terça-feira, 31 de maio de 2011

Boom imobiliário no DF abre oportunidades para o mercado internacional.


"Corretor Global" aborda como o corretor de imóveis brasiliense pode aproveitar o bom momento do mercado imobiliário local para conquistar investidores estrangeiros.



O Brasil vem constantemente embalado por um forte crescimento no mercado imobiliário. Embora cada região do país tenha características peculiares, Brasília foi escolhida como uma das capitais para sediar o evento Corretor Global, no dia 08 de junho. Mas por que o corretor de imóveis brasiliense deve estar preparado para atender o mercado imobiliário internacional?

Basta se atentar às características do mercado imobiliário local. Dados extraídos da ferramenta WEvolução, desenvolvido pelo Portal WImóveis, do período de outubro de 2010 a abril deste ano com 30 mil imóveis registrados, aponta a valorização média de 24,64%. Dentro dessa perspectiva, é importante posicionar o corretor de imóveis sobre as principais tendências disponíveis no cenário imobiliário global, segundo o diretor de Marketing do Redimob, Leonardo Stuepp Jr.

“O nível de investimentos e crescimento do setor em Brasília são muito expressivos. A apresentação de conceitos, ferramentas e casos práticos, possibilitam e preparam o corretor de imóveis para conquistar novos mercados, incluindo o mercado internacional”, destaca Stuepp Jr.

O bom momento do mercado imobiliário leva cada vez mais profissionais apostarem na profissão. Hoje, para cada 152 habitantes de Brasília há um corretor de imóveis. Dados do CRECI-DF apontam que em 2011, o DF está chegando à casa dos 17 mil corretores. Este número equivale aumento de quase 10%, se comparados a 2010, e aumento de 20% se comparado aos números de 2009. 

O Corretor Global é uma iniciativa do Redimob- Rede Social do Setor Imobiliário e tem como objetivo preparar o corretor de imóveis para atender o mercado imobiliário internacional. A primeira edição foi realizada no Rio de Janeiro, no mês de abril. Em junho, além de Brasília, outras duas capitais serão contempladas com o evento: Natal, no dia 14 de junho e São Paulo, no dia 16 de junho. 

A exemplo do Rio de Janeiro, as inscrições continuam gratuitas e limitada. Para a realização de inscrições basta acessar o endereço www.redimob.com.br/corretorglobal. 

O Corretor Global conta com o apoio institucional do CRECI-DF, CRECI-RN, CRECI-SP, Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP),Rede Brasil de Imóveis, SECOVI-RN, ADIT Brasil, Confederação do Imobiliário da Língua Nacional Portuguesa (CIMLOP). Os apoiadores de mídia do evento são Portal VivaReal, MarketingImob, AdClip e Blog Acontece na Construção.

Por: Redação Redimob.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

30 DE MAIO - DIA DO DECORADOR


Decorar é uma arte, aumentar espaços, estudar combinações, do exótico ao clean, tudo para que cada canto transmita a personalidade de seus ocupantes. Por isso, cada vez mais pessoas optam por montar a mobília com a ajuda de um profissional,  por seu olhar diferenciado sobre as coisas, que sabe identificar tendências, necessidades e histórias a serem transmitidas.


CAMA
Se seu espaço é pequeno, uma boa sujestão é que opte por criados-mudos compactos. Como referência meça na loja se ele possui cerca de 50x40cm e 55cm de altura. Isso, é claro, não é uma regra. Nas medidas das camas de casal a largura dos modelos varia de 1,38m a 2m e o comprimento varia de 1,88 a 2,20m. A distância da lateral da cama e da parede deve ser de, no mínimo 60cm. E se a cama estiver ao lado de um guarda-roupa não esqueça de deixar espaço para a abertura da porta.



Montar a sala de jantar não é tão simples quanto parece. Não basta colocar uma mesa e meia dúzia de cadeiras, é necessário harmonizar todos os itens. Também é preciso ter atenção às proporções do ambiente na hora de eleger a mesa de jantar. Deixe ao menos 1 m de folga nas laterais do móvel para criar um espaço de circulação. Os modelos se adéquam à arquitetura da sala, ao piso e à pintura. E, na hora de escolher , não se esqueça de conferir o conforto. 



SOFÁ
Para uma pessoa de tamanho médio um sofá de 80cm de profundidade assegura o conforto, ou seja, a pessoa conseguirá ter as costas no encosto e os pés no chão com a perna relaxada. Uma boa opção para pequenos espaços é uma chaise longe que não possui um dos braços. Procure o sofá de acordo com o tamanho de seu ambiente, se ele for espaçoso não há mal nenhum em ter um sofá com maiores medidas. Se você for colocar o sofá afastado da parede lembre que o ideal é que ele tenha atrás dele 90cm para circulação.


Diante de todo esta obra, não dá para não reconhecer os méritos por algo tão presente em nossas vidas. Por isto comemora-se no dia 30 de maio o “Dia do Decorador”. 

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Brasília, Natal e São Paulo serão as próximas capitais a receberem o “Corretor Global”.


O ciclo de eventos gratuito que iniciou em abril, no Rio de Janeiro, continuará em junho com o objetivo de preparar os corretores de imóveis para atender o mercado imobiliário internacional.


Depois do Rio de Janeiro, é a vez de Brasília, Natal e São Paulo receberem o ciclo de eventos Corretor Global, que ocorrerá nos dias 08,14 e 16 de junho, respectivamente. A iniciativa é do Redimob-Rede Social do Setor Imobiliário e tem como objetivo preparar os corretores de imóveis para atender o mercado imobiliário internacional. 

O debate acerca dos temas qualificação do corretor de imóveis e tecnologia tem o intuito de ajudar o profissional a conquistar um diferencial em um mercado tão competitivo e em ascensão no país.


O presidente do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro da Silva, fará a abertura dos trabalhos e falará sobre o tema: “A Educação como fator primordial para a evolução do corretor de imóveis brasileiro frente à globalização da profissão”. 

Lideranças globais discutirão oportunidades atuais e futuras do cenário econômico brasileiro. Já estão confirmadas as presenças Aida Turbow, presidente para assuntos da América do Sul da National Association of Realtors (NAR), a maior associação de corretores de imóveis do mundo) e Doug Devitre, CEO da empresa norte-americana de consultoria Doug Devitre International.

Tecnologia: o passo para a globalização

A tecnologia pode ser uma grande aliada para os profissionais do mercado imobiliário E serão apresentados dois cases de sucesso. O CEO e fundador da empresa portuguesa Multivector Tecnologia de Informação, Paulo Fernandes, falará sobre o Caso AdClip- um modelo Google para classificados de imóveis. Encerrando o ciclo de palestras, o diretor de Marketing do Redimob, Leonardo Stuepp Jr, apresentará como as redes de relacionamento podem auxiliar o corretor de imóveis na geração de parcerias e negócios.

Inscrições são gratuitas

A exemplo do Rio de Janeiro, as inscrições continuam gratuitas e limitadas. Para. Para participar, o profissional precisa ser membro do Redimob. 

Por: Redação Redimob.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

BM&FBovespa criará índice para Fundos Imobiliários.


Na terceira oferta pública de ações, ocorrida em março, o Fundo dos Fundos de Investimentos Imobiliários da Brazilian Capital, primeiro a ser criado no Brasil, captou 114 milhões de reais (14 milhões de reais a mais do que a expectativa), com participação de 2.490 pessoas físicas. 

O resultado, em volume e em perfil de investidores, consolida um novo momento nas relações entre o mercado de Fundos de Investimentos Imobiliários e o de capitais, de acordo com o diretor da Brazilian Finance Real State (BRFE), Fabio Nogueira. O momento, disse ele, é oportuno para a criação de um índice para os Fundos Imobiliários, já em estudos pela BM&FBovespa. 

A captação alcançada pela Brazilian Capital com a oferta pública de ações do primeiro Fundo brasileiro dos Fundos de Investimentos Imobiliários foi festejada nesta quarta-feira com direito a chuva de prata no saguão da BM&FBovespa, a principal instituição brasileira de intermediação para operações no mercado de capitais. 

Juntamente com as empresas Brazilian Mortgages, Brazilian Securities e BM Sua Casa, a Brazilian Capital faz parte da holding controlada pela BRFE, criada para desenvolver ações integradas de financiamentos, estruturação e gestão de investimentos para o setor imobiliário. 

Comentando os resultados auferidos pela Brazilian Capital, Fabio Nogueira ressaltou que, após 12 anos da criação do primeiro Fundo Imobiliário brasileiro, “estamos prontos para desenvolver a ligação entre o mercado de Fundos Imobiliários e o mercado de capitais, dentro de um crescimento saudável”. 

A expectativa do setor, de acordo com Nogueira, é a de que está “aberto o caminho para a securitização deslanchar, e para os Fundos Imobiliários avançarem em liquidez”. A evolução destes dois pontos é entendida, entre outras considerações, como capaz de atrair para o setor imobiliário maior participação dos Fundos de Pensão. Estes, de acordo com as regras, podem investir até 8% em “tijolo”, contudo, até os dias atuais, participam em Fundos Imobiliários com discretos 3,5%. 

Ainda não têm data para conclusão os estudos que levarão à criação, pela BM&FBovespa, do índice que permitirá aos Fundos de Pensão e investidores em geral avaliarem com maior agilidade e segurança o desempenho dos Fundos de Investimentos Imobiliários.

Fonte: Estadão (Marcelo Alvez)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Arquiteto propõe mudanças no projeto Minha Casa, Minha Vida.


Só após a tragédia na região serrana do Rio, com um saldo de mais de 900 mortos pelas chuvas, é que o programa Minha Casa, Minha Vida resolveu convidar um arquiteto para pensar as construções em encostas. A presidente Dilma Rousseff chamou João Filgueiras Lima. 

"O Brasil é cheio de favelas penduradas em encostas e a Caixa não tem proposta para isso", diz Lelé, o apelido pelo qual ainda é chamado, aos 79 anos, em tributo a um meia direita do Vasco da Gama que brilhou na década de 40. 

Não tinha proposta --porque agora tem, feita pelo próprio Lelé, o mais famoso arquiteto de hospitais do país, criador de dez unidades da Rede Sarah. 

Obra de João Filgueiras Lima, que terá trabalho reunido no livro em "A Arquitetura de Lelé: Fábrica e Invenção" 
Ter sido convidado pela Presidência não transformou Lelé em adulador. Ele chama o programa Minha Casa, Minha Vida de "porcaria". 

"São horríveis, uma coisa pavorosa", diz sobre o programa criado pelo então presidente Lula em 2009 com a meta de construir 1 milhão de moradias. "O problema não é só de forma. A proposta de construção é horrorosa". 




Lelé sabe do que está falando. É o maior especialista em obras com pré-fabricados, segundo Oscar Niemeyer. Sua experiência com construções mais industrializadas começou em 1957, durante a construção de Brasília, como conta no livro "A Arquitetura de Lelé: Fábrica e Invenção", que será lançado na terça no Museu da Casa Brasileira. 

Foi na Rede Sarah de hospitais, voltada para problemas do aparelho locomotor, que Lelé transformou os pré-fabricados em estado de arte. Uniu funcionalidade, invenção e baixo custo, como diz o antropólogo Antonio Risério. 

Conhecimento
A qualidade estética dos hospitais não era o único susto. O preço de algumas obras era a metade de um similar feito por empreiteira, segundo Lelé. Em entrevista à Folha, feita por telefone, ele diz que não é só o uso de pré-fabricado que derruba o preço da obra --é o conhecimento sobre as funções do prédio. 

O arquiteto conta que aprendeu tanto sobre medicina que é capaz de ler raio-X e considera-se o melhor médico dos dois males que enfrenta: um câncer de próstata e problemas cardíacos. "É óbvio que tenho cardiologista e oncologista. Mas quem dirige o tratamento sou eu." 

Ele não faz, porém, uma defesa da especialização: "Arquiteto, por princípio, deve ser um clínico geral. Até pode se especializar, mas não pode perder a capacidade de integrar tudo". 

Há dois anos Lelé criou em Salvador o Instituto Brasileiro de Tecnologia do Habitat. Será uma fábrica de pré-fabricados para uso em obras públicas. 

Foi o instituto que criou o projeto para encostas para o programa Minha Casa, Minha Vida --casas de dois andares sobre estacas, com um bondinho sobre trilhos para levar os moradores morro acima. 

Ele diz ter uma proposta para os dois fatores mais críticos do programa: a baixa qualidade e o custo. 

"A construção civil é a coisa mais retrógrada do mundo. Se se quer construir no Brasil inteiro, impõem-se a industrialização e a qualidade. Isso só se consegue com tecnologia." 

Outro problema, de acordo com ele, são as normas da Caixa: "O programa da Caixa é tão restritivo que você acaba fazendo aquela porcaria. É preciso dar espaço para o sujeito criar".

Fonte: Folha de São Paulo (Mario Cesar Carvalho)


segunda-feira, 23 de maio de 2011

No início e por 22 anos, só havia o BNH


As construções independentes que predominaram ainda ao longo do século 20 estão cada vez mais se tornando uma parcela mínima do volume de casas e prédios que se espalham pelas cidades, especialmente em São Paulo. Antigamente, havia a classe privilegiada que contratava empreiteiros para edificar suas residências. E havia o operário que, depois de quitar um longo carnê para comprar um terreno, se reunia em mutirão com amigos e parentes para erguer a casa própria. 


Tudo isso está sendo substituídos por grandes incorporadoras e construtoras, responsáveis por sofisticadas torres residenciais para pessoas de alta renda ou por conjuntos habitacionais para classes populares e média. 

O controle da inflação, aliado ao aumento de renda da população e facilidades de crédito possibilitaram essa mudança que, só no primeiro semestre de 2010, assegurou o financiamento de quase 190 mil imóveis movimentando recursos da ordem de R$ 24 bilhões. O temor de uma nova onda inflacionária já levou o governo federal a definir algumas medidas para conter o crédito, mas o setor habitacional acredita que o crescimento prosseguirá, sem volumes recordes, mas de forma satisfatória. 

Por 22 anos, o mercado imobiliário contou basicamente com o Banco Nacional de Habitação para garantir moradias para famílias de baixa renda. O BNH foi extinto em 1986, com a Caixa Econômica Federal incorporando o Sistema Financeiro de Habitação. Foi a partir daí que governos estaduais e municipais se integraram aos esforços do poder central para produzir grandes conjuntos populares. 

Um novo alento para a área veio a partir de 1990, quando foi iniciada a centralização das contas vinculadas ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), cujos recursos são aplicados no financiamento habitacional. O fato é que a área viveu ainda períodos de marasmo, o que mudou mesmo no início do novo século. 2007 é considerado o marco dos novos tempos do setor habitacional no País. Foi o ano de todos os recordes no mercado imobiliário brasileiro. No ano seguinte, a crise americana provocou um certo arrefecimento na área. Mas os números de 2010, ora comemorados, fazem crer que o crescimento vai continuar - mais comedido é certo.  

Fonte: Estadão (Marilena Rocha)