sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Investir no mercado imobiliário continua sendo um bom negócio

O imóvel é considerado uma boa forma de investir dinheiro – é um patrimônio durável e que se valoriza ao longo do tempo, especialmente quando ocorrem melhorias na infraestrutura da região. Mesmo com a expectativa de estabilização do mercado imobiliário, vender ou alugar uma edificação continua sendo um bom negócio. “Os índices de valorização registram uma pequena queda, porém, os preços atuais não irão diminuir”, explica Carlos Samuel de Oliveira Freitas, especialista em Direito Imobiliário e diretor de Condomínios da PRIMAR Administradora de Bens.


De 2001 a 2010, os preços dos imóveis residenciais e comerciais no Rio de Janeiro sofreram um aumento de até 700%. O dado é do estudo “Panorama do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro”, realizado pelo Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-RJ). A entidade constatou que em 2011 o crescimento do setor foi menor comparado ao mesmo período de 2010. “O valor médio do metro quadrado para venda teve um desaceleração significativa no ano anterior, assim como o preço para aluguel. Nos dois casos, o crescimento foi 50% menor do que em 2010”, aponta.

Para Freitas, mesmo nesta fase de equilíbrio dos valores praticados pelo mercado imobiliário, ainda haverá um aumento nos preços das edificações. A razão é o forte investimento em urbanização e infraestrutura para receber a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016. “As unidades imobiliárias localizadas no entorno das sedes destes eventos, onde irão acontecer às competições, serão extremamente valorizadas, principalmente na época de realizado dos jogos. O preço de venda pode superar o valor primitivo em até 300%”, enfatiza Freitas.

Saiba como vender seu imóvel mais rápido

Quem deseja vender um imóvel usado deve ficar atento a algumas orientações básicas que podem dar um empurrãozinho para o comprador fechar o negócio. O processo de venda, na maioria dos casos não é rápido, porém, ter cuidados básicos com a edificação ajuda a atrair mais interessados. “Os imóveis usados têm forte concorrência, por isso quanto mais atraente, maiores são as chances de vender. O primeiro passo é manter a residência sempre limpa e organizada. O jardim e o quintal também merecem mais atenção”, observa.

A conservação do imóvel é fundamental. Portanto, se houver a necessidade de fazer reparos na parte elétrica, hidráulica ou estrutural, faça antes de anunciar o imóvel para venda. Os consertos e melhorias eliminam possíveis distrações para os interessados. “As pessoas que vão visitar a casa ou apartamento se projetam naquele ambiente e se imaginam morando ali. Se o primeiro contato não for positivo, o negócio será prejudicado. Mesmo quando o interessado faz mais de uma visita, a primeira impressão sempre será a mais forte em sua mente” esclarece.

Caso o imóvel a venda esteja ocupado, a atenção deve ser redobrada. Os ambientes devem estar sempre arejados, sem mobília em excesso e objetos jogados em qualquer canto. Os dejetos dos animais de estimação devem ser removidos do quintal, assim como os entulhos. “A boa aparência deve ser mantida constantemente, afinal nunca se sabe quando o possível comprador vai solicitar uma visita. Mesmo que a administradora agende os encontros, será impossível deixar tudo organizado a tempo se não houver manutenção frequente”, afirma.

Outra recomendação importante é a revisão dos documentos do imóvel. A escritura deve ser fidedigna com a realidade. Qualquer diferença pode ser motivo para que o interessado desista de fechar o negócio. “O ideal é manter tudo atualizado para não haver transtornos no momento da negociação. O diálogo é outro fator que conta pontos. O proprietário e o corretor da administradora devem sempre ressaltar os pontos positivos da edificação, comentar sobre as características do bairro e os serviços oferecidos aos moradores, como linhas de ônibus, escolas e postos de saúde”, acrescenta.


Fonte: Redimob


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Saiba como aumentar sua carteira de clientes

Na era do relacionamento, não importa quem você conhece, mas sim, quem conhece você.

Ouvir o cliente e atender a suas necessidades é fundamental. Mas só esse entendimento não é suficiente diante da competição existente no mercado. Hoje o vendedor precisa adaptar-se à prática de não deixar o cliente esquecer-se delle. E isso pode ser feito por meio do relacionamento.

Para André Ortiz, especialista em vendas e diretor da consultoria Oficina do Sucesso, o mercado vive a era do relacionamento. "Não importa quem você conhece, mas sim, quem conhece você."

Segundo o especialista, o atendimento é o responsável pela fidelização do cliente, em parceria com as estratégias de comunicação. E para aumentar a carteira de clientes não basta apenas atender de forma eficiente e vender uma única vez. É preciso criar estratégias de fidelização, e isso depende da determinação dos profissionais de vendas.

"De nada adianta fazer promoções para atrair o consumidor, se quando o cliente chega à loja ele é mal atendido. Por isso, ressalto que a equipe de vendas precisa gostar de lidar com gente, além de ser lapidada e reconhecida constantemente para atender, cada dia melhor, o seu cliente", destaca André.

"Imagine se durante um ano, você trocar todos os dias, dois novos cartões com seus com prospects e, se possível, trazer dois deles. Agora, vamos à conta: Ao final do ano você terá quantos cartões? Serão 730 cartões - se o ano não for bissexto. E se destes 730 cartões, você converter apenas 10% em novos clientes ao ano, serão 73 novos clientes na sua carteira, ou seja, 73 clientes que quando precisarem de algo poderão procurar por você."

André ainda pondera que, se aquele cliente que no primeiro atendimento não comprou nada, voltar em outra ocasião e procurar pelo vendedor que o atendeu primeiramente, é porque o atendimento foi eficiente e passou pelos quatro A's: A de abordagem, A de apresentação, A de atendimento e A de agradecimento. "Ao utilizar esses quatro pilares com a estratégia de fidelização, com certeza, você poderá comemorar a conquista de mais um cliente."


Fonte: Portal da administração


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Brasil comemora o Dia Nacional de Combate ao Fumo

De acordo com organização não governamental Aliança do Controle do Tabagismo (ACT), 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi destinado ao tratamento de doenças associadas ao cigarro.



O Brasil comemora nesta quarta-feira (29), o Dia Nacional de Combate ao Fumo. A data lembra os males causados pelo cigarro e os gastos do governo para tratar doenças provenientes do tabaco.

De acordo com a organização não governamental Aliança do Controle do Tabagismo (ACT), 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve este destino, somando quase R$ 21 bilhões no ano passado. Ainda segundo a ACT, 82% dos casos de câncer de pulmão no país são causados pelo fumo. O tabaco também é responsável por 13% dos casos de câncer do colo do útero e 17% dos casos de leucemia mieloide.

Para se ter ideia, no Distrito Federal (DF), arrecada-se R$ 6,2 milhões mensais com a venda de cigarros (25% do preço por carteira vendida). Porém, os gastos com a saúde dos fumantes chegam a R$ 18 milhões por mês.

Os médicos alertam que o cigarro causa dependência química, física e psicológica. Em média, 500 fumantes iniciam o tratamento para deixar o vício, mas cerca de 200 passam por recaídas durante a terapia.


Fonte: Portal da Adm


terça-feira, 28 de agosto de 2012

10 maneiras erradas de um gestor motivar sua equipe

Para especialistas, gestores esquecem que os profissionais se motivam de formas diferentes, o que pode gerar efeito contrário.


O que toda empresa quer é profissionais motivados, animados e interessados em fazer seu melhor. Para isso, porém, é preciso saber estimular esse comportamento, oferecendo promoções, novos desafios e mais autonomia, por exemplo. O problema é que nem todo gestor sabe que, muitas vezes, ao invés de estar motivando ele pode estar desmotivando seus funcionários.

Pensando nisso, elaboramos uma lista com 10 maneiras erradas de motivar os funcionários. Contamos, para isso, com a ajuda de especialistas em gestão de carreira e motivação. Confira:

1. Os profissionais são únicos - “não existe motivação em massa”, explica o especialista em motivação, Roberto Recinella. Uma das maneiras erradas de motivar os profissionais é acreditar que o que motiva um motiva todos. Os líderes que não conhecem cada um dos membros de suas equipes podem cometer esse erro.

Na prática, o gestor acredita que determinado elemento vai motivar um profissional, pois foi o mesmo elemento que já motivou um outro trabalhador. Mas, segundo Recinella, isso não funciona sempre. A sugestão é conhecer cada um dos membros da equipe, entendendo suas necessidades e interesses.

2. Desafios megalomaníacos - a maioria das pessoas sabe que os profissionais, para se sentirem motivados, querem desafios constantes. Ou seja, uma oportunidade de superar uma meta e de mostrar um bom trabalho. O erro acontece quando o líder, pensando que vai motivar, estipula um desafio absurdo, que dificilmente será atingido. “O profissional sabe que não vai conseguir e logo fica desmotivado”, analisa o especialista. Os desafios devem sempre ser propostos, mas precisam ser palpáveis.

3. Sempre em cima - ainda na lógica do item um, o líder pode desmotivar, tentando motivar, se não entender as necessidades e os interesses dos profissionais. Nesse caso, a desmotivação acontece porque o chefe fica em cima demais do funcionário, acreditando que ele quer esse acompanhamento de perto, quando, na realidade, o que ele deseja é mais autonomia e liberdade.

Novamente, os profissionais são diferentes uns dos outros. Se o chefe entende que acompanhar de perto o trabalho de um profissional o motiva, ele não deve acreditar que isso vai motivar todos os demais. Portanto, é importante identificar as necessidades de cada um.

4. Falta de clareza - o líder também pode desmotivar alguns membros da equipe quando está tentado motivar outros. Promover um funcionário, por exemplo, sem dúvida fará com que esse profissional se motive. Porém, se essa promoção não for clara, ou seja, se os demais não entenderem os motivos dela, será um grande fator desmotivacional para os demais membros da equipe.

5. Feedback mal dado - alguns líderes acreditam que fazer uma crítica fará com que o profissional queira mudar, melhorar e virar o jogo. Por isso, ao dar um feedback, criticam alguns pontos do trabalho do profissional – pensando que ele vá querer melhorar. O problema, novamente, é que as pessoas são diferentes, ou seja, alguns são automotiváveis, enquanto outros desanimam totalmente.

A sugestão é fazer um feedback bem estruturado, ou seja, apontar os pontos que deveriam ser melhorados, observando a maneira de falar e ainda ressaltar os pontos positivos do trabalho do profissional.

6. Falta de feedback - na mesma linha do item anterior, o feedback é uma questão bastante delicada. Se o líder prefere não fazer, pensando que o profissional vai achar que a ausência de feedback significa que não há nada de errado com seu trabalho, isso pode ser um “grande tiro no pé”, explica a professora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Adriana Gomes.

Sem uma avaliação do seu trabalho o profissional pode sentir que não é importante, que seu trabalho não faz nenhuma diferença.

7. Promoção sem remuneração - promover uma pessoa de cargo é um ótimo fator motivacional, mostra que seu trabalho foi reconhecido e que ele está pronto para novos desafios. Mas, novamente, nem todos os profissionais são iguais, e se o líder pensar que uma promoção sem aumento de salário é sinônimo de motivação para qualquer profissional, ele pode estar muito enganado. Mesmo que o funcionário se motive num primeiro momento, com o tempo ele vai entender que só tem mais trabalho, pelo mesmo salário.

8. Possibilidades que nunca chegam - Adriana explica que outro fator que pode gerar grande desmotivação, apesar do objetivo não ser esse, é prometer coisas e nunca cumpri-las. Desde sinalizar uma promoção que nunca chega, até coisas menores, como uma visita ao cliente, a participação em um projeto, novos desafios e remuneração maior. Claro que inicialmente o profissional vai se motivar, mas, quando ele entender que nada acontece, a situação pode ficar muito ruim.

9. Delegar sem dar suporte - se o líder delega funções extras a um membro da equipe, é preciso que ele também dê o suporte necessário. Muitas vezes os profissionais podem sentir que não estão preparados para assumir determinadas tarefas e, se não puderem contar com o suporte do líder, o que deveria ser um fator motivacional, acaba desmotivando.

10. Delegar sem dar autonomia - o líder também deve saber que autonomia é importante para alguns profissionais. Logo, se ele delegar algumas funções, mas continuar centralizador demais, isso pode ofuscar a motivação inicial de ter assumido novas responsabilidades.


Fonte: Portal da Administração


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Franquias imobiliárias conquistam espaço no mercado

Especialista avalia por que vale a pena investir neste segmento.

A evolução do mercado imobiliário foi além da venda de imóveis. A relação entre clientes e construtoras, além das facilidades na obtenção do crédito, proporcionaram a busca por novas oportunidades e investimentos. É o caso das de redes internacionais de franquias imobiliárias, até então totalmente desconhecidas dos brasileiros, mas que aos poucos vem mostrando sua capacidade de expansão.

Mas para os empresários do setor imobiliário o que essas redes agregam? Segundo o especialista em Gestão Empresarial Estratégica, Guilherme Carnicelli, a resposta a essa pergunta pode ser a chave para fazer com que esse novo conceito de marca unificada se estabeleça de forma definitiva como processo evolutivo no País. “O objetivo de uma rede de franquias é compartilhar negócios com ética, processos definidos, ter a melhor tecnologia disponível, o melhor programa de treinamentos e fortalecer a marca em um projeto de expansão consistente e sustentável. Tudo isso exigindo um investimento mínimo, se levarmos em consideração os percentuais de royalties cobrados”, comenta Carnicelli.

Carnicelli destaca que em mercados altamente competitivos, como os EUA, mais da metade dos corretores de imóveis trabalham em uma rede de franquias imobiliárias, comprovando os bons resultados que proporciona ao mercado. “O processo é evolutivo, no qual marcas unificadas se tornarão mais fortes. Com certeza, este é um novo modelo de atuação que propõe mais do que o compartilhamento de clientes e produtos”, finaliza.


Fonte: Redimob


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

EM BREVE NA PALHOÇA


E mais cursos de inglês, espanhol e português para concursos.

DESCONTOS DE 20% PARA OS PRIMEIROS 100 ALUNOS.


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Trabalhar perto de casa melhora o desempenho dos profissionais

Pesquisa aponta que 48% dos colaboradores do mundo trabalhariam com mais empenho se pudessem reduzir o tempo gasto no trajeto entre a própria casa e o escritório.

Trabalhar perto de casa, de fato, pode melhorar o desempenho dos profissionais. Ao menos, é isso o que a maioria dos colaboradores do mundo defende. Segundo uma recente pesquisa da Regus, 48% dos profissionais consultados pelo levantamento relataram que trabalhariam com mais empenho se pudessem reduzir o tempo gasto com o deslocamento entre a própria casa e a empresa.


Para os brasileiros, a redução da carga horária permitiria aos mesmos uma melhor qualidade de vida na medida que a maioria dos contratados teria mais tempo para se dedicar à própria família, com 87% das menções dos entrevistados.


Já outros 85% dos consultados defendem que se conseguissem reduzir o tempo gasto no percurso entre a casa e o trabalho poderiam se dedicar mais à prática de exercícios e atividades físicas.

Os que utilizariam o tempo ganho com atividades para a ampliação de qualificações educacionais, no entanto, foram 79%.

"Embora muitos profissionais tenham a possibilidade de escolher diferentes locais de trabalho, ainda há espaço para que mais pessoas sejam beneficiadas pela adoção de práticas flexíveis no dia a dia. Todos são beneficiados quando o tempo gasto no trajeto para chegar ao trabalho diminui”, comenta o diretor geral da Regus no Brasil, Guilherme Ribeiro.

Na prática

A pesquisa lembra ainda que, de acordo com o Censo 2010, no Brasil, houve um aumento no tempo gasto para se chegar ao trabalho. Com isso, muitos brasileiros têm optado por outra forma de trabalho.

Segundo outra pesquisa da Regus, por exemplo, 50% dos profissionais do País preferem trabalhar de outros locais que não o escritório. “Os colaboradores estão mais livres para trabalhar fora do escritório da empresa, durante metade da semana ou mais, por exemplo”, cita a companhia.


Fonte: Portal da administração