terça-feira, 9 de agosto de 2011

18º SALÃO DO IMÓVEL E CONSTRUFAIR/SC 2011



O 18º Salão do Imóvel e Construfair/SC tem como objetivo oferecer, em um único local, todas as opções para construir, reformar, decorar ou adquirir um imóvel. A proposta é possibilitar que o consumidor, ao visitar o evento, saia com a residência completa. Além da comercialização, palestras e a apresentação de novas tecnologias também estarão em destaque durante toda a feira.
O evento conta com mais de 7 mil m² de área destinada a exposição de produtos e serviços relacionados à construção civil, mercado imobiliário, móveis, decoração e produtos e serviços para condomínios.
             

OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS

Participar da feira é a forma mais eficiente e econômica de sua empresa estar em contato direto com o consumidor e conquistar sua fatia de mercado. Venha apresentar produtos e serviços ao mercado, solidificar relacionamentos comerciais, prospectar novos clientes e negócios, fortalecer sua marca, divulgar lançamentos, verificar tendências do mercado e como estão as principais empresas do setor e, principalmente, fazer ótimos negócios.



CRESCIMENTO – EXPO CONDOMÍNIO E EXPO DECOR MÓVEIS 

A feira agregou mais dois eventos. A segunda edição da EXPO CONDOMÍNIO vai qualificar e apresentar as novidades do setor, contando com estandes de produtos e serviços para o segmento. A realização é do Sindicato da Habitação de Florianópolis/Tubarão - SECOVI e Jornal dos Condomínios, em parceria com o SINDUSCON e AC Feiras. Já a EXPO DECOR MÓVEIS, promovida pelo Sindicato do Mobiliário da Grande Florianópolis (SIM), em parceria com SINDUSCON e AC Feiras, vem proporcionar aos visitantes boas oportunidades de negociar seu móvel direto com o fabricante e conhecer produtos exclusivos.

Serviço:
O que: 18º Salão do Imóvel e Construfair/SC
Quando: de 24 a 28 de agosto de 2011
Onde: CentroSul - Av. Gustavo Richard, 850 - Centro - Florianópolis
Quanto: ENTRADA GRATUITA - cadastre-se pelo site 

HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO: 
24/08 - das 18h às 22h; 25 e 26/08 - das 15h às 22h 27 e 28/08 -  das 10h às 20h 

Mais informações no site da Construfair - SC.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Como anda sua dívida pessoal com a família?


Contas, investimentos, carnês, depósitos, transferências etc. Estes são alguns dos muitos termos financeiros que fazem parte do dia a dia das pessoas. Pois é, as finanças podem ir bem ou mal, mas como vai a sua vida pessoal e a de sua família? Conheci homens e mulheres que conseguiram um sucesso estrondoso nos negócios, mas ao longo do tempo se tornaram verdadeiros fracassados no convívio familiar.


Para se defender, dizem que é uma opção de vida. No entanto, é inegável que o insucesso na vida pessoal é enorme e é caracterizada pela solidão. A esta altura você já percebeu que o artigo de hoje será um pouquinho diferente. Considero fundamental a família reservar tempo para o lazer, de forma que todos possam esquecer o atribulado cotidiano. Afinal, pais e filhos merecem e devem compartilhar experiências de todo tipo. Os exemplos ficam para sempre.

“A vida há de ser divertida. Momentos de prazer, alegria e diversão devem ser valorizados e trazidos ao cotidiano do lar; um filme novo no cinema garante ótimas lições; assistir ao jogo de futebol ao lado do irmão faz o coração bater mais forte; ao sorrir deixamos de lado os problemas. Lazer, diversão, pois bem.” (Conrado Navarro)

É claro que para se divertir é preciso ter planejamento e algum dinheiro. Um lanche, a ida ao cinema, uma tarde no parque, tudo custa. Mas é possível ter momentos de entrega total que não podem ser dimensionados sob o aspecto financeiro. Pense naqueles momentos que dinheiro nenhum no mundo seria capaz de pagar. Pois é, eles existem, mas estão sendo cada vez mais negligenciados.

O texto de hoje busca, mais do que levar conhecimento financeiro, uma reflexão sobre o que é realmente importante na vida e do por que lutamos tanto para chegar ao sucesso financeiro. E reforça uma constatação: dinheiro é importante, desde que seja plenamente aproveitado junto com quem amamos e não se coloque como razão de discussão e discórdia. O papel do dinheiro é outro.

Uma família com as finanças em dia possui possibilidades de conviver em maior harmonia do que uma família com dívidas e cobradores batendo à porta com constância? Nem sempre. Percebemos a inquietude pessoal em muitas famílias financeiramente estáveis. Um choque de valores que afasta pais e filhos, criando um ambiente de aparência em nome do dinheiro. Algumas famílias preferem o status à felicidade plena.

Nesse contexto defendo que a educação financeira deve ser  apresentada dentro de uma realidade em que pessoas aprendam que o dinheiro e o sucesso financeiro são conseqüências naturais e devem ser conquistados com a ajuda de todos na família. Alguns objetivos precisam ser comuns.

Consumo na frente das metas

Olhe e veja o que você está fazendo em relação à sua vida. Você, leitor que busca informação e conhecimento, deve ser o grande exemplo da casa. Incentive a discussão e mostre que todos estão dentro do “mesmo barco”. Seus filhos o respeitarão por serem ouvidos e tomarão gosto por opinar e participar. E isso facilita muito!

Um bom exemplo: as férias da família. Que tal reunir toda a família, um ano antes, e decidir para onde irão e quanto todos precisarão poupar, juntos? Aprenda que planejar pode ser um exercício!


Fonte: Blog Tecnisa. Por: Ricardo Pereira.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

E as perspectivas continuam otimistas...


A tendência é a construção civil continuar em crescimento ascendente, porém em patamares mais ajustados ao restante da economia.



O ramo da construção civil encerrou o primeiro semestre com crescimento significativo. Dados da Confederação Nacional da Indústria mostram que o indicador de atividade ficou em 52,4 pontos em junho ante maio, numa escala de zero a 100 pontos. Desde o final de 2010 o setor não apresentava dois meses seguidos de alta na atividade e o bom resultado traz boas expectativas para as empresas do segmento no segundo semestre. O crescimento se manterá? Os entraves na atividade poderão ser amenizados? Conversamos com o sócio Diretor da Konkreta Construtora, Kim Cerejo, acerca das perspectivas para a construção civil nos próximos meses. A empresa atua há três anos em Palhoça, município da Grande Florianópolis (SC), 


O ramo da construção civil encerrou o primeiro semestre com crescimento, segundo dados da CNI. Qual a sua expectativa para o segundo semestre na atividade?

Esperamos um crescimento ainda maior do que o ocorrido até então, mesmo com as medidas de restrição ao crédito impostas pelo Governo Federal e o fantasma da inflação. Os clientes estão mais criteriosos e demorando um pouco mais para realizar a compra, mas mesmo assim, esperamos crescer 20% sobre os números do primeiro semestre desse ano e 50% sobre segundo semestre de 2010. Viemos de um ano de crescimento muito forte para todo o segmento da construção civil e a tendência é o mercado continuar sua linha ascendente, porém em patamares mais ajustados ao restante da economia. 


A falta de trabalhador qualificado ainda é um dos entraves apontados e há tempos vem sendo discutido. Em sua opinião, este é um problema que custará a ser resolvido? Por quê?

Acredito que é um problema que será cada vez mais problema. Se olharmos para países mais desenvolvidos, veremos que o custo da mão de obra tornou-se tão elevado que o mercado procurou alternativas na utilização da tecnologia, máquinas de reboco, de pintura e outros materiais. Mas infelizmente estamos tão atrasados que agora começamos a falar de processos já utilizados há 10, 15 anos. Esta semana, conversei com um construtor americano que vem tentando ingressar com alguns desses maquinários há mais de 30 dias, mas a burocracia é tamanha que ele está desistindo.

Outro exemplo é de uma tinta americana que dura muito mais que as nacionais. Isso em virtude de que nos Estados Unidos um pintor custa tão caro que não é possível ficar retocando pintura a cada um ou dois anos como aqui. 

Mesmo diante de todo problema podemos tirar grandes aprendizados e nesse caso o que está acontecendo é uma migração de profissionais de outros setores como telemarketing ou segurança, já que a construção civil oferece melhores salários, além da participação das mulheres que pode ser muito maior. 


Há maneiras de driblar o alto custo da mão de obra? Como a empresa tem lidado com esta questão?

Se compararmos com o cenário de dois ou três anos, sim, a mão de obra realmente está muito cara, mas que de maneira geral a resposta é não. Um bom pedreiro ou um bom mestre de obras, por exemplo, representam muito pouco, perto do que eles trazem de resultado para a empresa. O custo se torna alto porque não existe qualificação e nem tecnologia aplicada e precisamos fazer uma média, ou seja, acabo pagando menos para quem merece para ter que pagar a outra parte que não rende a mesma coisa. Não me importaria em dobrar o salário de alguns funcionários e ao invés de 30 pessoas, como temos hoje, poderíamos ter dez muito bem pagos, máquinas os auxiliando e é claro, menor tributação sobre a folha de pagamento. Uma coisa é cara quando não te dá retorno e nesse caso todo mês nos sentimos roubados com os impostos e tributos, isso sim é o problema.


O Brasil ainda sofre um déficit habitacional, o que se significa que o mercado continuará aquecido por um bom tempo. Hoje, quais são os investimentos mais atrativos para as construtoras. Ainda é o Programa Minha Casa Minha Vida? 

Pequenas construtoras voltadas exclusivamente para o Minha Casa Minha Vida estão tendo prejuízos nos seus balanços e não são poucas. O programa impõe tetos para venda e o ganho se dá quando se tem grande escala e quando a briga por custos é diária. Não vejo um caminho único para as construtoras e para quem investe no mercado, é preciso analisar seus pontos fortes e fracos, sua área de atuação e para quem investe, analisar o gestor do capital. O MCMV continuará sendo nosso principal foco, mas este ano estamos lançando o primeiro empreendimento da empresa que não é voltado para o programa. Com relação ao déficit habitacional, a balança muitas vezes não fecha e a maior falta de moradia está nas regiões mais pobres dos estados e a nível nacional no Norte e Nordeste, só que o dinheiro e os investimentos estão nas regiões mais ricas.

Por: Redimob com a colaboração do Sócio - Diretor da Konkreta Construtora e Inc., Kim Mendes.

Financiamento imobiliário bate recorde no primeiro semestre de 2011.


O crédito imobiliário bateu recorde no primeiro semestre de 2011. Números da Abecip revelam que o montante financiado atingiu a marca dos R$ 37 bilhões, 55% a mais que o registrado no mesmo período de 2010. 

Já o número de unidades financiadas foi de 236,5 mil imóveis, 26% mais do que nos seis primeiros meses do ano passado.


Junho
Considerando apenas o mês de junho, o crescimento em relação ao mesmo mês de 2010 foi de 13,8%. Neste ano, 46,5 mil imóveis foram financiados contra 40,8 em junho do ano passado.

Outro fator de destaque para a entidade foi a recuperação da poupança, cujos recursos são utilizados nos financiamentos imobiliários. "Mesmo com a Selic em alta, a poupança se recuperou em junho", disse o presidente da Abecip, Luiz Antonio França.

A captação líquida foi de 1,2 bilhão, depois de dois meses de resgates. "Foi o melhor resultado do ano para a aplicação, num cenário de forte competição entre ativos financeiros em razão da elevação da taxa básica de juros", completou o executivo.

Fonte: InfoMoney 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Efeitos da bolha imobiliária nos Estados Unidos compõem pauta do Banco de Dados da CBIC durante o 83º Enic.


O tema “Efeitos da bolha imobiliária nos Estados Unidos e o atual cenário da economia norte americana” será um dos destaques da reunião do Banco de Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que se reunirá nos próximos dias 11 e 12 de agosto, durante o 83º Encontro Nacional da Indústria a Construção (Enic), em São Paulo.

O assunto será abordado pelo consultor sênior de negócios da Experian Decision Analytics, Global Consulting Practice Risk Management, John Straka.

Ele foi vice-presidente e economista-chefe da companhia hipotecária Freddie Mac, onde atuou em diversas áreas de crédito imobiliário.

No mesmo dia, o Banco de Dados também discutirá com técnicos do IBGE e do Ministério do Trabalho dados sobre emprego e mercado de trabalho na construção.

Já no dia 12 de agosto, o Banco de Dados debaterá com os participantes do evento os aspectos que envolvem o  processo de cálculo e divulgação do CUB/m².

Também será apresentada a Sondagem Conjuntural da Construção realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com apoio da CBIC.

O 83º Enic será realizado de 10 a 12 de agosto, no World Trade Center (WTC), em São Paulo, ocasião em que serão discutidos temas como habitação, infraestrutura, construção sustentável, inovações tecnológicas, produtividade, competitividade e capacitação de profissionais.

Também serão discutidos durante o Enic assuntos como o "Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)" e o "Minha Casa, Minha Vida".

Clique aqui para obter a programação geral do 83º Enic.

Fonte: CBIC

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Palhoça em contagem regressiva para o show que vai marcar os 218 anos de sua fundação!



Palhoça está em contagem regressiva para o show do cantor Daniel agendado para essa sexta, dia 05, às 21hs, no Pagani, e que vai marcar os 218 anos de sua fundação.

Ainda, às 19h 30min, no Hotel Slavieiro, no dia 05, em Palhoça, o cantor Daniel, que é a atração da programação dos 218 anos de fundação de Palhoça, concede uma entrevista coletiva para a imprensa catarinense. 


O show é gratuito e de acordo com os organizadores são esperados mais de 25 mil pessoas no evento.   Um palco coberto ao lado do prédio da Prefeitura de Palhoça já está pronto para receber o evento.

Com duração  de uma hora e 40 minutos, Daniel apresenta em Palhoça o repertório do seu 16º CD da carreira solo. No show  está  o sucesso romântico “Tá no coração”. Em 25 anos de carreira, Daniel  já teve mais de 13 milhões de discos vendidos.

Além de marcar os 218 anos de fundação de Palhoça, o show com o cantor Daniel vai prestar uma homenagem ao santo padroeiro do município, Bom Jesus de Nazaré.


SERVIÇO
O QUE: COLETIVA PARA A IMPRENSA
QUANDO: SEXTA, DIA 05, ÁS 19H 30MIN
ONDE: HOTEL SLAVIEIRO, EM PALHOÇA

APÓS: SHOW DO CANTOR DANIEL ÀS 21 HORAS EM PALHOÇA.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Quem disse que homem não gosta de decoração?


Engana-se quem pensa que os homens não ligam para casa. Eles também desejam um espaço bonito para receber os amigos e, principalmente, as mulheres.



Segundo a arquiteta Marina Dubal, os homens são antenados e solicitam sempre as principais novidades do mercado. "Assim como a potência do carro, eles não abrem mão da potência das caixas de som do home theater. A qualidade da imagem e funcionamento desse aparelho costuma ser a principal exigência", revela. 

Mas quando o cliente tem dotes culinários, a coisa muda de figura: a cozinha tem que ser o foco de todas as atenções. "Esse ambiente também se torna parte do coração da casa. Bancadas integradas com a sala de estar e espaços fluidos são as principais diretrizes nesse caso", explica à profissional. Marina lembra ainda que os homens estão sempre em busca do conforto e das facilidades proporcionadas pela tecnologia: "Projetar para um homem significa usar as tecnologias mais avançadas. Produtos com design e beleza e, principalmente, com praticidade", afirma. A arquiteta Estela Netto reforça a ideia de que os recursos tecnológicos sejam a grande particularidade na decoração masculina. "O diferencial desses projetos é a tecnologia. O homem preza muito por isso e investe maciçamente", assegura. 

E se na hora da paquera eles são mais diretos e vão logo ao ponto, com a decoração não é tão diferente assim. "Funcionalidade é o que todos os homens pedem. O argumento de que uma peça deve ser usada apenas para conferir beleza ao espaço, não basta. Para eles, todo objeto precisa ter uma função prática", lembra Estela. Com relação às cores, Marina conta que somente quando o cliente é mais ousado dá para inserir mais cores entre um detalhe ou outro, caso contrário só nas obras de arte: "A decoração masculina é mais sóbria e minimalista. Tons como cinza, preto, branco e azul são os mais usados".

E tem mais uma coisinha: ao contrário do que se pode imaginar, os homens costumam ser muito detalhistas na hora de decorar. Mesmo assim, as arquitetas asseguram que não é difícil trabalhar com eles. "A facilidade na execução de um projeto depende muito mais de um diálogo aberto entre as partes. Se não houver isso, o trabalho não vai fluir independente do sexo. 

O esforço do cliente e do profissional é essencial para que tudo fique como desejado e todas as expectativas sejam supridas", ressalta Marina. Estela também não acha dificuldades em trabalhar com os homens: "Entro no projeto com o meu olhar feminino, delicado e sensível. Já o homem, ingressa com a praticidade. Essa troca de experiências faz com que o projeto se torne muito mais rico e interessante", garante.

Fonte: www.bonde.com.br