terça-feira, 6 de novembro de 2012

O caminho para o corretor de imóveis ter alto desempenho

Especialista afirma que eficiência também tem a ver com planejamento, execução, verificação e correção de ações.


Atingir metas, pressão para venda e captação do cliente fazem parte da rotina do corretor de imóveis e exige do profissional adaptação às mudanças para melhor se relacionar com pessoas de perfis diferentes e mais qualificação.

O especialista em Gestão Empresarial, Guilherme Machado, afirma que uma das ferramentas que podem contribuir com o alto desempenho do corretor de imóveis é o ciclo PDCA, uma sigla inglesa, que significa Plan (planejamento), Do (fazer); Check (checar) e Action (ação). Mas como cada etapa pode auxiliar no alto desempenho do corretor?

Confira a análise de Guilherme Machado.

P (Plan) – Planejamento - Nesta etapa é preciso planejar como o corretor alcançará o resultado que quer, ou seja, como você chegará às suas metas. Exemplo: um lançamento se aproxima e sua meta é vender 30% do empreendimento em 24 horas. Então é preciso saber o que fazer e como fazer para alcançar esta meta.

D (Do) – Executar - Vencida a etapa do planejamento, é preciso ir para execução. Lembre-se: é importante estar atento à realização do que foi programado.

C (check) – Verificar - Respeitadas as duas primeiras etapas, agora é hora de verificar se o que o foi planejado e executado estava dentro do previsto.É importante avaliar o que deu certo e o que precisa ser melhorado.

A (Action) – Ação Corretiva - Se depois da verificação for constado que algo não saiu como programado, é chegado o momento das ações corretivas entrarem em ação, sendo necessário avaliar o que contribuiu para que o fato ocorresse e assim traçar novos passos para que possíveis falhas não se repitam.

E não esqueça: um corretor de imóveis de alto desempenho é um profissional da transformação da realidade.


Fonte: Redimob


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

4 atitudes do líder que ajudam o time a ser mais produtivo

O papel do líder é essencial para o time ser eficiente ou, pelo contrário, perder o rumo.


A produtividade acontece em três esferas. A primeira, sem dúvida, é a esfera pessoal, ou seja, o indivíduo aprendendo a melhorar o uso do seu tempo com técnicas de planejamento, organização etc. A segunda é a esfera da equipe, ou seja, pessoas que juntam seus aspectos individuais de produtividade e devem seguir um modelo comum para obter resultados. A terceira esfera é a organização, ou unidade de negócio, formada pelo conjunto de equipes que seguem estratégias de produtividade para atender os anseios da empresa.Na segunda esfera, onde as equipes são o foco, o papel do líder é essencial para o time ser eficiente ou perder o rumo. Selecionei alguns tópicos que considero vitais nessa esfera, para que o líder ajude seu time a atingir os objetivos.



Estabelecer um propósito comum

Em um mundo tão high-tech como o nosso pode parecer antigo falar de propósito, mas esse conceito é mais atual do que nunca. As pessoas vivem por aspirações, sonhos, missões, por coisas que transcendem o salário, metas, processos e sistemas. Isso vale muito para a geração Y, pois não basta dizer o que os Ys devem fazer, devemos inspirá-los a fazer por si próprios. Estabelecer um propósito comum é uma discussão que precisa ser incentivada pelo líder na equipe.

Saber o que deve ser feito

Pode parecer óbvio, mas infelizmente a maior parte dos líderes não tem a menor ideia do próximo passo que deve ser dado para executar o projeto, atingir os números da meta, melhorar a qualidade do atendimento, etc. E em muitos casos ele não precisa saber mesmo, mas precisa ajudar o time a descobrir. Se não há clareza do que deve ser feito, as pessoas enrolam, adiam, executam coisas secundárias e quando se vê o que é realmente importante fica de lado frente às circunstâncias e urgências. Parar e discutir os próximos passos, determinando tarefas com clareza e tempo de duração, é essencial para uma execução aprumada.

Não gastar tempo com os que não melhoram

Eu acho que devemos ajudar as pessoas a melhorarem sua performance. Eu acredito na Tríade de oportunidades aos membros da equipe. Errou uma vez, treine novamente. Errou a segunda na mesma coisa, construa o feedback e ajude-o a melhorar. Errou a terceira é o sinal de falta de perfil para estar naquela equipe. Errou a quarta é perda de tempo. Uma pessoa improdutiva na equipe contamina as pessoas e tira o resultado coletivo. É comum que uma pessoa competente não consiga performar se estiver no lugar errado, com as pessoas erradas ou com a função errada. Cortá-la é um ato que será benéfico em médio prazo para ambos os lados, por mais que no início possa parecer o contrário.

Intolerância a improdutividade

E , por último, se algo está constantemente dando problema e entrando na urgência, é o papel do líder não aceitar que isso seja normal e atuar de forma a evitar que o problema se repita. A tolerância ao erro cria um ambiente no qual o urgente passa a ser normal e isso não será tratado pelas pessoas com a devida importância.


Fonte: Portal da administração


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Prospectar clientes em redes sociais exige criatividade do corretor de imóveis

Especialista alerta que é preciso sair da zona de conforto para que as ações tragam bons resultados.



A prospecção de novos clientes é um desafio árduo que requer paciência e também um toque de criatividade. Com um alto número de clientes acessando diariamente as redes sociais, os corretores de imóveis veem em plataformas, como Facebook, uma grande oportunidade de alavancar negócios. A questão é: como fazer isso?

O palestrante em vendas e especialista em desenvolvimento pessoal, André Vinícius da Silva, constantemente observa os corretores de imóveis na arte de prospectar via internet, mas ainda lamenta os resultados.

“A ação é sempre assim: postam informações sobre produtos, compartilham e passam horas na internet fazendo a mesma coisa, todos os dias, para os mesmos contatos. Mas se você tem 200, 300 ou 500 contatos no Facebook e diariamente posta as mesmas coisas, do mesmo jeito, utilizando as mesmas estratégias, fica claro que seus amigos já sabem o que você vende. Então por que insistir da mesma maneira?”, indaga André Vinícius, em seu blog.

O que muita gente ainda não entendeu é que a internet é uma grande ferramenta para vender mais, mas não é a única. “Ficar compartilhando produtos nas redes sociais é muito mais cômodo do que ligar para clientes, visitar investidores ou fazer qualquer outra prospecção que exija sair da zona de conforto. O problema não é prospectar nas redes sociais. O problema é quando você não está tendo resultados e insiste no erro”.

Fonte: Redimob


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

6 dicas para internacionalizar sua carreira

O Brasil é, hoje, o centro das atenções do mundo. Veja dicas de quem está sabendo aproveitar essas oportunidades e saiba como conquistar seu espaço também.


O mundo nunca falou tanto do Brasil e das oportunidades de negócios como atualmente. Nossa presidente, pelo segundo ano consecutiva, foi eleita pela revista Forbes como a terceira mulher mais influente do mundo. Petróleo por todo lado, aumento do poder de consumo, classe média que não para de crescer, sexta maior economia do mundo... No mês passado, setembro, os investimentos estrangeiros diretos no setor produtivo para 2012 tiveram uma última revisão, positiva, para a casa dos 60 bilhões de dólares americanos, contra 50 bilhões da estimativa anterior, valor que embora 10% inferior comparado a 2011, se considerarmos a atual conjuntura mundial, ainda demonstram uma real e grande oportunidade em todos os âmbitos.

Não faltam sinais para evidenciar estas oportunidades. Mas a pergunta que muitos alunos e profissionais têm me feito é como turbinar suas carreiras profissionais e aproveitar todas as oportunidades internacionais que estão para vir. Não somente isto, mas como se preparar para um mercado de trabalho que, apesar das restrições, está recebendo cada vez mais profissionais estrangeiros oriundos do velho mundo em crise, muitas vezes mais bem preparados, ávidos a preencher nossas vagas, até mesmo ganhando menos.


Considero que seis pontos são importantes na análise e potencialização de sua competitividade internacional:

CARREIRA INTERNACIONAL NÃO SIGNIFICA NECESSARIAMENTE IR MORAR NO EXTERIOR

Estamos falando das oportunidades de trabalho em território nacional que estão sendo ofertadas pelas próprias empresas brasileiras ou por empresas que estão indo para o Brasil se instalar e iniciar suas atividades. Já foi a época (por sinal a minha!) que para um executivo brasileiro desenvolver uma carreira internacional ele precisaria ir para o exterior! O que vale aqui é a máxima da globalização que as empresas estão focando cada vez mais: pense global e haja local!

As empresas estrangeiras que estão vindo para o Brasil tem uma carência enorme de conhecimento sobre o mercado local, cultura, hábitos de consumo, etc. Elas não tem tempo para evoluir naturalmente na curva da experiência e vão fazer de tudo para acelerar este processo. É exatamente ai que entra a sua grande vantagem competitiva! Além disso, as dificuldades e barreiras impostas pelo governo federal na emissão de vistos de trabalho e concessões temporárias de permanência a estrangeiros vão diretamente de encontro com o aumento da demanda de empresas internacionais no Brasil!

O segredo aqui é tentar se antecipar ao processo de seleção antes da publicação oficial! Normalmente os investimentos, fusões, aquisições e ate as joint-ventures são anunciadas com uma certa antecipação! Busquem as empresas e ofereçam seus serviços de forma proativa! Realcem as suas vantagens competitivas, resultados e conhecimentos do mercado independente de serem ou não proficientes em língua estrangeira! Lembre-se que provavelmente é mais barato no mercado contratar um bom interprete que eh meio (sem desmerecer em nada a função) que contratar um bom gerente comercial, financeiro ou técnico!

SEU CURRÍCULO É SEMPRE O SEU CARTÃO DE VISITA, INDEPENDENTE DE QUAL SEJA

Não é de hoje que tanto o mercado quanto os profissionais sabem que o "pedigree" estampado em um currículo ajudar a abrir as primeiras portas. Formação em universidades de primeira linha; estagio no exterior; programa trainee em empresas de ponta; sempre ajudam, mas já não são mais o único plus em consideração. Você não tem como mudar o passado ou recuperar o tempo perdido, mas pode sim planejar melhor o futuro! Cursos "rápidos" de aperfeiçoamento em áreas específicas que você deseja trabalhar são cada vez mais valorizados uma vez que não existe atualmente muita oferta de especialistas no mercado.

Habilidades técnicas no mundo virtual (redes sociais, softwares, apps, etc.) voltadas a sua atividade, seja ela qual for, serão cada vez mais apreciadas uma vez qe o processo interação entre os dois mundos (Real e Virtual) vem se intensificando de forma frenética. Não esconda nada, mas realce e principalmente tente aprimorar os seus pontos fortes.

FALAR OUTRA LÍNGUA FLUENTEMENTE NÃO É O GRANDE PLUS E SIM O QUE VOCÊ PODE FAZER COM ELA

Já foi o tempo em que falar uma língua estrangeira era considerado uma grande vantagem. Isso também já não é novidade, até porque "muitos" já falam inglês ou espanhol fluentemente e outros tantos agora estudam até mandarim! E os que não falam estão fora do jogo? Não! O que mudou foi a dinâmica da análise e, óbvio, o número de oportunidades.

Eu acompanhei grande parte desta nova era de negócios da China. Profissionais recém-formados das universidades chinesas chegando às empresas com um inglês super pobre e fazendo negócios via e-mail usando tradutores on line. Resultado? Crescimento e enriquecimento, das pessoas, empresas e do país! Ali a ordem não era falar fluente e sim fazer negócios, reverter o conhecimento em língua, pouco ou muito, em resultados práticos. Não estou afirmando que não seja importante. Particularmente, eu falo (ou melhor, contextualizando, posso fazer negócios em) seis línguas e sei o quanto foi dura a estrada para chegar até aqui! Mas os tempos eram outros! É muito importante manter uma rotina semanal para desenvolver e manter suas habilidades em línguas sim, mas jamais se inibam com a sua limitação! Tragam números como resultados e tentem, arrisquem! Isso é o que mais as empresas querem, o resto vem como consequência! Lembrem-se de que vocês são formados em Administração, Engenharia, Economia... Não em Letras. Logo a língua é um meio na sua carreira e não um fim.

Repito e não me interpretem mal: não estou dizendo que não seja importante ou que aquele que fala duas, três, quatro línguas estrangeiras não tenha uma ampla vantagem, mas no final, considerando a crescente falta de profissionais no mercado, os resultados individuais para a empresa falarão mais alto! Eu, como empresário, preferiria na minha empresa um gerente comercial argentino falando um terrível portunhol e trazendo negócios que um português falando perfeitamente a nossa língua, mas sem resultados!

HABILIDADES INTERCULTURAIS SERÃO CADA VEZ MAIS VALORIZADAS

Eu tive meu primeiro contato com este termo "novo" da administração durante meu mestrado na Alemanha em 1998: Cross-cultural management era o nome da disciplina. E já naquela época vários autores se destacavam no tema como holandês Geert Hofstede e o seu conterrâneo Fons Trompenaars. Desde 2000 que eu venho defendendo a inclusão desta disciplina nos cursos de administração em todo pais, ou pelo menos nas pós-graduações, mas o avanço não tem sido na mesma proporção do aumento da importância do tema!

Neste processo de atração de investimento que estamos presenciando no Brasil as fusões e aquisições tem se intensificado aumentando muito a necessidade de profissionais com uma visão intercultural. Analisando de uma forma bem simplória, juntar duas empresas significa necessariamente harmonizar pelo menos quatro culturas: as culturas organizacionais de cada uma das empresas, influenciadas diretamente pelas culturas locais do pais de origem da empresa internacional e a cultura brasileira.

Estudos mostram que na década de 90 do total de casos de fracasso em fusões, aquisições e joint ventures internacionais, 80% estavam diretamente relacionados a uma má gestão intercultural.

Sua formação acadêmica contempla ou contemplou esta área? E o que você esta fazendo para reverter este ponto fraco?

NADA SUBSTITUI AS EXPERIÊNCIAS SENSORIAIS E EMOCIONAIS

Por mais bem escrito que tenha sido um livro ou por mais realista que seja a tecnologia dos filmes em 3D nada substituirá a experiência vivenciada in loco!

Os números do turismo no Brasil mostram de forma bastante clara a evolução do poder aquisitivo do brasileiro. Aeroportos lotados, crescimento recorde em todas as áreas do setor, aumento do número de brasileiros viajando para o exterior etc. Esta é a hora para as universidades, cursos de línguas, profissionais e estudantes aproveitarem para unir esta tendência a uma formação mais rica. Hoje provavelmente é mais barato fazer uma viagem a Buenos Aires ou Santiago do Chile que para o nordeste brasileiro.

Se nos últimos três anos você tivesse aproveitado suas ferias para alavancar seu currículo provavelmente hoje você já estaria em outro patamar de competitividade, não concorda? Aproveite as oportunidades de viagens internacionais para fazer benchmarking do setor que você atua! Agende visitas a possíveis clientes, fornecedores ou até mesmo concorrentes. Quando o assunto é negócios, todos estarão de portas abertas para você, principalmente agora com todos estes holofotes apontados para o Brasil! Acumule milhas, elas servirão muito para turbinar seu currículo e aumentar sua habilidade intercultural.

LEMBRE-SE DE ALIMENTAR BEM E MANTER PROATIVO SEU AVATAR VIRTUAL

A melhor definição que encontrei para o termo AVATAR veio da Wikipédia: "Em informática, avatar é um cibercorpo inteiramente digital, uma figura gráfica de complexidade variada que empresta sua vida simulada para o transporte "identificatório" de cibernautas para dentro dos mundos paralelos do ciberespaço.

"Neste caso, o tal avatar não é alguém que você gostaria de ser, mas sim o seu reflexo virtual! Alguém que pelo fato de "viver" em um mundo sem nenhuma fronteira acaba por ter muito mais possibilidade de acesso e visibilidade que você próprio no mundo real!

Este mundo virtual que eu comentei várias vezes neste artigo esta a cada dia mais integrado com o mundo real! E sem duvida tem sido nos últimos anos um dos maiores elementos de promoção, manutenção e evolução da carreira executiva internacional.

Diariamente, durante meu café da manha, leio a manchete de pelo menos 10 jornais de 6 países (Brasil (3), China (1), Itália (2), Turquia (1), Alemanha (1)e EUA (2)) além dos principais destaques do meu Twitter, LinkedIn e Facebook. E, se ainda sobra um tempinho, dou uma breve olhada nos tópicos principias de algumas revistas de administração e atualidades do Brasil e dos EUA. Tudo isso do meu smartphone e não excedendo o religioso limite de 10 minutos! Como? Através um aplicativo que reúne de forma simples e gráfica todo o conteúdo de meu interesse em um só lugar. Claro que acabo gastando mais tempo depois lendo na integra os temas mais relevantes, mas a minha atualização diária mundial (em inglês e português) consigo fazer em 10 minutos! E mesmo que fosse o caso de não falar inglês, com a ajuda de qualquer tradutor online integrado ao sistema teria o mesmo acesso a informação, mas lento sim, mas igual em conteúdo! Não há mais desculpas senhores? Não há mais fronteiras nem barreiras! Está tudo ai e ao acesso de todos!

Em setembro estive no Brasil e ministrei classes para algumas turmas de MBA e fiquei muito surpreso ao descobrir que menos de 30% dos alunos tinham perfil no LinkedIn. Mesmo sabendo que esta rede não é ainda tão conhecida no Brasil e que atualmente está perdendo popularidade no mundo, o mais preocupante neste número é a pouca preocupação com a construção de uma estratégia de imagem, de uma vida "profissional" virtual.

Senhores, acreditem, vocês já estão prontos para aproveitar estas oportunidades e construir sua carreira de executivo global! Anos de instabilidade econômica e crise proporcionaram aos profissionais brasileiros uma capacidade ímpar de flexibilidade e capacidade de adaptação e a hora chegou.

Agora é a hora da ação! Aproveitem este final de ano para refletir mais em cima das suas vantagens competitivas que no que você deixou de fazer ao longo da sua preparação. Você não ira aprender inglês em 3 meses ou fazer um mestrado relâmpago para ajudar a ajustar qualquer "falha" do passado. Você já está pronto e tem muita empresa ai no Brasil ou vindo de fora que precisa de você exatamente como você é, só precisa te encontrar.


Fonte: Portal da administração


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Fundo imobiliário ganha apelo por ter isenção de IR

O brasileiro sempre sonhou com a casa própria e pensou em comprar um segundo imóvel para investir o dinheiro recebendo renda de aluguéis. Mas, com a valorização excessiva do mercado imobiliário e a queda da taxa de juros, será que é melhor comprar um imóvel ou aplicar em um fundo imobiliário?


A principal vantagem do fundo imobiliário é a isenção de Imposto de Renda para pessoa física. Outra vantagem do fundo é a liquidez.

"Para vender um imóvel de R$ 300 mil, a pessoa precisa de uma infinidade de certidões para provar que ele existe e que não está pendurado. Isso sem contar a morosidade e os custos do cartório. Já com o fundo, basta passar a mão no telefone que tudo se resolve rapidamente", diz o consultor Sergio Belleza.

O fundo imobiliário também facilita reinvestir, comprar e vender pequenas partes do investimento. "Não dá para vender apenas um pedaço do imóvel", disse.

RISCOS

Além disso, com o fundo, o investidor não precisa lidar com problemas diários do imóvel, como um cano furado ou um inquilino que não paga o aluguel no fim do mês.

O fundo de investimento também apresenta riscos. O diretor de investimento imobiliário da Rio Bravo, José Diniz, aconselha que os investidores tenham cautela em relação aos fundos que tenham garantia de rentabilidade. Sem locar o imóvel, a rentabilidade do fundo cai.

"Em São Paulo, por exemplo, o nível de vacância está crescente nos prédios comerciais por causa da estagnação econômica. Mais importante do que assegurar quanto vai pagar é provar a sua rentabilidade", afirma Diniz.

Também é importante ficar atento às taxas cobradas e ao desempenho do gestor. O shopping West Plaza, por exemplo, foi obrigado a trocar a gestão, pois o administrador não estava atendendo o resultado esperado.

Outros dois fundos que alugavam espaço para hospitais tiveram problema com a administração e viram o valor do aluguel ser reduzido graças a uma cláusula do contrato que previa isso.

Segundo Belleza, os fundos de investimento imobiliário nunca fizeram parte das listas dos mais rentáveis devido à competição com as taxas elevadas de juros.

BOVESPA

Hoje, esses fundos têm se mostrado bastante atraentes. São cerca de 70 listados na Bovespa. Com R$ 5.000, ou até menos, é possível adquirir cotas de shoppings ou prédios comerciais que possuem a Petrobras como locatária.

"Esse tipo de investimento tem tido um bom desempenho, com rendimento médio de 30% ao ano desde janeiro de 2005", afirma Diniz.


Fonte: Redimob


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Por que as empresas estão perdendo seus jovens talentos

Muitos saem das universidades e entram no mercado de trabalho rapidamente pelas suas capacidades técnicas. Porém, a grande maioria não possui um plano de carreira, um projeto de vida desenhado.

Você já pensou qual o grande motivo para tantos jovens talentos abandonarem seus atuais empregos para buscar uma colocação melhor? Talvez isso acontecer por desinteresse pelo local de trabalho, pelo ambiente, pelas amizades ou por uma má orientação em sua fase de escolha profissional.

E hoje quem paga um preço muito alto por isso são as empresas e seus líderes, que investem milhões de reais e de esperança e acabam se decepcionando quando perdem precocemente um promissor talento.

Durante os últimos dez anos, venho pesquisando sobre esse tema e conversando com muitos jovens em escolas, universidades e empresas. Descobri que a grande pedra no sapato é no planejamento de carreira.

Muitos saem das universidades e entram no mercado de trabalho rapidamente pelas suas capacidades técnicas. Porém, a grande maioria não possui um plano de carreira, um projeto de vida desenhado. Muitos não sabem, claramente, aonde querem chegar e é aí que o problema começa.


Por outro lado, nas empresas, muitos líderes também não conseguem prever se a empresa faz ou não parte do projeto de carreira desses jovens. Confusão armada!

Líderes correm com pensamentos e estratégias de um lado e os novatos de outro. Tudo fica por conta do "achismo".

Como líder, se você quiser obter um maior resultado de sua jovem equipe, conquistar e reter a nova geração talentosa, minha dica é: comece hoje a planejar em conjunto a carreira de seus jovens. Juntos, vocês podem descobrir a tão almejada luz no final do túnel.

Outras dicas para você, empreendedor, segurar seus talentos:

- Promova o autoconhecimento de seus colaboradores. Perguntas bem formuladas e na hora certa podem cooperar nessa descoberta;

- Ajude-os descobrir e visualizar o futuro profissional;

- Converse sobre as possibilidades da empresa hoje e no futuro, sinta se esse jovem está, realmente, preparado para os desafios;

- Organize-se para ter um tempo dedicado a essa tarefa. Ela deve fazer parte de sua rotina.


Fonte: Portal da administração


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Nível de inglês de brasileiro é considerado "muito baixo" em ranking

A lista revela que o País que sediará a Copa do Mundo e as Olimpíadas está em 46º lugar entre 54 países e fica atrás de países como Síria e Vietnã.



Prestes a sediar a Copa do Mundo da FIFA, em 2014, e a Olimpíada, em 2016, o Brasil apresentou um dos piores resultados em um ranking internacional sobre conhecimento da língua inglesa, divulgado nesta quarta-feira (24). De acordo com o Índice EF English Proficiency Index (EF EPI), o País está em 46º lugar entre 54 países, com pontuação inferior, por exemplo, ao Vietnã, Peru, México, Argélia e Síria.

Segundo dados do estudo, que mediu o domínio da língua inglesa de cada País entre 2009 e 2011, o Brasil caiu 15 posições e obteve pontuação de 46.86, muito abaixo da registrada no estudo anterior de 2007 a 2009. Nele, o Brasil estava na 31ª posição, com 47.27 pontos. Com isso, o País foi rebaixado da categoria “proficiência baixa” para “muito baixa”.

Por outro lado, com o objetivo de fortalecer a educação multilinguística para todos os cidadãos, a Europa lidera o ranking, com 11 países presentes nas melhores posições, como a Suécia, Dinamarca e Holanda, respectivamente em 1º, 2º e 3º lugar na lista.

América Latina apresenta baixo desempenho

Junto ao Brasil, mais sete países latino-americanos apresentaram “proficiência muito baixa”, como a Venezuela, El Salvador, Equador, Colômbia e Guatemala. Já Uruguai, Peru, Costa Rica e México apresentaram “proficiência baixa” e apenas a Argentina foi classificada em “proficiência moderada”.

O estudo vincula o baixo desempenho à importância da língua espanhola na região, pois o idioma compartilhado já permite atividades de comércio internacional e viagens e pode diminuir a motivação para aprender inglês.

A publicação também ressalta que a baixa qualidade da educação pública primária aumenta a dificuldade de introdução à língua inglesa em países como o Brasil, que descobriu no estudo de 2007 que 52% dos estudantes tinham níveis baixos ou muito baixos de habilidade com a própria língua portuguesa. Em todas as regiões, os baixos níveis de educação dos pais e a etnia dos estudantes tiveram forte impacto em leitura.

Ainda, foi constatado que as mulheres latino-americanas tiveram maiores pontuações do que os homens, com 48.94 contra 47.48. A diferença acompanha o índice mundial, no qual as mulheres pontuaram 53.90 e os homens 52.14.

Lista parcial
Veja a seguir os cinco países melhores colocados e os cinco últimos do ranking:

Metodologia

O EF EPI calcula o nível de habilidade com a língua inglesa a partir de três testes de inglês diferentes que incluem seções de gramática, vocabulário, leitura e audição. Participaram dos testes mais de 1.668.769 cidadão de 52 países e dois territórios

Fonte: Portal da administração