dezembro - Dia Mundial Contra A AIDS.



O Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi criado para relembrar o combate à doença e despertar nas pessoas a consciência da necessidade da prevenção, aumentar a compreensão sobre a síndrome e reforçar a tolerância e a compaixão às pessoas infectadas.Foi a Assembléia Mundial de Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), que instituiu a data de 1º de dezembro. A decisão foi tomada em outubro de 1987. No Brasil, a data passou a ser comemorada a partir de 1988, por decisão do Ministro da Saúde.A cada ano, diferentes temas são abordados, destacando importantes questões relacionadas à doença. Em 1990, por exemplo, quando a Aids ainda era mais disseminada entre os homens, o tema foi "A Aids e a Mulher". Em 1997, foi a vez de as crianças infectadas serem lembradas. A importância da família e da união de forças também já foram destacadas como importantes aliados da luta contra a Aids.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Empresas do mercado imobiliário precisam quebrar paradigmas para se destacar no meio digital.

A internet nos últimos anos trouxe novas alternativas de comunicação e relacionamento para empresas de todos os setores. Com o mercado globalizado altamente competitivo, algumas características como velocidade e interatividade, incluem a internet nas estratégias de marketing das empresas. No mercado imobiliário não é diferente. O meio digital tornou-se um importante canal de comunicação para dois públicos prioritários desse setor: o corretor de imóveis e o comprador final.

Segundo Aline Morsh, responsável pelo departamento de mídia e redes sociais da Agência Multimídia VGuedes, para o cliente a internet se torna um mundo mágico onde ele pode visualizar seu imóvel de maneira real, mesmo este não existindo, através de tour virtuais, perspectivas 3D e outras ferramentas que auxiliam na construção desse imaginário. “O cliente se envolve de corpo e alma com sua nova compra. Nesse caso, o papel de qualquer empresa que quer vender empreendimentos é utilizar estas novas possibilidades que o meio digital oferece para atrair o cliente ao stand e converter todo o sonho em venda,” comenta. 

Quebrando paradigmas

Se as empresas do mercado imobiliário querem fazer a diferença no meio digital, é necessário quebrar com alguns paradigmas que ainda estão enraizados neste mercado. “É importante sair do link patrocinado-banner para entrar nas redes sociais e outras ferramentas que aumentam a credibilidade da empresa e a transparência no contato com o público. Outras estratégias off-line podem vir linkadas a estas ações digitais,” explica o Diretor de Arte, Leonardo Sena.

Neste meio é totalmente impossível atribuir-se diferenciais imaginários ao produto, pois fica tudo às claras e fácil de ser confirmado e desejado. “Quanto mais verdadeira, direta e objetiva for à apresentação da empresa e dos seus produtos, mais eficiência esta terá no meio digital. Para o cliente, esta é uma situação que garante segurança, pois ele vai poder cobrar da empresa exatamente aquilo que foi proposto, e com a internet isso fica mais fácil. As imagens estão lá e servem como prova para qualquer descumprimento por parte da empresa,” complementa.

Não há muito segredo. A busca incessante por informações é regra para aqueles que buscam ousar neste meio, a cada dia. “É necessário atualizar-se sempre, pesquisar muito, buscar novas formas de interatividade com o público e observar bem de perto, as redes sociais e o comportamento dos diversos públicos-alvo,” finaliza Sena.
Fonte: Redimob

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iPhone vira maquininha de cartão de crédito.

Essa semana vi uma propaganda da Cielo sobre o lançamento do software para iPhone e iPad  que transforma esses aparelhos em máquinas de cartão de crédito prontas para receber pagamentos de cartões Visa, MasterCard e American Express. Finalmente profissionais liberais poderão “andar” com sua maquininha a tiracolo, uma maneira muito mais fácil e conveniente para os clientes pagarem.

Com essa novidade a Cielo imagina atingir advogados, dentistas e médicos, mas acredito que terão uma enxurrada de outros profissionais liberais em busca dessa facilidade. Mais detalhes sobre esse novo serviço podem ser encontrados no site www.cielo.com.br/portal/iphone/m/index.html.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Planejamento é a chave para sucesso financeiro.

Comprar é bom, não há com negar, e para isso opções é o que não faltam. Porém, quando não há planejamento, uma prática que era para ser prazerosa, pode virar uma verdadeira dor de cabeça. Não adianta fugir a essa regra: é necessário um bom planejamento financeiro para administrar as próprias finanças e alcançar os objetivos. E o hábito de planejar vem de uma boa educação financeira. Mas será que o brasileiro está educado para administrar o próprio dinheiro? O autor do livro “A Árvore do Dinheiro: guia para cultivar sua independência financeira”, professor da Universidade Federal de Santa Catarina e consultor do Instituto de Educação Financeira Jurandir Sell Macedo Júnior, falou aos participantes do Corretor Show, realizado nos dias 10 e 11 de novembro, no Rio de Janeiro, o quanto o “Equilíbrio Financeiro é a base para o sucesso profissional”.

O brasileiro ainda não tem o hábito de planejar suas finanças. Mas segundo Macedo Jr, o país não é diferente de outros. “No Brasil, grande parte das gerações foi educada num processo inflacionário que hoje não existe mais," diz.

Aquele que ainda não sabe, pode aprender de duas formas: pedindo ajuda de um profissional qualificado ou sofrendo com as próprias dívidas. Mas a falta de planejamento não é o único fator para o acúmulo de dívidas. Aliás, na visão do palestrante, os fatores psicológicos também têm um grande peso. “Nós procuramos amor social pelo consumo, ou seja, acreditamos que se nós consumirmos, temos amor e respeito pela coletividade. Muitos gastam na tentativa de conquistar o outro. Hoje, vivemos numa sociedade fragmentada, temos poucos segundos para impressionar alguém. E é essa fragmentação social que leva uma pessoa associar o consumo ao sucesso,” explica.

Felizmente está ocorrendo uma mudança, mesmo que lenta, desta realidade. “Frequentemente há profissionais falando sobre educação financeira na televisão, lançamentos de vários livros sobre o assunto, e isso significa que as pessoas também buscam informações sobre como se planejar melhor", afirma.Mas Macedo Jr atenta: “Para ser uma planejador financeiro, é necessário certificação. As pessoas devem ficar atentas na hora de escolher este profissional".

O Corretor de Imóveis, como não tem renda fixa, tem que estar muito bem organizado para não ocorrer o risco de passar “apertos”. “O profissional precisa gastar a média do que ele ganha, além de possuir uma reserva para pelo menos seis meses,” finaliza.


Fonte: Redimob


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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Porque investir na Palhoça?

Município de Palhoça é destaque em matéria da revista Veja.

Empreendimentos de mais de R$10 bilhões conferem visibilidade nacional à cidade catarinense.

Não é mera coincidência a visibilidade econômica de Palhoça. Não por acaso a revista Veja destacou na edição 2180, que circula essa semana, a matéria especial "A Força das Cidades Médias ", em que analisou o perfil econômico, social e urbano das 233 cidades do país com população entre 100 e 500 mil habitantes. O estudo revelou a explosão da riqueza de Palhoça, que ocupa a sexta colocação do ranking com 8,6% na vocação comércio. Outra catarinense com vocação para o setor de comércio é São José, também da região metropolitana, que cresceu 6,8% ocupando o 14º lugar. Aliás,a vocação para o comércio é a principal fonte de renda de 25% das cidades médias do país. Além dessa vocação, constam ainda o turismo, educação e saúde, energia, portos, indústria, mineração e siderúrgica, agricultura, indústria automobilística e produtos alimentícios.

De acordo com a matéria, o município de Palhoça está incluído no seleto grupo de 106 cidades médias que mantiveram uma taxa de crescimento econômico igual ou superior a média nacional, que é de 4% ao ano, entre os anos de 2002 e 2007.A matéria estampada nas páginas 126 e 127 da Revista Veja dessa semana é comemorada pelo prefeito de Palhoça, Ronério Heiderscheidt, que acredita que o município está no caminho certo. " Palhoça é a bola da vez e hoje vive um novo "boom" econômico com fortes investimentos no setor da construção civil e do ramo imobiliário", avalia. Mas nada é por acaso. Heiderscheidt destaca que o grande trunfo da sua administração foi justamente resgatar a auto estima da população palhocense. " O segredo está na mudança de postura, de atitude e de pensamento. Palhoça deixou de ser uma cidade dormitório da região metropolitana para se transformar em um pólo de desenvolvimento", afirmou.

E para atestar essa mudança de postura, os números são os seus principais aliados.A política de inclusão social adotada por sua administração resultou para Palhoça na atração de duas empresas por dia, totalizando três mil empreendimentos, investimentos superiores a R$ 10 bilhões e gerando, a médio e longo prazo, cerca de 15 mil novos empregos. Apenas em maio de 2010, Palhoça inaugurou R$ 204 milhões em investimentos privados. A observação é do prefeito do município, Ronério Heiderscheidt, destacando que a chegada do primeiro shopping Center de Palhoça, o ViaCatarina, revoluciona Palhoça marcando um novo tempo para a região metropolitana.

A CIDADE QUE MAIS CRESCE

Ainda, o Grupo Empresarial Pedra Branca lançou em Palhoça um empreendimento que inicialmente representa R$ 84 milhões em investimentos e a longo prazo, cerca de 10 anos, vai significar um total de R$ 3,5 bilhões.Além de ser selecionado pela fundação Bill Clinton para o programa Positivo do Clima, o Pátio da Pedra é o primeiro bairro sustentável da América Latina, parceria entre o grupo Pedra Branca e investidores internacionais. O bairro modelo e ecologicamente sustentável terá capacidade para 30 mil habitantes em 15 anos.Já a chegada do primeiro shopping Center, o ViaCatarina, representa para Palhoça investimentos de R$ 120 milhões entre shopping, hotel e lojistas. Ao total estão sendo geradas cerca de 3000 mil vagas de emprego. Para se ter uma noção desse salto, Palhoça em 2005 tinha um orçamento de 45 milhões. Em 2009 fechou em R$ 220 milhões a sua arrecadação orçamentária. O prefeito Ronério Heiderscheidt ambiciona e projeta que em 2012 o município estará entre as dez cidades catarinenses com a maior arrecadação no Estado. "Palhoça vive um momento único em sua história. O principal desafio de nossa administração foi justamente resgatar a auto-estima do povo palhocense. Hoje sinto que o palhocense tem orgulho de sua terra. Adotamos uma política de inclusão social, com geração de emprego e de renda e desenvolvimento sustentável e o resultado foi imediato", disse.

A ROTA DE NOVOS EMPREENDIMENTOS
Palhoça é hoje a cidade mais dinâmica do país, justamente por atrair novos investimentos, numa média de três empresas por dia. É realidade, por exemplo, a instalação do Grupo Rodobens Negócios Imobiliários, que em três anos vai investir mais de R$ 540 milhões em Palhoça, com sete mil unidades habitacionais. (TERRA NOVA Palhoça e Moradas Palhoça). Novos empreendimentos de alto padrão estão se instalando no município atestando ainda mais esse momento de crescimento, como o condomínio de luxo Villa Do Cedro, e o projeto do Campo de Golfe, na região sul da cidade.

A maior rede de departamentos de Santa Catarina, a Havan, está construindo uma unidade na cidade em um terreno de 12 mil metros quadrados com 4 mil metros quadrados de área construída, na BR101, em frente ao Supermercado Giassi. O investimento total é de R$ 15 milhões e a expectativa é de gerar 200 empregos diretos. A rede de supermercado Imperatriz iniciou as obras de construção de um centro de distribuição numa área de 18 mil metros quadrados, no bairro Bela Vista, em Palhoça, na BR 282. O investimento é de de R$ 7 milhões e a estimativa é de gerar entre 400 a 500 empregos. "Hoje são R$ 10 bilhões em investimentos privados em nosso município. Grandes empreendimentos estão transformando Palhoça", destaca o prefeito.Um dado interessante que confirma esse momento é que em 2005 a Prefeitura Municipal emitia 554 mil metros quadrados de alvarás para a construção civil. Esse número hoje é de dois milhões de metros quadrados de alvarás emitidos. " Esse indicativo representa o forte crescimento do setor da construção civil na cidade". Dados da Secretária da Fazenda do Estado informou que em 2007, por exemplo, Palhoça cresceu mais que Florianópolis e que São José, um desenvolvimento chinês de 11,42% ao ano. Outro indicador fornecido pelo DENATRAN: O número de veículos circulando em Palhoça teve um crescimento de 11.24%, três pontos acima da média estadual, que é de 8,26% e dois da média nacional, que é de 9%. De 2002 a 2009, a frota de veículos em Palhoça cresceu 125,9%, passando de 26.526 para 59.947 mil por dia.Uma das ações da atual administração para atrair novos empreendimentos foi criar o Programa de Desenvolvimento Econômico de Palhoça (PRODEP), que ofereceu benefícios como isenção de impostos municipais.