segunda-feira, 7 de maio de 2012

Primeiro guia cultural de SP voltado às pessoas com deficiência.



Segundo o Censo 2010 (IBGE), 46,5 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência.Só a cidade de São Paulo, tem aproximadamente 1,5 milhão de habitantes com algum tipo de deficiência motora ou intelectual. Se somarmos esse número ao de pessoas que têm mobilidade reduzida, como idosos, grávidas, obesos e engessados, chegamos a 3 milhões de pessoas, o que é um número bastante significativo, considerando a população total da cidade, que é de pouco mais de 11 mil habitantes.Inspirado por essa realidade, o Instituto Mara Gabrilli, em parceria com a secretaria de Estado de Cultura, criou o Guia de Acessibilidade Cultural da cidade de São Paulo, especialmente pensado para pessoas com deficiência. Entre os 315 estabelecimentos visitados durante o processo de produção do guia, apenas 186 estavam totalmente adaptados e entraram na publicação. São teatros, parques, museus e casas de show, que oferecem atrações adultas, jovens e infantis e estão aptos a receber com a devida infraestrutura cidadãos com qualquer tipo de deficiência.

O Guia de Acessibilidade Cultural da cidade de São Paulo existe em duas versões: online (www.acessibilidadecultural.com.br) e impresso que será lançado dia 7 de maio e distribuido gratuitamente.


Bela iniciativa!!!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Construção civil: a tendência é o equilíbrio entre oferta e demanda.

Especialista afirma que desde o ano passado o setor dá sinais que está caminhando para a estabilidade.



Se tivemos um período atípico, no qual a procura era maior que a oferta, podemos esperar um equilíbrio nos próximos anos. Esta é a opinião do Diretor de Área Imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (SINDUSCON-MG), Bráulio Franco Garcia.

“O segmento da construção civil no Brasil se encontrou estagnado por quase 30 anos. Sofremos um período atípico entre 2007 e 2010, onde a queda de juros e o incremento no crédito imobiliário proporcionou uma avalanche na procura dos imóveis. Já estamos caminhando para um equilíbrio e entre um e dois anos, acredito que o volume de lançamentos será adequado à demanda”, afirma.

A entidade divulgou na semana passada uma pesquisa retratando o desempenho imobiliário de Belo Horizonte no primeiro bimestre de 2012, onde foi constatado que foram comercializados 793 apartamentos novos. Este número significa uma queda de 2,10% em relação às vendas registradas no mesmo período de 2011. A análise de dados históricos demonstra que levando-se em consideração os principais indicadores de desempenho do mercado imobiliário, o único que registra queda nos primeiros meses de 2012 é a oferta.



Mercado promissor, porém com desafios

A avaliação geral da pesquisa afirma que não existe nenhum fator que sinalize um desequilíbrio nas atividades do setor imobiliário. Mas os desafios ainda continuam. Escassez de terrenos, valores compatíveis que viabilizem os empreendimentos e mão-de-obra ainda são entraves no setor, segundo Garcia. “ Com o crescimento do setor, há uma carência expressiva de mão-de-obra. Embora tenhamos dificuldade, eu ainda considero este o menor dos empecilhos, pois as construtoras estão se conscientizando da importância em investir em qualificação e treinamento”, completa.

Fonte: Redimob.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Casa própria fica mais em conta.

Orientação da Caixa é esperar até 4 de maio, quando novas taxas entram em vigor. Outros bancos também fazem reduções.


BRASÍLIA e SÃO PAULO — Depois de liderar a derrubada dos juros no crédito pessoal, a Caixa Econômica Federal ataca no setor imobiliário, segmento onde já é líder. A partir de 4 de maio, vai cobrar juros mais baixos nos novos financiamentos habitacionais para a classe média. Quem é cliente e recebe salário pelo banco terá um desconto de 21% na taxa para imóveis avaliados em até R$ 500 mil. Neste caso, o percentual cairá de 10% ao ano para 7,9%. Para quem não é correntista, a nova taxa será de 9%, queda de 10% em relação à atual. No caso de imóveis com valor superior a R$ 500 mil, a taxa cairá de 11% para 9%, se o mutuário tiver relacionamento com a Caixa, o que equivale a uma redução de 18%. Se não for cliente, o juro ficará em 10% ao ano.

Até 4 de maio, a Caixa vai intensificar o treinamento dos funcionários nas agências e implementar um simulador no site da instituição (www.caixa.gov.br). A orientação para quem for fechar contratos nesse período é comparar as condições atuais com as taxas futuras e, se for vantajoso, esperar pela vigência das novas taxas.

No mesmo dia do anúncio das reduções, quarta-feira, a medida teve efeito na concorrência. O Citibank derrubou sua taxa de 10,95% para 8,9% anuais para imóveis até R$ 500 mil. O novo percentual começa a valer em 2 de maio. Bradesco, Santander e HSBC também avaliam a possibilidade de seguir o caminho. Já o Itaú Unibanco não quis se pronunciar sobre o assunto, informando que “as taxas do banco são atribuídas de maneira personalizada”. Nos bancos que ainda não mexeram nas taxas, o juro do financiamento varia de 9,5% (no HSBC) até 11% ao ano (no Santander e no próprio HSBC). No Bradesco e no Itaú, a média é de 10,5% ao ano.

O Banco do Brasil (BB) informou que também avalia um corte de juros no segmento, mas que ainda não há definição sobre isso. O banco é novato no setor, começou há cerca de três anos e a carteira fechou o ano passado em R$ 6 bilhões. Com taxa média de 8,4% ao ano, praticamente todos os contratos são de servidores estaduais com folha de pagamento na instituição, como Minas Gerais, Bahia e São Paulo (capital).

Os novos cortes da Caixa não atingem as famílias de baixa renda do Minha Casa Minha Vida, que já oferece taxas ainda mais baixas — de 6% ao ano no máximo — com subsídio do governo. Mas vão beneficiar o segmento com renda acima de R$ 3.100, que paga atualmente juros de 8,4% ao ano para imóveis de até R$ 170 mil. O novo percentual ficará em 7,9% ao ano. Os mutuários com contratos antigos não poderão renegociar as dívidas dentro das novas taxas:


— O que estamos anunciando aqui vale, exclusivamente, para os novos contratos — disse o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte.

Ele fez questão de ressaltar, porém, que a redução é para qualquer mutuário, mesmo aqueles que não têm qualquer vínculo com a Caixa (ser correntista, ter cheque especial, cartão de crédito ou poupança). O desconto será maior para os clientes, por uma questão estratégica para o banco, porque permite ganhos de escala, com a ampliação da base, explicou Urbano.

Segundo simulações da Caixa, com as novas taxas, num financiamento de R$ 200 mil, por exemplo, o mutuário poderá economizar cerca de R$ 1.800 na prestação no primeiro ano da vigência do contrato e um total de R$ 18 mil quando terminar de pagar em 20 anos. No caso de um financiamento de R$ 600 mil, a economia pode chegar a R$ 5.600 no primeiro ano e mais de R$ 54 mil no fim do contrato. Nos dois exemplos, foram aplicadas taxas para quem não tem negócios com o banco.Urbano disse que a Caixa continuará expandido suas operações e, se for preciso, o governo fará novos aportes no banco. A informação foi confirmada pelo secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Ele disse que o governo poderá capitalizar os bancos públicos para aumentar a oferta de crédito.

— Se houver necessidade de capitalização, vamos prover. Eu não vejo necessidade neste momento, mas não será a falta de capital que vai impedir os bancos de realizarem sua tarefa (de ampliar o crédito) — disse Augustin.

Urbano previu que, com a redução nas taxas do crédito imobiliário, as contratações da Caixa deverão fechar o ano com R$ 96 bilhões, acima dos R$ 90 bilhões previstos inicialmente.




Mesmo mais baixo, juro pesa no bolso




Para a consultora Maria Henriqueta, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic), a decisão da Caixa é importante porque vai facilitar o acesso ao crédito imobiliário. Mas não deverá haver grandes impactos no mercado, porque o benefício está mais restrito ao segmento de renda mais alta, que já tem facilidade para obter esse tipo de crédito.


Simulação feita pelo economista e educador financeiro Mauro Calil mostra que, mesmo levando em conta a taxa mais baixa cobrado pelos bancos de varejo (9,5% ao ano), o juro aumenta significativamente o peso da dívida no bolso do mutuário. Para financiar R$ 170 mil com aquela taxa, o comprador desembolsará, ao fim do prazo de 20 anos, R$ 369,9 mil — valor 117% maior que o tomado no empréstimo. Neste caso, as 240 prestações ficam em R$ 1.541.


Na taxa mais alta — de 11% ao ano, no Santander —, para financiar o mesmo valor no prazo mencionado, o desembolso final chega a R$ 406,8 mil, ou 139% mais que o valor emprestado inicialmente pelo banco. As parcelas são de R$ 1.695.


Para financiar R$ 600 mil, com juro de 11% ao ano, o cliente pagará por 20 anos parcelas de R$ 5.982. No total, o desembolso chegará a R$ 1,435 milhão — também 139% mais do que foi tomado emprestado.


Segundo dados do Banco Central (BC), em março, o spread — diferença entre o custo de captação dos bancos e o que cobram dos clientes — teve queda de 0,7 ponto percentual. Para emprestar às pessoas físicas, as instituições financeiras cobram 35,1 pontos percentuais a mais do juro que pagaram. As taxas médias de juros cobradas pelos bancos aos clientes pessoas físicas caiu de 45,4% ao ano, em fevereiro, para 44,4% ao ano, no mês passado.


Ainda de acordo com os dados do BC, a inadimplência das famílias caiu pela primeira vez desde dezembro de 2010. A média dos atrasos acima de 90 dias passou de 7,6% para 7,4% em março. Essa queda não foi generalizada. O atraso nos financiamentos de veículos bateu novo recorde e chegou a 5,7%.




Fonte: O Globo

quarta-feira, 25 de abril de 2012

A estratégia dos grandes: rede de supermercados inova ao colocar prateleira virtual no metrô.

A rede Tesco, multinacional do segmento de supermercados, vivia um dilema. De que forma torna-se a empresa número um da Coréia do Sul mesmo tendo menos lojas do que sua principal corrente? A estratégia encontrada pela corporação foi interessante e, ao mesmo tempo, demonstra aos pequenos empresários que eles devem agregar novas tecnologias aos seus produtos e serviços imediatamente.


Após realizar pesquisas, a Tesco descobriu que os sul-coreanos eram o segundo povo no mundo que mais trabalhava e, assim, os executivos da rede concluíram que fazer compras no supermercado tomava um tempo que os clientes simplesmente não tinham.

Diante de informações coletadas no mercado, a rede inovou: decidiu levar a loja até os consumidores - e não estamos falando aqui de criar um site para compras online. Eles foram além.A Tesco coloocou em estações do metrô displays com imagens dos produtos que comercializa idênticas às prateleiras dos supermercados. Mais do que isso: o consumidor poderia fazer compras ali mesmo, enquanto esperava pelo trem.

Funcionava assim: o cliente passava a câmera do celular em um QR Code colocado em cima de cada produto. Ao ler esse código, o celular conectado na internet levava o cliente ao sistema de vendas online da empresa. O consumidor informava a quantidade que desejava de cada produto e indicava a forma de pagamento. Pronto! No fim do dia, a compra estava em sua residência.

O sucesso da empreitada, informa a multinacional, fez com que as vendas online da Tesco aumentassem 130% após a ação - a empresa tornou-se a primeira colocada no ranking de vendas online do segmento e aproxima-se cada vez mais do objetivo inicial: torna-se a maior rede da Coréia do Sul em termos de lojas físicas.

Veja o vídeo e entenda como funcionou a ação:


Fonte: Estadão


segunda-feira, 23 de abril de 2012

Caixa reduz juro para beneficiário do ‘Minha Casa, Minha Vida’.

Linha especial dá taxa menor para compra de móveis e eletrodomésticos.


RIO — A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira uma linha especial de empréstimo para beneficiários do programa “Minha Casa, Minha Vida” comprarem móveis e eletrodomésticos da linha branca. Foram reservados R$ 2 bilhões para esse tipo de crédito, que poderá ser contratado a partir de 4 de maio.Neste novo tipo de empréstimo, chamado de “Cred móveis Caixa”, o banco vai dar prazos e taxas de juros em condições mais vantajosas para quem comprou imóveis enquadrados no “Minha Casa, Minha Vida”. As taxas vão variar de 1% a 2% ao mês, com prazo máximo de 48 meses.Quanto maior a renda da família, maiores ficam os juros. Para famílias com renda bruta de até R$ 1.600 — os juros ficarão em 1,00% ao mês. Com renda entre R$ 1.600,01 a R$ 3.100,00 — o juro fica em 1,50%. Para famílias com renda de R$ 3.100,01 a R$ 5.000,00 — a taxa de juro será equivalente a 2,00% ao mês.

Fonte: O Globo

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Decór… Cabeceiras

Por Ana Luiza Caldeira.






Na hora de decorar o quarto, sempre surge a dúvida: O que fazer na cabeceira?


Muitas vezes, ela é o “ponto alto” do quarto, e, como destaque, merece uma atenção especial…


Por isso, separei algumas ideias bacanas pra ajudar vocês…






Capitonê: Cabeceira alta ou baixa, desenho reto ou rebuscado, com tecido nobre ou não. Esse tipo de estofado traz elegância a qualquer espaço.






Janelas: não existe regra, as camas podem sim, estar na frente delas.






Portas: É muito bacana utilizar materiais reciclados e de demolição. Além de ecologicamente correto, é bonito e super original.








Nichos e prateleiras: São funcionais. Espaço para abajur, livro, porta retrato...








Retalhos, colchas, mapas, fitas: Não importa o material, o legal é deixar seu quarto com personalidade!






Tecidos, papéis de parede e adesivos: para todos os estilos. Fáceis de instalar e com uma variedade enorme, são soluções muito utilizadas.






Quadros: Trazem charme e requinte para o quarto.






Destaque para cabeceira.




Em muitos casos (quando o quarto é muito pequeno, ou se quer destacar outro móvel, por exemplo) a solução pode ser deixar a cama sem cabeceira, sem que com isso seu quarto fique menos bonito. O importante é não ficar preso a regras.


Escolher o que colocar para dar acabamento para cama requer atenção. A cabeceira pode ditar o estilo do quarto. Ideias e materiais para se inspirar não faltam. Por isso, invista um tempinho e capriche na sua cabeceira, com certeza seu quarto vai ficar mais bonito e charmoso.


Fonte: Gabriela Faraco Blog

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Minha Casa Minha Vida levará 107 mil imóveis a 2.582 cidades.




A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista que o governo federal vai investir R$ 2,8 bilhões na construção de 107 mil moradias para famílias com renda mensal de até R$ 1.600,00 que vivem em pequenos municípios brasileiros. Nessa etapa, segundo ela, 2.582 municípios com menos de 50 mil habitantes serão beneficiados pelo programa Minha Casa Minha Vida 2.

Dilma afirmou que até 2014, o governo vai construir 2,4 milhões de moradias. "Faz parte do Minha Casa Minha Vida, Fase 2, que vai construir 2,4 milhões de moradias até 2014. Acabamos de aumentar a meta, que era de 2 milhões de residências, porque queremos dar ainda mais oportunidades para que mais famílias possam ter sua casa própria", concluiu.

Fonte: 180 Graus