segunda-feira, 1 de outubro de 2012

As 10 carreiras mais promissoras para aspirantes a empreendedores

Para especialistas, algumas carreiras podem servir como uma preparação para abrir seu próprio negócio sem risco.



Michael McDermott, 32 anos, passou quatro anos de sua vida exercendo a carreira de advogado antes de decidir vender tacos em um trailler. Hoje, McDermott fez parceria com Eleanor Burkett e juntos fundaram a “Yes! Taco” que, após dois anos, expandiu os negócios e inaugurou uma filial. O segredo? O empresário afirma que seu sucesso está diretamente ligado à experiência como advogado.

“As habilidades de um advogado me ajudaram a traçar uma estratégia de vendas e criar atrativos ou argumentos que convenciam os clientes a comprar mais meus produtos”, disse.

Segundo a Ph.D., autora de “150 Best Jobs for Your Skills” e especialista de empregos, Laurence Shatkin, algumas carreiras podem servir como uma ótima preparação para abrir seu negócio sem risco.

Pensando nisso, a especialista fez uma lista das carreiras que mais acrescentam conhecimentos necessários aos empreendedores antes de abrir sua empresa. Como foi o caso de McDermott, os advogados aparecem entre as melhores posições do ranking.

Shatkin compilou os melhores 1.999 empregos que correspondem a um tipo de característica chave que um empresário bem-sucedido deve ter: a personalidade empreendedora. “As ocupações que fizeram parte da lista envolvem os profissionais e os ensinam a tomar decisões”, acrescenta.

Resultado

A lista é composta pelas carreiras com as quais os jovens empresários poderão aprender a desenvolver diversas habilidades, testando sua coragem e os motivando a ter pensamentos estratégicos.

No topo da lista, está o gerente de vendas eleito o melhor trabalho para aspirantes a empreendedores. A profissão tem salário médio anual de R$ 197 mil e abre mais de 12 mil empregos a cada ano. Uma oportunidade promissora para recém-formados que pretendem mergulhar no mundo das vendas.

Outro aspecto positivo da carreira é que ela exige uma série de habilidades comunicativas e que estimulam processamento rápido de pensamento. Shatkin aponta que essas competências de gestão são importantes ferramentas para profissionais se tornarem grandes líderes.

A lista segue com outras profissões que exigem habilidades gerenciais (de tempo, recursos e pessoas), como os gerentes de marketing, que ganham uma média de R$ 225,8 mil, gerentes de construção, R$ 167,7 mil, médicos e gestores de saúde, com renda anual de R$ 168,5 mil. Veja a seguir a lista das carreiras mais promissoras para aspirantes a empreendores publicadas na Forbes:



Fonte: Portal da administração



sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Usuários de smartphones estão mais propensos a transtornos psiquiátricos, defende psicólogo

Narcisismo, vício, depressão, ansiedade, isolamento e timidez são alguns dos males a que os usuários estão sujeitos.

Se você é acostumado a andar sempre acompanhado de seu iPhone, conferindo cada atualização de status no Facebook ou no What's App, sem desgrudar um minuto do aparelho, talvez nem perceba que já está completamente dependente. E isso pode vir acompanhado de males ainda mais profundos, de acordo com estudos e relatos de casos feitos pelo psicólogo norte-americano Larry Rosen.

Ele estuda os efeitos da tecnologia no comportamento humano desde 1984, quando a internet era só uma bruma no horizonte. Em "iDisorder", seu novo livro - cujo título é uma referência aberta às terminologias adotadas pela Apple - ele sugere que os gadgets potencializam problemas psiquiátricos nos usuários.

Entre as patologias mais comuns estão o narcisismo, a depressão e a obsessão. Em entrevista à Folha, ele afirmou que algumas pessoas chegam a apresentar sintomas de depressão quando não têm coisas interessantes para publicar no Facebook, por exemplo.

Ele alerta que problemas assim sempre existiram, independente dos gadgets. "Quero mostrar que eles geram a aparência de que temos um transtorno psiquiátrico, mesmo quando não temos", afirmou à Folha. Outros problemas que podem estar relacionados ao uso exarcebado de dispositivos móveis, estão o narcisismo, obsessão, timidez, e tendência ao vício e ao isolamento social.


Fonte: Portal da administração


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dica: aprenda a calcular o reajuste do aluguel

Responsável por regular os valores cobrados em contrato do aluguel, o IGP-M - Índice Geral de Preço de Mercado-, realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FVG) é um item importante para aqueles que locam uma residência, afinal o índice é utilizado em todo o país como base de cálculo para reajustar o aluguel do imóvel.



A fim de que os moradores possam se programar e planejar o orçamento, o Agente Imóvel portal imobiliário para venda, aluguel, lançamentos e temporadas, ensina como calcular o IGP-M de forma simples e fácil.

Não esqueça - O índice é divulgado mês a mês e leva em consideração uma série de variantes do mercado imobiliário. O objetivo é ter um medidor que sirva de referência para correção de contrato de aluguel, chegando a valores justos para proprietários e inquilinos.

Entenda - Para fazer o calculo, é preciso utilizar a variante do mês anterior ao aniversário do contrato de aluguel. Por exemplo, de acordo com a FGV, entre os meses de agosto de 2011 e julho de 2012, o IGP-M registrou variação acumulada de 6,67% (Índice acumulado nos últimos 12 meses). Portanto, os reajustes dos contratos de locação com aniversários em agosto deverão utilizar essa porcentagem. Supondo que o valor do imóvel alugado seja de R$ 1200 até julho, a partir de agosto o valor do aluguel a ser pago é de R$ 1.280,04.

Cálculo - Portanto, para calcular o novo valor do contrato de aluguel, multiplique o fator do rejuste do mês anterior ao aniversário do contrato de aluguel, pelo valor de locação atual. O resultado será o valor a ser pago a partir do mês seguinte ao aniversário do contrato de aluguel.

Vale lembrar que o fator de reajuste é disponibilizado gratuitamente no site da FGV http://www.portalbrasil.net/igpm.htm e a porcentagem utilizada é aquela presente na coluna do índice acumulado nos últimos 12 meses.


Fonte: Redimob


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Minha Casa, Minha Vida muda para atingir classe média

O governo Dilma prepara mudanças para expandir o foco do programa Minha Casa, Minha Vida, cujo limite de financiamento habitacional nas capitais chega a R$ 170 mil e pouco atende a classe média devido ao aumento nos preços dos imóveis.


Segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, a proposta é reduzir os juros e aumentar os limites de renda familiar que podem acessar o programa e os valores financiados.


Hoje, só famílias com renda de até R$ 5.000 mensais se enquadram no programa, que utiliza recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e tem juros máximos de 8,16% ao ano.

Para a faixa que ganha de R$ 3.101 a R$ 5.000 (faixa 3), a nova taxa deve cair de 8,16% ao ano para 7,16%.

Hereda não disse qual a taxa será dada para as famílias com renda entre R$ 1.600 e R$ 3.100 (faixa 2), que hoje têm juros de 6% ao ano.

Para as famílias com renda de até R$ 1.600, o governo compra o imóvel e subsidia até 95% do valor.

REAJUSTE NOS LIMITES

"O governo, através do Ministério das Cidades, está propondo reajuste tanto nos juros quanto nos limites. Recentemente tivemos alteração nos valores do Minha Casa, Minha Vida na faixa 1 [renda até R$ 1.600]. É natural que a faixa 2 e 3 tenham também reajuste", disse.

Na sexta, a Caixa anunciou uma injeção de R$ 13 bilhões do governo, sendo que R$ 3 bilhões serão destinados ao financiamento de material de construção, dentre outros, para clientes ligados ao Minha Casa, Minha Vida.

Para João Crestana, ex-presidente do Secovi (Sindicato da Construção), as mudanças estudadas devem ampliar a participação da classe média urbana no programa.

"Está começando a ficar difícil utilizar o programa, porque a classe média subiu de patamar. Ou você retira a classe média, o que é uma temeridade, ou ajusta para que possa atender mais gente. O governo está muito sensível a isso", disse Crestana.


Fonte: Folha Uol


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Veja 4 passos para montar um plano de carreira

Diretora de carreira da Right Management diz que fazer um plano de carreira é olhar em uma perspectiva e traçar objetivos ao longo do tempo.

Todo profissional deve ter os objetivos de sua carreira definidos. Começando pela profissão escolhida, determinar planos, mesmo que de curto prazo, para avaliar o que consegue entregar e que vai agregar valor a sua profissão é fundamental.

A diretora em transição de carreira da Right Management, Matilde Berna, diz que um plano de carreira é feito de escolhas. “A cada fase da carreira e da vida existem escolhas que são importantes avaliar. Fazer um plano de carreira é olhar em uma perspectiva e traçar objetivos ao longo do tempo”.

Em que fase da carreira você está? É preciso avaliar se está começando a carreira ou na fase de consolidação, entre 40 e 45 anos. Fazer um plano de carreira está relacionado ao que te motiva, te interessa e o que tem como objetivo.

Segundo Matilde, esses objetivos podem ser delineados todos os anos, ou em uma linha de longo prazo. É preciso analisar em que ponto você está e onde pretende chegar. "Também é importante conhecer quais suas habilidades, conhecimentos, interesses, o que te motiva efetivamente?"

Ser claro em suas escolhas. De acordo com Matilde, quando você se enxerga, sabe em que momento está, quais habilidades e conhecimentos você carrega, é mais fácil saber onde quer chegar, quais os objetivos: ser gerente?, gestor? presidente? É preciso conhecer o que falta para chegar onde você quer.

Não precisa decidir o que quer ser daqui a 20 ou 30 anos. Ao escolher uma profissão, é preciso prestar atenção no mercado para conhecer que a construção de uma carreira não é simples. “Tem percalços e conquistar os objetivos é um trabalho árduo”.

Olhar para o mercado. Conhecer a complexidade do mercado, “conhecendo os obstáculos, você traça um plano interessante, mas não irreal”, diz Matilde. Um plano de carreira não é traçado em linha reta. “É uma opção sua escolher a universidade que vai cursar, escolher a atividade que vai fazer, mas você não tem total domínio de onde vai trabalhar e se o mercado vai responder positivamente às suas ações”, destaca Matilde.

Autoconhecimento. O profissional deve buscar conhecimento sobre os significados deste trabalho em sua vida. Quanto de dinheiro quer ganhar, o quanto está disponível em relação ao tempo, a mobilidade. Segundo Matilde tudo isso é investimento financeiro e de tempo.

“O plano de carreira tem que ter clareza de quem é o profissional, das suas habilidade, do que eu já conhece e com o que tem afinidade. É muito importante olhar para o mercado e ver para onde ele está indo.

A diretora de carreira, enfatiza que quando se fala de sucesso na carreira, não estamos falando apenas de capacidade cognitiva e de habilidades, mas também de ter também boas atitudes, conduta, em qualquer ambiente.

A sua capacidade de lidar com essas relações, com os conflitos e com a pressão é fundamental para ter uma carreira bem sucedida. “Não basta ter somente uma grande capacidade técnica, e sim atitude frente aos problemas”, finaliza.


Fonte: Portal de adm


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

CETELBRAS

QUEM NÃO FAZ CETELBRAS, FAZ DE CONTA.




 EM BREVE!!!!!!!!!




PALHOÇA - CAMELÃO 2º PISO

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

10 sinais de que é hora de mudar de emprego (ou de carreira)

Desinteresse pelo trabalho é um sintoma clássico

Segundo uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com, 94% dos brasileiros querem mudar de emprego ainda este ano, sendo que, para 57%, o motivo é não enxergarem a possibilidade de crescimento na empresa em que trabalham.

Confira abaixo 10 sinais de que é hora de mudar de emprego ou até mesmo seguir uma outra carreira:

1. Você acorda toda manhã pensando: "Droga, tenho que ir trabalhar de novo"

Se você começa o dia com esse pensamento, leia o trecho abaixo:

"Find something that you love. Something that gets you so excited you can't wait to get out of bed in the morning".

"Encontre algo que você ame. Algo que o motive e que faça com que fique ansioso para sair logo da cama pela manhã".
Chris Gardner

2. Você se irrita com facilidade no dia a dia

Todos nós já tivemos aquele momento de estresse em que perdemos a paciência. Porém, se isso é rotineiro e está influenciando até sua vida pessoal, é importante refletir se realmente está no lugar certo.



3. Você realiza as atividades no automático, sem aprender nada de novo

Fazer a mesma coisa por vários anos não é algo necessariamente negativo. Agora, se você sente que não está aprendendo nada de novo e faz tudo no automático, é bem provável que seja o momento para buscar outro trabalho mais desafiador.

4. Você deixou o seu lado Steve Jobs para virar um bombeiro

É natural que haja períodos críticos em que temos que apagar incêndios no trabalho. Porém, se isso está virando uma rotina e impede que o seu lado criativo fale mais alto, é sinal de que algo está errado.

5. Você perdeu a admiração pelo gestor

O gestor é uma importante referência para a cultura da empresa, o ambiente de trabalho, os valores pessoais etc. Se você não admira o seu chefe em aspectos que você valoriza, repense se está trabalhando com a pessoa certa.

6. Você não tem vontade de dar o seu melhor no trabalho

Se você tem paixão pelo que faz, nunca estará satisfeito com o trabalho e irá sempre procurar melhorias. Caso tenha perdido essa vontade de dar o seu melhor, talvez seja a hora de mudar.

7. Você acha que o tempo está demorando muito para passar

Se você olha para o relógio a todo momento e os 20 minutos que passaram pareceram 2 horas, é provável que esteja entediado no trabalho. Você já ficou assim com algo que gosta muito de fazer e que te traz felicidade? Vale a pena pensar.

8. Você tem a sensação de liberdade ao sair do trabalho todos os dias

É comum ficarmos aliviados ao final de um dia puxado, mas se ir embora significa liberdade para você, é provável que esteja na hora de sair da prisão e respirar novos ares.

9. Você vive se queixando do trabalho ou do chefe com familiares, amigos e colegas

O sintoma mais comum de alguém que está insatisfeito com o trabalho é não parar de reclamar dele. Não importa se está com os familiares, amigos ou colegas, se surgir uma oportunidade para falar sobre trabalho, eis que a conversa vira uma sessão de psicólogo.

10. Você dorme torcendo para que o amanhã demore a chegar

Quer sinal mais claro de que você realmente precisa de uma mudança?


Fonte: Portal da Administração